companheiros historiadores do ponto de vista de vocês o capitalismo é um modo de produção que assim como os demais existente ira acabar, é o que vira depois do modo de produção em que vivemos?
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Permalink Responder até Roger Sildefar em 10 julho 2012 at 11:14
Pois é Ricardo, a questão é complexa, o brasileiro sacana é um tipo que nem Reich e Freud juntos explicariam, mesmo sendo inimigos um do outro. Fanatizaram-se por futebol, carnaval, praia , samba e sacanagem política; mas não podemos desanimar, nós os brasileiros honestos, esclarecidos e batalhadores não temos culpa se alguns brasileiros da "pá virada" só fazem besteiras aqui ou lá fora. Esses ordinários são os mesmos que depois reclamam de xenofobia!
Só pra ter uma ideia desse problema de internet, estou sem internet em casa a dois dias, mas a conta vem certinha pra eu pagar todo mês e bem cara. A desculpa que eles dão é "problemas nos cabos de fibras óticas". Imagine na Copa do Mundo no Brasil os jornalistas de outros países enviando matérias e fotos com esse serviço de internet horroroso, lento e caríssimo como o nosso!
Lá na Suiça o cidadão de bem pode levar uma pistola na bolsa sem constrangimentos , pois o Estado não tem o dom da ubiquidade pra nos proteger 24 horas por dia. Aqui, eles fazem campanhas ridículas e demagogoas de desarmamento pra todo mundo dar as armas em troca de 200 reais que nunca pagam, enquanto isso menores de idade põem um cano na nossa cabeça em assaltos corriqueiros, não vão presos e ainda saem da delegacia rindo e prometendo vingança. Eu não tenho vergonha de dizer, ando armado sim! Qualquer bandido que tentar me assaltar ou invadir minha casa, meto bala mesmo! O Estado é incapaz de dar segurança aos cidadãos, tanto é que houve o recente caso da vovó de Caxias, 80 anos, que meteu uns balaços na cara do ladrão que entrou dentro de sua casa.
Vou tentar falar com essa ex-professora pra dar o depoimento aqui, seria interessante. Tenho algumas fotos com ela por lá, em sua casa em Saint Gallen, mas vou pedir permissão para postar aqui. Soube que ela vai voltar pro Brasil porque há uma espécie de "racismo" sim na Suiça por conta das baixarias que alguns brasileiros que foram pra lá só pra fazer trapaças e rolos e até lenocínio e estupro, claro que os suiços não iam tolerar esses brasileiros vagabundos querendo aprontar por lá, então os bons brasileiros não estão mais bem visto como outrora, por lá; os bons pagando pelos maus. No caso, uma xenofobia justificável.
A maioria desses vagabundos não valiam o que comiam aqui, (claro que há exceções e muitas pessoas dignas foram pra lá). Esses maus brasileiros foram pra lá porque aqui eles já eram muito manjados, endividados, tinham curso superior e tal, mas como só conseguiram o diploma e não aprenderam nada, foram fazer sacanagens noutro país. Claro que existem bons brasileiros como nós, mas tem muitos que só servem pra fazer porcaria, aqui ou no exterior.
A prova de que educação no Brasil vai mal é esta, ontem um casal de mendigos encontrou 20 mil ,o casal de semi-analfabetos entregou a grana pra polícia. Parece que ganharam um emprego e um curso de requalificação. Conheço uns caras com doutorado que jamais entregariam, e até comentaram isso por email comigo, chamando o casal de otário.
A educação no Brasil é um lixo, escolas caindo aos pedaços e professores ganhando menos que coveiros, tanto é que cresce a Educação Domiciliar (Homeschooling) no país.
Escola não educa, instrui. Educação vem de berço, os pais é que têm que dar educação aos filhos porque senão vamos continuar com eleitores sem noção. Salário de professor de ensino básico (o mais importante pra formação do aluno) é tão medíocre que virou subemprego. Professor de ensino médio é chamado de "professorzinho" com um tom pejorativo (isto já aconteceu comigo).
Coveiro municipal ganha mais que professor de prefeitura, em algumas cidades do interior do Brasil...
Permalink Responder até Ricardo Guignoni Neto em 5 março 2013 at 20:08
Os presos também ganham bem aqui no país.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 10 julho 2012 at 4:48
Bom dia,caros leitores
Quem tiver direito a asilo político ,seja na Suica ou num país da Uniao Europeia ,tem direito a viver decentemente nestes países de acolhimento ,desde que cumpra as leis em vigor neste mesmo país .
A Suica pode ser comparada a uma ditadura para quem vive na América do Sul .Dos falantes de lingua alema ,sao os mais duros,rígidos ;nao existem baldas ,nao é raro expulsar pessoas que nao se adaptam a este tipo de governo .
Sao muito racistas e nao se misturam com os estrangeiros ,apesar de os trabalhos pesados serem feitos por eles .
A Suica tem o nível de vida mais elevado da Europa e talvez do mundo .
Visíto de vez em quando a Suica ,pois tenho uma pequena casa jardim ,nas margens do lago Bodensee que faz fronteira com a Austria e Suica e Alemanha ,ainda lá estive na semana passada.
Cumprimentos
Permalink Responder até Nilton Francisco de Oliveira em 13 junho 2012 at 19:32
O capitalismo ainda possui muita força mesmo com a crise econômica européia mas acredito que o único sistema que pode vir a ganhar força ainda, é o Socialismo, mesmo porque uma das grandes potencias em ascensão é a China mesmo nao seguindo mais a ideologia completa do Socialismo.
Permalink Responder até Roger Sildefar em 10 julho 2012 at 11:19
pode ser que surja um outro sistema, mesclando um pouco do socialismo e do capitalismo. Que o mundo mudou com a globalização, todo mundo sente. Não duvido que no futuro surjam falanstérios. O mundo anda muito estranho.
Permalink Responder até Esther de Almeida em 7 fevereiro 2013 at 21:09
Acho q ele não poderia acabar...pois o capitalismo está presente desde o inicio da humanidade.Porque o capitalismo é uma forma de competição da especie humana. O ser humano é um ser individualista, possessivo e consumidor de bens. Com isso posso afirmar q é mais fácil o ser humano parar de existir do que o capitalismo. O que é triste, pois o capitalismo não é bom. Enquanto há pessoas desfrutando dos bens de consumo, existe outras pessoas sofrendo sem bens e sem capital. E a humanidade entra em guerra por causa desse mal. Milhares de guerras históricas formadas por esse mal.
Então acredito q esse mal, chamado capitalismo é dificil de acabar. Mas fácil a humanidade se destruir por causa dele do que ele acabar.
Permalink Responder até Brancaleone em 7 fevereiro 2013 at 21:36
O capitalismo não acaba. É natural, é animal e é necessário. Todos os animais são capitalistas.
Acaba o capitalismo e acaba o homo-sapiens.
Acredito que ele não vai acabar porque o modo de produção capitalista destruirá a vida antes que pensamos em criar outro regime.
Permalink Responder até Nilton Francisco de Oliveira em 5 março 2013 at 19:21
Adorei essa resposta !!
Permalink Responder até Brancaleone em 5 março 2013 at 19:47
Não é o modo capitalista que destruirá a vida.
São os sete bilhões de humanos que vão destruir a vida. Simplesmente é pouco planeta pra tanta gente, pouco importa o tipo de ideologia ou economia que vigore.
Voce teria que convencer a uma minoria a abrir mão do que tem e convencer uma imensa maioria que não tem nada continuar não tendo nada. Só assim o planeta suportaria uns séculos mais.
Sete bilhõe de humanos. Pode imaginar sete bilhões de humanos se alimentando, se vestindo, morando, defecando e urinando? Fala sério.
Nem Marx sai dessa.
realmente são os seres humanos tudo em nome de uma pseudo verdade que a mídia coloca com uma verdade inquestionável feito um dogma !!!!!
Permalink Responder até Rafael Freitas em 7 março 2013 at 6:47
se a midia fosse socialista o dogma seria o socialismo e assim vai!
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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