companheiros historiadores do ponto de vista de vocês o capitalismo é um modo de produção que assim como os demais existente ira acabar, é o que vira depois do modo de produção em que vivemos?
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Permalink Responder até Carmem em 7 dezembro 2011 at 15:04
Depende do paradigma epistemológico que se utilizar para interpretação do fato e seu processo histórico de formação.
- Se utilizarmos o paradigma do materialismo dialético (marxista) a resposta é que o capitalismo é sim um modo de produção o qual um dia pala lei dos contrários (dialética, ou seja, síntese e antítese, etc) um dia se auto-implodirá por esgotar completamente os recursos naturais (que são a base de todo e qualquer processo civilizatório) e, consequentemente, conduzirá ao caos social, político e econômico proporcionando assim a implosão das civilizações em escala global;
- Se utilizarmos o paradigma sistêmico ele poderá ou não se acabar, podendo inclusive se transformar na base de outro processo civilizatório adaptando-se assim à nova realidade eco-global da humanidade.
Permalink Responder até Brancaleone em 8 dezembro 2011 at 21:23
Primeiro que o capitalismo não acaba já que é o sistemas mais natural existente no mais puro estilo darwiniano da sobrevivencia do mais forte. Pode é claro evoluir, adaptar-se a novos tempos e circunstâncias mas acabar mesmo não vai.
Alem de que não é possível vislumbrar nenhum outro sistema possível - e as alucinações ideológicas da esquerda são mais afeitas a colméias e formigueiros sem nenhuma possibilidade de existir entre os humanos, com exeção é claro ao fato de ocorrer uma involução da raça humana e regredirmos a alguma coisa mamífero-inseto.
Pode estar certo que o bom e velho capitalismo vai durar muito, muito tempo ainda...
nobre colega em se tratado de seres humanos, tudo é possivel, atualmente apesar de ser marxista se o capitalismo acabasse hoje o ser humano em toda sua padridão iria criar algo pior do que o capitalismo. ps o comunismo é possivel de ocorrer , mais pensado em uma sociedade global evoluida, coisas que não viveremos para sabe se é possivel ou não omodo de produção capitalista acabar, no mais muito obrigado a vocês por ter expostonesta enquente, mesmo que as opiniões se diverge é saudavel a discussão politica.
Permalink Responder até Gabriel Del Bello em 12 dezembro 2011 at 20:28
Se o capitalismo caisse hoje, durante algum tempo implantariamos o comunismo. Só para reestabelecer a vida. Mas depois de reestabelecida voltaremos aos conceitos básicos do capitalismo. Tal como a Perestróika na URSS. Como o companheiro Brancaleone nos falou, é algo ''natural'' da evolução em sociedade.
companheiro o dito comunismo foi somente um capitalismo mais opressor prefiro chamar o regime da antiga urss de capitalismo de estado, cujos lideres enriqueceram escravizado as pessoas, que nasceram sobre o julgo do socialismo real.
Permalink Responder até Ricardo Guignoni Neto em 11 junho 2012 at 22:15
E se fossemos tomados por ideologias religiosas parecidas como a do IRã?
A sociedade ultimamente está se 'abrindo' aos dogmas de uma forma livre. Com a queda do Capitalismo, um sistema regido por algo parecido com o sistema iraniano poderia ser uma ameaça?
Permalink Responder até Brancaleone em 11 junho 2012 at 23:47
Cara, qualquer forma de ideologia que obrigue lindas mulheres usarem véus e burkas é por sí só uma rematada duma canalhice...
seria triplamente pior do que foi!!!!!
Permalink Responder até Roger Sildefar em 12 junho 2012 at 16:22
não acredito que o capitalismo vá acabar. Comunismo e Socialismo já provaram que não funcionam, ou funcionam só para os espertinhos déspotas que tomam o poder. Com a globalização, o capitalismo mudou e, talvez, tenha se aperfeiçoado um pouco. Mas no final, no capitalismo os plutocratas ainda exercem o poder, portanto há tiranos e déspotas no capitalismo, embora mais velado, e ainda há muita injustiça no mundo capitalista.
Permalink Responder até Ricardo Guignoni Neto em 13 junho 2012 at 18:14
Acabar é difícil mesmo, enquanto vivermos dessa forma e ainda mias com a China a todo vapor....hummmmm. A questão mesmo são os líderes que se divertem. A história mostra isso. Mas tenho uma questão a ser levantada: alguém conhece o regime implantado na Suiça? Desde quando funciona?
Permalink Responder até Roger Sildefar em 13 junho 2012 at 19:07
uma vez conversei com uma professora de História que largou a profissão aqui e que foi morar na Suiça, como aprendeu bem a língua de lá fez amizades e virou tradutora (pequenas traduções para o português, na verdade). Disse-me ela que alguns refugiados desses países mais barra pesada foram morar lá, a Suiça dava um salário e casa pra esses caras, mas como eram sem vergonhas começaram a aprontar por lá, depois parece que revogaram essa ajuda a eles. Os brasileiros sempre foram bem recebido por lá, mas alguns começaram a fazer m, como sempre, aí eles estão com um pé atrás com os brasileiros. É um país maravilhoso de se morar, segundo ela. Não quer mais voltar pro Brasil nem para ver os parentes, e ainda quer levá-los para lá. Ela riu quando soube a velocidade da minha internet. A de lá é ultra-rápida. Não preciso dizer que morri de vergonha.
Permalink Responder até Ricardo Guignoni Neto em 13 junho 2012 at 20:22
pois é, pela internet já se presume outras coisas.....o que me chamou a atenção foi a ajuda que davam e por causa de pilantragens acabou. Interessante ler isso. Aqui a pilantragem continua.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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