Diferentes fontes discordão quanto a este assunto, mas afinal foi provado históriamente que ele existe.
Tags:
Permalink Responder até ADILSON BENEVIDES em 21 abril 2012 at 15:21
Bravo, Bravo...ler você é ler uma "boa" monografia sem fontes...ehehe!
Deixo que os demais julguem...me retiro do debate estando satisfeito com o aprendizado até aqui(com as releituras, não com você),
coisa que jamais admitirás...e viva a filosofia reversa!!!!!!!!!!!
Adilson Benevides
Poxa, agora que estava começando a ficar interessante.. Eu disse que ia te esculachar, mas não vou. Você é só mais uma vítima “inocente” e não responde diretamente por esse lixo. Agora, sem fontes não! Estão todas aí a substanciar as minhas afirmações. Aliás, como até um relógio parado está certo duas vezes ao dia, para arrematar, citarei uma verdade reconhecida, colhida no acervo moral da humanidade e apropriada pelos evangelhos: [...]. Porque não há coisa alguma escondida, que não venha a ser manifesta: nem coisa alguma feita em oculto, que não venha a ser pública. (Marcos 4: 38-21)
Vá em paz.
Permalink Responder até ADILSON BENEVIDES em 21 abril 2012 at 18:05
Calma Ivani ...eu li que vc iria fazer o tal "esculacho" rsrsrs...não me admira tal, as vezes quando não podemos matar a Idéia queremos matar o autor, que diga a "santa" inquisição e o Catolicismo! Apesar de ter sido duro com voce, não lhe quero mal, pois as pessoas são mais valiosas do que a fé que defendo, e sei disso. Voce novamente não entendeu a minha "força de expressão"(cutucando de novo..rs), a minha metáfora: Quando disse "ler voce" é ler o que escreve e conhecer suas idéias, quando eu disse: Boa Monografia é que seu raciocínio é 'bom" como um sofisma, e "sem fontes" não se refere as fontes que voce citou (ainda que as interprete como quer), mas, a graduação que lhe falta...qual o valor de uma boa monografia se ela não tem fontes? e do bom livro se não há uma referencia bibliográfica ao final?
Abraços...
Adilson Benevides
Exagero seu com a figura utilizada “matar o autor”. Não vi dureza no seu tratamento, debates são assim mesmo, as emoções não ficam ausentes, pois o assunto não é apaixonante. Claro que, igualmente, não lhe quero mal ainda que algumas vezes eu não escape da irritação. É como eu disse: vocês são “inocentes” úteis e eu não sou carrasco de ninguém. Também não sou um sofista, argumento com base em estudo demonstrável, insisto. A falta da graduação em história não é um problema para quem sabe o que procura e aprendeu sozinho como encontrar. Problema seria para medicina, engenharia etc. As áreas humanas implicam em talento específico, o que não quer dizer que as demais atividades o dispensem. Por exemplo, Belas Artes não forma artistas e nem Filosofia forma filósofos necessariamente. O historiador se dedica às pesquisas e não ao magistério. Portanto, não me sinto diminuído no específico estudo do específico período diante de graduado algum. Perfeitamente à vontade.
Abraços.
Permalink Responder até Cristiano Gomes em 23 abril 2012 at 12:26
É infeliz ver homens que entram em um fórum sobre determinado assunto, terem a Pequeneza de sentirem-se no direito de virar o assunto!
serve pra todos!
Pequeneza por não acreditar em bobagens? Só quando a tolice for reconhecida como grandeza.
Permalink Responder até ADILSON BENEVIDES em 24 abril 2012 at 6:45
Pequeneza é ter convicções baseada em fatos, no Novo Testamento, e na História (já que grande parte dos historiadores acredita que ele seja um documento histórico)???
Permalink Responder até taynara p. silva. em 23 abril 2012 at 15:05
Jesus Cristo existiu e ainda existe.Se vocês se baseiam apenas na ciência,história ou qualquer outra fonte(que não seja a bíblia) para acreditar em Jesus,então não são verdadeiros cristãos.Não se pode colocar toda a sua confiança apenas nas coisas do mundo.Um dia,tudo isso vai passar e,aqueles que só acreditam nelas,também vão passar.
Cara Taynara
Aqui não é um clubinho de crentes. Todos têm a liberdade de expressar suas opiniões, não só cristãos, e o assunto preferencial é história. Todos passaremos, isso é certo!
Permalink Responder até Jorge Luís de Abreu em 24 abril 2012 at 9:05
Estimado Ivani, sobre a pasasgem eu concordo plenamente com você quando diz: "todos passaremos, isso é certo!", contudo, e trata-se de uma indagação e não uma afirmação nem tampouco motivo de discurso,como se explicar o fenômeno de algumas presenças, ainda muito fortes e atuantes como a de Nosso Senhor Jesus Cristo, dois mil anos após a sua concepção? O que levou os "Augustos", os Cesares, os faraós, os profetas a perderem a sua importância e finalidade e vê-se em contrapartida a adesão de muitos ao Cristo da fé e ao Cristo que viveu em Jerusalém como homem e como deus?
Um gtande abraço,
Paz e bem,
Jorge Luís de Abreu.
PS.: Acho que já estou operando melhor o sistema de endereçar a questão a pessoa certa. rsrsrsrs!
Estimado Jorge Luís,
A resposta é simples: o cristianismo nunca foi uma simples religião, e sim uma cultura religiosa implantada pelos pais da história, os gregos. Estes já dominavam culturalmente o mundo antigo e não suportavam a ideia da perda da sua hegemonia. Construíram um judaísmo grego ou um judaísmo fake para submeter o verdadeiro, que se encontrava perigosamente entranhado e apoiado pelo dominador romano. Toda cultura garante a sua perenidade por intermédio da educação e do ensino, aplicados a gerações sucessivas.
Bem, você já sabe que eu não acredito em Cristo que viveu como homem e como deus, principalmente em Jerusalém. Não pretendo voltar essa discussão novamente e do mesmo modo. O aspecto histórico está posto, pois todos nós sabemos que a base da nossa cultura ocidental é inegavelmente grega. Portanto, eles venceram a disputa com os judeus. O personagem Jesus é grego não só na sua representação, mas na sua concepção. Já disse aqui que para o judaísmo a origem do cristianismo é pagâ e não judaica.
Quanto ao aspecto humano da questão, entendo que Ludwig Feuerbach, na sua obra A Essência do Cristianismo, explica muito bem.
Abraço.
Permalink Responder até Eliabe Santana em 25 abril 2012 at 12:47
olá Ivani! também concordo que como historiadores devemos levar em consideração os fatos e acontecimentos além disso,o fato de que nunca terá uma verdade absoluta na história e isso é o que nos move.
Não tenho e não sigo nenhuma religião e tenho minha opinião formada sobre ela e pode ser que se mude através da caminhada pois a história nos proporciona essas variações. li seu comentário e concordo com muita coisa que escreveu porém, foi muito infeliz ao responder o comentário da guerreira taynara acima principalmente porque se diz respeito a fé da mesma.
Todas as contribuições desse fórun são bastantes interessantes e devem ser levadas a sério independente de aceitarmos ou não.O papel do historiador é de debater e não menosprezar o comentário ou opinião alheia.Paz e bem!
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

