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Tito Mariscal

Família Real Brasileira - Até que ponto proprietários de bens históricos podem comecializá-los?

(...) Pedro de Alcântara põe à venda quadro de sua bisavó, a princesa Isabel, e abre discussão sobre a preservação da história nacional... dita a reportagem da ISTO É ... reproduzida pelo CAFÉ HISTÓRIA...

AGORA TRAGO À DISCUSSÃO...

PATRIMÔNIO NACIONAL X PATRIMÔNIO PESSOAL

*Um dilema que envolve , inclusive , a FAMÍLIA REAL... -------------------------------------------------------------------------------------------------
Não existe História sem MEMÓRIA... através dela é que podemos identificar, inclusive, erros do passado ... mas, o critério de Tombamento de Prédios Históricos por exemplo (basta passar no Centro do Rio de Janeiro (próximo a Praça Tiradentes, na rua Lavradio e verificar a situação precária que alguns prédios se encontram , por vezes , dando medo aos transeuntes, por absurdo que pareça, por limites legais impostos ao proprietário do imóvel para realizar obras de urgência... Recentemente, em Paraty ,vi (além do Festival da Pinga – mas, presumo que estivesse sóbrio) a rede de esgoto PRIMÁRIA que ao primeiro sinal de chuva invade os corredores do Centro Histórico de Paraty e alguns lares ... Até que ponto, O proprietário de bens, historicamente consagrados no Brasil, pode quebrar as regras impostas aos mandos do Patrimônio Nacional,como por exemplo da importante lembrança da Família Real ?

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Respostas a este tópico

A ideia é essa.
Ou porque não criar um fundo? Com recursos destinados exclusivamente a adquisição dessas obras. Nunca me informei a respeito. Mas, gostaria de saber, se todas as obras foram devidamente catalogadas?
Não será preciso um novo pseudônimo, é apenas uma mera formalidade à hora de registrar um trabalho na Biblioteca Nacional.
Um abraço

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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