em 1993 teve o plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do Brasil. Com tanta corrupção e altos impostos, uma monarquia seria melhor para o Brasil ?
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Permalink Responder até Emannuel Reichert em 8 julho 2012 at 17:41
Para dar mais dados a quem quiser iniciar o debate, algumas propostas de governo da família imperial: http://www.monarquia.org.br/NOVO/Pdf/propostas.pdf
Uma mescla muito curiosa de modernidade e tentativas de fazer o calendário retroceder a 1824, para dizer o mínimo.
Permalink Responder até Carmem em 8 julho 2012 at 18:38
Boa Noite:
-Monarquia sem parlamentarismo é absolutismo algo que já existiu na humanidade e foi um desastre!
- Creio que o regime ideal para o Brasil é o parlamentarismo, porém com reformas políticas instalando dentre outras coisas o voto distrital e a não necessidade (obrigatoriedade) de se pertencer a um partido político para poder se candidatar. Nos E.U.A. se permite candidaturas independentes (não é obrigatório ser filiado a um partido político para se candidatar) e o o voto distrital é também uma realidade nos E.U.A e na Europa.
- Além do mais no Brasil vivemos num regime presidencialista distorcido que apresenta muitas práticas das monarquias absolutistas e praticamos uma plutocracia disfarçada de democracia...
- Mudar de regime e sistema político sem o povo saber o que é cidadania e agir como um cidadão (como pessoa politicamente consciente dos seus direitos e deveres e que sabe cobrar os deveres dos governantes e também sabe limitar os poderes e direitos destes governantes) pouco faz diferença e às vezes pode até piorar as coisas...
Permalink Responder até Carmem em 8 julho 2012 at 18:45
Corrigindo:
Boa Noite:
-Monarquia sem parlamentarismo é absolutismo algo que já existiu na humanidade e foi um desastre!
- Creio que o SISTEMA de governo ideal para o Brasil é o parlamentarismo, porém com reformas políticas instalando dentre outras coisas o voto distrital e a não necessidade (obrigatoriedade) de se pertencer a um partido político para poder se candidatar. Nos E.U.A. se permite candidaturas independentes (não é obrigatório ser filiado a um partido político para se candidatar) e o o voto distrital é também uma realidade nos E.U.A e na Europa.
- Além do mais no Brasil vivemos num regime presidencialista distorcido que apresenta muitas práticas das monarquias absolutistas e praticamos uma plutocracia disfarçada de democracia...
- Mudar de regime e sistema político sem o povo saber o que é cidadania e agir como um cidadão (como pessoa politicamente consciente dos seus direitos e deveres e que sabe cobrar os deveres dos governantes e também sabe limitar os poderes e direitos destes governantes) pouco faz diferença e às vezes pode até piorar as coisas...
Permalink Responder até Carmem em 8 julho 2012 at 19:10
Corrigindo:
Boa Noite:
-Monarquia sem parlamentarismo é absolutismo algo que já existiu na humanidade e foi um desastre!
- Creio que o SISTEMA de governo ideal para o Brasil é o parlamentarismo, porém com reformas políticas instalando dentre outras coisas o voto distrital e a não necessidade (obrigatoriedade) de se pertencer a um partido político para poder se candidatar. Nos E.U.A. se permite candidaturas independentes (não é obrigatório ser filiado a um partido político para se candidatar) e o o voto distrital é também uma realidade nos E.U.A e na Europa.
- Além do mais no Brasil vivemos num regime presidencialista distorcido que apresenta muitas práticas das monarquias absolutistas e praticamos uma plutocracia disfarçada de democracia...
- Mudar de regime e sistema político sem o povo saber o que é cidadania e agir como um cidadão (como pessoa politicamente consciente dos seus direitos e deveres e que sabe cobrar os deveres dos governantes e também sabe limitar os poderes e direitos destes governantes) pouco faz diferença e às vezes pode até piorar as coisas...
Carmem: com a criação no Segundo Reinado do cargo de presidente do conselho de ministros, pode-se dizer que vivemos no Brasil uma experiência incipiente de parlamentarismo. Entretanto, o exercício discricionário do chamado "poder moderador" pelo imperador e o princípio de "dupla confiança" do ministério em relação à câmara e ao monarca impediam que o sistema fosse plenamente parlamentarista como concebemos hoje. Em comparação, na Inglaterra na mesma época (segunda metade do século XIX), embora o direito de voto ainda fosse bastante limitado, os poderes do rei pelo menos já eram essencialmente simbólicos, podendo-se dizer que já existia parlamentarismo de fato.
Naturalmente em história não cabem especulações com cenários hipotéticos, mas minha percepção pessoal é que, se a monarquia brasileira não tivesse sido derrubada em 1889, a tendência natural do sistema seria evoluir para um parlamentarismo pleno do tipo inglês e, talvez, até mesmo para alguma estrutura federativa nos moldes da constituição (monárquica) canadense de 1867. No plebiscito de 1993 em particular, um fator que, ao meu ver, atrapalhou bastante a campanha monarquista foi a percepção de que uma facção da família imperial brasileira que se pretende herdeira legal da coroa, especificamente o chamado "ramo de Vassouras", estava associada a ideias reacionárias como uma restauração do poder moderador nos moldes em que era exercido por D. Pedro II e, talvez, a restauração do catolicismo romano como religião de Estado revertendo o caráter laico da república. Uma proposta de constituição monárquica mais "moderna", por exemplo ao estilo das constituições atuais da Holanda ou da Espanha, receberia muito mais apoio intectual do que a volta à carta de 1824 como quer o ramo de Vassouras.
Permalink Responder até Gabriel de Oliveira Bueno em 8 julho 2012 at 20:53
Permalink Responder até Carmem em 9 julho 2012 at 7:03
Bom Dia, Colegas:
Além do mais, se por acaso o Brasil algum dia optar por esta mudança de regime e sistema de governo (pois tudo é possível neste mundo e no Brasil então...) que isto seja um processo de transição e seja implantada uma diarquia.
Grüß Gott,Frau Schmidt
A Monarquia é da velha Europa .
Os paises modernos nao teem tradicoes deste tipo de governo e nao funciona ,nem para fazer de conta como na Inglaterra ,onde a Rainha nao tem poderes ,mas é só uma figura que trás turistas aos milhoes .
Em Espanha é quase o mesmo ,só servem para gastar dinheiro e dar trabalho aos meios de comunicacao .
Em Portugal nao funciona ,temos o Dom Duarte Duque de Braganca que anda em festas e tem uma mulher nova .
No Brasil nao funciona ,o pessoal quer praia e nao está para aturar reis nem rainhas.
Abracs
Boa noite ,pessoal
Temos aqui um pequeno erro ,o Celson Cocinba entrou ontem no Cafè História pelo meu PC e agora aparece o nome dele em vez do meu .
Vou tentar remediar isto .
Cumprimentos
@Joaquim Schieder: Holanda, Suécia, Dinamarca, Noruega, Bélgica, Luxemburgo, Inglaterra , Espanha , Canadá, Austrália, Nova Zelândia ou Japão não são países "modernos" no seu conceito ? Ou são "menos modernos" do que os EUA, a França, ou o Brasil ?
Até no sul da Alemanha (onde presumo que você viva) e na Áustria parece haver um saudosismo da monarquia a julgar pelo funeral principesco que teve o "pretender" ao trono do Império Austro-Húngaro, Otto von Habsburg, em 2011.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 17 julho 2012 at 4:22
Bom dia,Marcelo
Moro em Munique
Nao há saudosismo acerca da monarquia ,mas do facismo do Hitler,ainda está enraìzado quase em todos os alemaes velhos e até nos novos ,mas isto em Berlin ,aqui em Munique nao há nada disso .
Os países da Uniao europeia teem uma meta,que é homogenizar o nível de vida em todos os países da Uniao ,mas isso nao é possível,devido a mentalidades ,entre o Norte e o Sul ,(mentalidades,clima ,culturas diferentes) embora os países do Sul da Europa sejam mais pobres ,conseguem viver melhor do que os mais ricos ,por causa do clima .
Comparando com o Brasil ;económicamente,o Brasil tem todas as condicoes para ser a maior potencia mundial nos próximos ,mas só neste domínio ,porque há outros que tambem sao importantes e podem demorar muito tempo a serem concretizados ,e um deles é a grande diferenca entre os níveis sociais .
Um abraco
Permalink Responder até MARCELO LEONARDO BRAGA DE OLIVEI em 17 julho 2012 at 11:33
Como vai Joaquim,
vez ou outra eu abordo este assunto com meus alunos, vou dividir minha resposta em duas partes:
1. Com relação ao saudosismo de Hitler. No no meu ponto de vista, eu o condeno por suas atrocidades, mas, seu fundamento filosófico ao fazer o que fez é bastante interessante. Hitler tentou o que nenhum outro homem tentara desde o filosofo Sócrates, implantar uma República onde o Estado definia o que era melhor para a sociedade. Hitler neste ponto de vista era visto como o "Rei filósofo", porém, existe uma diversidade cultural muito grande que impossibilita que este formato de governo se torne real.
2. Vou comparar a colonização Brasileira à Norte americana. No inicio dos séculos XV e XVI, quando os primeiros portugueses vieram ao Brasil encontraram aqui muitas riquezas e boa parte delas estava relacionadas ao clima, além do metalismo é claro e mais, Portugal era um país católico. Já nos Estados Unidos (na época 13 colônias) o clima era árido e seco local horrível para agricultura e a Inglaterra era protestante, onde havia uma vila, haviam escolas. A primeira Universidade norte americana foi criada no século XVIII, já no Brasil foi na década de 30, no governo Vargas. Outro fator importante que contribuiu com o atraso do desenvolvimento brasileiro (principalmente tecnológico) foi o pacto colonial que no Brasil somente foi suspenso no século XIX e nos EUA, quando a Inglaterra tentou cria-lo as 13 colonias declarou-se independente. Tenho certeza que o Brasil, em si, tem características para ser uma grande potencia mundial, mas ressalvo novamente, nosso historicismo criou em nós uma mancha de "coitadismo" que impede a maioria de se revoltar contra uma minoria que ainda hoje age como se estivessem em um Oligarquia.
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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