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Permalink Responder até Léo Antonio Perrucho Mittaraquis em 3 junho 2009 at 17:41
Permalink Responder até Jailton Aguiar da Silva em 6 junho 2012 at 16:48
Boa tarde Srta. Fatima! Concordo com a sua visao que temos que ter um ensino fundamental e medio forte, com oportunidade de conhecimento para todos! Mas, enquanto isso nao acontece, ficaremos de bracos cruzados! Temos que pensar e que esse mesmo Brasil explorou nos afrodecendentes durante um grande periodo e esse movimento geral muita riqueza para os exploradores ( BRASIL) e esssa divida tem que ser paga! afinal ser explorado durante 350 anos gerando muito LUCRO e nao ter direita a indenizacao. Sistema de cota ( politica de compensacao) sera que e muito!
Permalink Responder até Keffer em 5 junho 2009 at 14:08
Permalink Responder até Keffer em 5 junho 2009 at 15:42
Permalink Responder até Andre Luiz em 6 junho 2009 at 13:40
Permalink Responder até priscila coura leme da silva em 13 junho 2009 at 20:39
Permalink Responder até priscila coura leme da silva em 13 junho 2009 at 20:49
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 15 junho 2009 at 10:00
Permalink Responder até bruno eduardo santos nunes em 26 janeiro 2011 at 12:52
Permalink Responder até Thul Alger em 24 fevereiro 2012 at 6:42
Háils!!!
Cotas são somente uma forma de não resolver o problema e de aceitar pessoas incapazes em faculdades, gerando simplesmente uma maior concentyração de ódio contra grupos diversos, uma vez que muitas pessoas que passam via cotas não tem médias suficientes para acender de outra forma, sendo que seríam um problema para as faculdades, SE O NÍVEL DAS MESMAS NÃO ESTIVESSE TÃO BAIXO QUE OS COTISTAS VERDADEIRAMENTE ESTÃO APENAS POUCO ABAIXO DO RESTANTE, PELO RIDÍCULO DOS SISTEMA UNIVERSITÁRIO.
Este sistema é um fator gerador de demanda política e produzirá simplesmente o mesmo que os horrendos comentários da ridícula ex-ministra Matilde Ribeiro - envolvida aliás com o ESCÂNDALO DOS CARTÕES CORPORATIVOS EM R$ 176.000,00 - onde a mesma disse em entrevista e a quem quisesse ouví-la que "...QUANDO UM HOMEM NEGRO FALA DE UM HOMEM BRANCO EM RAZÃO DA COR DE SUA PELE, ISSO NÃO É RACISMO, MAS QUANDO UM HOMEM BRANCO FALA DE UM HOMEM NEGRO EM RAZÃO DA COR DE SUA PELE, ISSO É RACISMO...", em verdade os torpes idiotas de esquerda e os aproveitadores de direita, afirmam nas faculdades e universidades, que só existe racismo contra pessoas negras ou subentendidas como tal, e isso é tão errado quanto pernicioso.
Não havia um movimento ideológico vinculado a cor de pele no Brasil, atuando de forma organizada propriamente dita, contudo veio a idiotice do "...faz de conta que funciona, porque isso dá voto e grana...", e então hoje no Brasil há um movimento organizado, de extremadireita, em atividade e constante crescimento, que simplesmente ganha terreno dia a dia pela patetice corrupta de uma esquerda que jamais pôde sustentar o que dizia que faria, um exemplo disso está nos "...escândalos paloccianos do PT..." e seus vínculos com o PCC, sem mencionar a tentativa de |Luiz Motti de descriminalizar a pedofilia, estes fatores se juntam aos dados acima citados, e em consequência passamos a viver um vetor que jamais houve neste país, UMA EXTREMA DIREITA IDEOLOGICAMENTE ATIVA E EM CRESCIMENTO.
Os ditos pensadores e moldadores de mentes de formação de esquerda são incapazes de fazer algo por si mesmos para atuar contra agressões, e dependem dos que os próprios tacham de "...canalhas..." o tempo todo, ou seja a polícia e o exercíto, isso por sí só demonstra que algo está em ebulição e a culpa é da falha da esquerda em sua sede por ascenção a qualquer preço.
Cotas que hajam, porém que sejam para PESSOAS INTELIGIENTES E CAPACITADAS NATURALMENTE QUAISQUER QUE SEJAM SUAS ORIGENS, pois haverá retorno e não politicagem com isso.
Um abraço a todos.
Bolthorn leyndärmal er mit.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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