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Permalink Responder até JH em 21 janeiro 2009 at 10:07
Permalink Responder até Bruno Leal em 21 janeiro 2009 at 11:02
Permalink Responder até Bruno Leal em 21 janeiro 2009 at 11:21
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 21 janeiro 2009 at 12:31
Permalink Responder até Fernando em 21 janeiro 2009 at 15:50
@Fernando: só uma correção, Ross Perot nunca foi candidato do "Libertarian Party".
Em 1992, Perot concorreu como "independente", i.e. sem filiação partidária, e obteve 18,9 % do voto popular (vs. 43,01 % do democrata Bill Clinton e 37,45 % do republicano George H. W. Bush). O candidato do "Libertarian Party" em 1992 foi Andre Marrou, que recebeu 0,28 % do voto popular.
Na eleição seguinte (1996), Perot concorreu pelo "Reform Party", que ele mesmo tinha fundado em 1995, e conseguiu apenas 8,4 % do voto popular (vs. 49,2 % para Clinton e 40,7 % para o republicano Bob Dole). Em 1996, o candidato "libertarian" foi Harry Browne com 0,5 % dos votos, enquanto o candidato "verde", Ralph Nader, teve 0,71 %.
Permalink Responder até Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz em 29 abril 2010 at 14:14
Permalink Responder até Bruno Leal em 31 agosto 2012 at 14:12
Tenho dúvidas, Rodrigo.
Como indico na pergunta do fórum, refiro-me mesmo a partidos. Sem dúvida que são coisas diferentes.
Ainda assim, mesmo dentro dessas organização mais fracionadas (ex. direitos das minorias) a politização me parece orientado pelo clichê republicano ou democrata. Não te parece? Ou esses grupos possuem outra orientação política?
Permalink Responder até FLAVIO FAGUNDES FERREIRA em 17 maio 2010 at 21:49
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 31 agosto 2012 at 16:18
Um fator importante é o mecanismo eleitoral americano, em que se aplica o voto distrital, ou seja, só quem se elege em uma determinada região é o candidato mais votado. Isso tende a reduzir o número de partidos à medida em que grupos menores preferem apoiar um candidato com maiores chances ao invés de lançar um próprio sem grandes chances.
E acredito que o terceiro maior partido nos Estados Unidos neste momento não é o Verde, e sim o Libertário. Entenda-se a palavra não no sentido de anarquista como o resto do mundo usa, mas no de "capitalista a favor do menor governo possível".
Permalink Responder até Bruno Leal em 6 setembro 2012 at 14:18
É uma boa explicação, Emannuel. Obrigado!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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