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Tags: plebiscito
Permalink Responder até Philipi Ladeira Villa Nova em 13 setembro 2010 at 15:44
Permalink Responder até Natália Souza Ramos em 14 setembro 2010 at 13:15
Tem certeza de que nunca foi boa para o Brasil, Natália? E a ampla e irrestrita liberdade de imprensa no reinado de Dom Pedro II? E os quase nulos índices de corrupção durante o Segundo Reinado? E as inovações implementadas por Dom Pedro II? Na Monarquia não havia escândalos sobre o governo, a não ser sobre as puladas de cerca (desculpe o termo) do imperador.
Você deveria saber que o partido republicano não se interessava em debater sobre a escravidão, e que, caso a República viesse antes da emancipação dos escravos a mesma deveria ser feita sob indenização. Me responda, isso é republicano? O Império aboliu a escravidão sem indenizar os escravocratas e pagou caro por isso.
Você, infelizmente, parece ignorar que Dom Pedro II pagava suas viagens ao exterior com o dinheiro do próprio bolso, e que recusou por duas vezes o aumento de sua mesada, proposto pelo Parlamento. Você parece ignorar que a família imperial onerava muito pouco o Estado e vivia sem luxo, sem corte (compare com a suntuosidade da corte de Luis XIV) e sem escravos. Nossa família imperial não tinha "cara" de família imperial. Abraço.
Permalink Responder até Sandro Ribeiro Chagas em 12 setembro 2010 at 19:24
Permalink Responder até Benair Scarletelli Storck em 13 setembro 2010 at 19:19
Permalink Responder até JOSE PEDRO RENZI em 20 setembro 2010 at 9:17
Permalink Responder até JOSE MIGUEL NUNES ALVES em 23 novembro 2010 at 19:45
Permalink Responder até ג 'וליאנו דה Martins אנדראדה em 12 maio 2011 at 10:35
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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