Menos inquietações existenciais, menos obras de arte e o homem em segundo plano. Assim seria o hemisfério ocidental caso a civilização grega jamais tivesse existido. "A sociedade seria menos reflexiva e racional. Viveríamos baseados apenas na fé", diz José Leonardo Nascimento, professor da Universidade Estadual Paulista. Imaginar uma situação como essa não é tarefa fácil. Afinal, a influência grega no Ocidente é profunda e vasta. Por outro lado, pensar nessa hipótese só é possível graças aos gregos, já que a reflexão intelectual nasceu entre eles e não há dúvidas de que este seja seu maior legado.
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Permalink Responder até jucemir rodrigues da silva em 27 janeiro 2011 at 14:55
Permalink Responder até LOURIMAR T. MOREIRA BRANDÃO em 28 janeiro 2011 at 7:41
Jucemir,
OLHA AÍ QUEM DEU UM AUXÍLIO PARA CHEGAR ATÉ NÓS.
Os Jogos Olímpicos da Idade Antiga foram celebrados até 393 d.C., quando o imperador romano Teodósio, que era cristão, mandou fechar o templo de Zeus em Olímpia, para combater cultos não-cristãos. Quinze séculos depois o educador francês Pierre de Fredy, o Barão de Coubertin (1836-1937), empreendeu esforços para restaurar os Jogos Olímpicos. Sua "causa" obteve simpatia e adesão internacionais. Em 1896, foram realizados em Atenas os primeiros Jogos Olímpicos da época contemporânea. As atuais Olimpíadas, também realizadas de quatro em quatro anos, reunindo atletas de diversos países do mundo, procuram preservar o ideal de unir os povos por meio do esporte.
Permalink Responder até LOURIMAR T. MOREIRA BRANDÃO em 28 janeiro 2011 at 7:34
Carlos,
Para Platão, a filosofia é o uso do saber em proveito do homem. Isso implica a posse ou aquisição de um conhecimento que seja, ao mesmo tempo, o mais válido e o mais amplo possível; e também o uso desse conhecimento em benefício do homem. Essa definição, porém, exige a uma definição de benefício, que por sua vez exige uma definição de Bem. Para saber o que é o Bem, entretanto, também é necessário descobrir o que é a Verdade.
Tradicionalmente, a filosofia se divide em cinco áreas:
Lógica, que estuda o método ideal de pensar e investigar;
Metafísica, que estuda a natureza do Ser (ontologia), da mente (psicologia filosófica) e das relações entre a mente e o ser no processo do conhecimento (epistemologia);
Ética, que estuda o Bem, o comportamento ideal para o ser humano;
Política, que estuda a organização social do homem;
Estética, que estuda a beleza e que pode ser chamada de filosofia da Arte.
Convém concluir lembrando que a ciência e o pensamento científico se originaram com a filosofia na Grécia da Antigüidade. Com o passar do tempo, certas áreas da especulação filosófica, como a matemática, a física e a biologia ganharam tal especificidade que se separaram da filosofia.
Paz.
Lourimar
em
Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 9 fevereiro 2011 at 10:27
Permalink Responder até Maiko Freitas de Carvalho em 10 fevereiro 2011 at 2:56
Permalink Responder até Karen Rodrigues em 5 maio 2011 at 14:12
Não discuto a importância do gregos para a formação de toda a cultura ocidental porém concordo que não são os únicos a nos influenciarem e se no decorrer da evolução da humanidade uma hora ou outra alguém, algum povo, alguma cultura saíria do primitivismo e se lançaria nos caminhos da filosofia, é natural do homem questionar o que vê, os gregos foram os primeiros por que na época foram eles que tinham tudo para que isso acontecesse mas o mundo, a ordem social está em mutação constantemente, se os gregos naum tivessem exitstido outro povo povoaria aquele território, usufruiria dos mesmos privilégios, sofreria dos mesmos medos, e por vez, um dia refletiria sobre sua situação e com isso abriria caminhos novos. Também concordo com Maiko sobre essa discussão não nos levar em lugar algum o fato é que eles existiram, contribuíram para a formação de toda a sociedade ocidental e pronto, devemos discutir a forma como se deu toda essa influência os resquícios de sua cultura sentidos até hoje na nossa sociedade e qual a importância.
Permalink Responder até Victor Mustaine em 12 agosto 2011 at 23:33
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 18 maio 2012 at 19:34
Até faria, mas não ficaríamos sem ele por falta do Pitágoras. O teorema já era conhecido séculos antes na Mesopotâmia.
http://www.each.usp.br/ixsnhm/Anaisixsnhm/Posteres/2_Serr%C3%A3o_M_...
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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