Tags: 1530, Brasil, até, holandês, povoamento
Permalink Responder até Rafael Freitas em 18 outubro 2012 at 6:22
concordo em tudo com Maria Amelia
Permalink Responder até jucemir rodrigues da silva em 13 novembro 2011 at 13:05
Simone, como você acha que seria?
Tenho certeza que a primeira coisa que vem à cabeça de todos é uma nação mais solida, melhor desenvolvida e com perpectiva muito bacanas sobre a nação.
Eu passei muito tempo de minha breve vida pouco entusiasmado com assuntos como esses;
Mas hoje acho muito importante, pois além de saudavel, acho muito viavel debatermos sobre eles;
assim contruiremos uma nação muito mais forte daqui pra frente.
O Brasil sofreu pelo tipo de colonização que recebeu;
Não acho que hoje estariamos vivendo em tribos, e morando em ocas; não que isso seja ruim. Porém, todos temos necessidades que o modo vida indigena, seria inviável.
Além do mais, com certeza sofreriamos com a influencia dos povos mais desenvolvidos.
O Brasil ganharia muito, se não tivesse sido explorado, desde sempre poderiamos ter uma economia prosperante, e uma cultura enraizada e sólida.
Com toda certeza o Brasil seria mais forte do que é.
Permalink Responder até Brancaleone em 17 novembro 2011 at 15:59
Vamos definir as coisas.
Por "povoado' se entende que tipo de ocupação?
As américas foram povoadas por humanos que entraram pelo estreito de Bering e foram descendo até o extremo sul.
Ao meu ver, foi um tipo de exploração, só que a explorada foi a natureza ou seja, não existia nenhum grupo humano "original" que pudesse ser "explorado" por aqui.
Por "explorado" eu entendo grupos entrando em territórios ocupados por grupos menos desenvolvidos e nesse caso o resultado é óbvio e naturalíssimo ou seja, o mais apto e mais forte prevalece no mais puro jeito darwiniano.
Ao fim de tudo não existe lá muita diferença entre uma forma ou outra.
Talvez este seja o grande azar das nações mais novas - não temos a quem ocupar e explorar, salvo por dispendiosas guerras.
Estudos recentes demonstram que o homo-sapiens ao entrar em contato com os neanderthais - em alguma era do gelo qualquer - os exterminou já que competiam pelos mesmos recursos naturais, alem é claro pelo fato de serem diferentes e assim concluímos que os humanos são predadores genéricos. Pouco interessa se uma terra é habitada ou não. Ela sempre é explorada.
Permalink Responder até André José do Nascimento em 12 fevereiro 2012 at 18:00
Infelizmente a História não trabalha com se e sim com fatos, então não podemos dize como Brasil seria. Por que o Paraguai deu inicio ao processo produção que favoreceu o seu crescimento econômico e que interrompido pela Inglaterra que se sentiu ameaçada economicamente. Apoiando Brasil e Agente para destruir o Paraguai e foi o que aconteceu. Por isso, o se na História não é trabalhado e sim os fatos, os relatos orais ou escritos.
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 5 maio 2012 at 20:31
A questão é interessante, mas depende de uma premissa questionável. Faz sentido classificarmos as colônias como de exploração ou de povoamento? Milhões de portugueses e espanhóis não se fixaram nas Américas? Um puritano de Massachusetts não queria enriquecer como todo mundo, não matava índios quando precisava? Se esquecermos os rótulos e olharmos para as colonizações em si, eram tão drasticamente diferentes assim, ou as diferenças eram menos profundas do que parecem?
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 5 maio 2012 at 20:36
Pensei em como seria o Brasil hoje se não tivesse acontecido o golpe de 64...
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 6 maio 2012 at 13:42
Pensando nisso, provavelmente o golpe teria acontecido em 65 e daria tudo na mesma. As condições para intervenções antidemocráticas estavam presentes há vários anos e se manteriam mesmo se o Jango tivesse tido um pouco mais de tato político naquele momento, ou se um ou dois chefes militares fossem mais conciliadores.
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 6 maio 2012 at 15:30
Pensei nos então jovens que tiveram castradas as rédeas de suas vidas, por censura, por perseguições, etc. Toda uma geração foi prejudicada. Foi a interrupção da ordem natural, da evolução...
Permalink Responder até Rafael Freitas em 14 outubro 2012 at 16:24
Considero válida esta separação, para uso didático mas não em uma pesquisa acadêmica. A Coroa Portuguesa concentrou-se principalmente no litoral brasileiro, cito por exemplo o caso das Capitanias Hereditarias e o Rio Grande do Sul, integrado tardiamente.
Permalink Responder até Alan Machado Borges em 15 outubro 2012 at 14:26
Seria economicamente superior ( quem sabe ) O número 1 do mundo, desenvolvido e o melhor lugar do mundo pra se viver, pois além de:segurança, emprego e etc teríamos uma linda e respeitada diversidade cultural valorizada pelo resto do mundo.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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