Permalink Responder até SERGIO CABELERA em 5 julho 2010 at 9:27
Permalink Responder até simone bocaiuva em 7 maio 2011 at 18:32
Gabriel ,
Concordo com você na parte em que todos de uma foram ou de outra sofremos bullin,entretanto discordo da sua afirmação que somente a Direção escolar deve prevenir essa situação .Acredito que a prevenção perpassa por toda a instituição e inicia-se na sala de aula com os professores uma vez que são eles que estão diretamente na sala de aula e podem observar o comportamento de seus alunos e assim sinalizar a direção,a familia do que pratica e do que sofre o Bulling além intercalar o esse assunto ao cotidiano de forma interdisciplinar.
Espero que reveja essa questão um abraço ,
Simone
Permalink Responder até Rafaella de Sousa Silva em 8 maio 2011 at 18:22
Simone, comungo com tuas colocações quando dá visibilidade a questão de forma bem mais ampla que um único espaço da escola!
A escola antes de mais nada é GENTE, sem as "gentes" que a compunha, nem escola seria, e sendo isso, ela também é uma comunidade de idéias e tribos, que não devem ser tidas como espaços de guetificação, mais espaços de diálogos diversos, de diversos saberes e potencialidades!
Seja Bulling ou qualquer outra questão, a escola tem que ser re-pensada no todo, e não como a metáfora do "mosaico" de encaixe superficial separado por argamassa, mas, por uma leitura de vida hibrida onde as partes do todo se dissolvem entre si, tomando responsabilidades em comum a esse todo!
Concordo com você e insisto, culpar direção, ou professores, ou alunos, ou merendeiras, ou vendedora de doces, ou porteiro... É apenas disfocar uma responsabilidade para as mãos de um ou outro, que mesmo que quizesse não comportaria o cenário escolar, seus anseios, problemas ou soluções sozinho!
Devemos permanecer atentos, por uma sensibiliadade aberta a negociações que possibilite espaço a todos os transeuntes que são "as gentes", a própria escola...
Permalink Responder até Marcus Vinicius Moura em 25 novembro 2011 at 16:11
prezado gabriel, o bullying não se reserva a escola, esta espalhado por toda lado e com diversas facetas, todos nós devemos estar atentos afim de inibir tais comportamentos.
Permalink Responder até vera freitas em 4 julho 2010 at 4:18
Permalink Responder até Reinaldo Martins Siqueira em 14 agosto 2010 at 21:46
É difícil acreditar que você nunca tenha participado, por que mesmo você não sofrendo e muito menos praticando bullying, com certeza já presenciou. E ser platéia e silenciar também caracteriza bullying.
Por isso acredito que de alguma forma todos nós sofremos ou praticamos bullying.
Diz o velho ditado: "ciscada de galinha não mata pinto". Daí umas boas palmadas podem resolver sim e determinar naquele momento "o quem manda aqui sou eu". Na idade infantil, em muitos casos a conversa, o chamado diálogo que pregam os morderninhos, não funciona. Eu também "venho de longe" e realmente há momentos em que você impede uma criança de repetir várias tentativas de enfiar um dedo na tomada (por exemplo) no tapa e fazendo ela entender que ali, naqueles dois buraquinhos não se pode mesmo definitivamente enfiar os dedos. E olha que antes eu havia chegado ao extremo de fazer uma demonstração, provocando um curto circuito na tomada e mesmo assim esse terrorismo ao vivo, não funcionou. É claro que não se deve bater sem saber como (um tapinha ardido funciona sim) e evidentemente espancar, bater na cabeça ou num local onde o osso pode fraturar é crime e obviamente não será um tapinha por amor e sim por instabilidade emocional. O Sandro Lucena, pode até dizer que não sofreu esse tipo de agressão em casa. Até posso acreditar, mas será uma excessão e pode ser que ele tenha levado sim, uns tapinhas quando criança, mas apagou, não ficou trauma, porque ele absorveu como educativo. Toda criança repreendida dessa forma, sabe entender e absorver esse tipo de coisas. Eu fui um deles, apanhei muito e jamais odiei meus pais por isso e jamais agredi pessoas gratuitamente. Isso pode ser também do proprio carater de cada um. Pode ser genético até e muitos podem agora querer jogar pedras em mim por essa afirmação, dizendo que somos frutos do meio, etc. Nem tanto. Conheço um ditado antigo dos mais certos: "Pau que nasce torto, morre torto". Não há pois quem o conserte, nem pai, tampouco professores. Vou postar oportunamente no meu blog aqui, o texto que já publiquei em alguns blogs, sobre esse assunto.
Permalink Responder até SERGIO CABELERA em 5 julho 2010 at 9:30
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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