Permalink Responder até Reinaldo Martins Siqueira em 14 agosto 2010 at 21:56
Parabéns pela resposta. Irretocável o seu texto. De pessoas que pensam assim é que precisamos para definir o futuro, o rumo da nossa juventude. Esse ponto de vista deveria servir de referencia para todos os pais nesse momento.
Concordo plenamente. Escola dá instrução, educação é obrigação dos pais
Até posso concordar que seja uma função do Estado, mas lembre-se o Amigo que vivemos num sistema capitalista, onde a livre iniciativa nessa area esta livre para avançar e assumir a educação de nossos filhos, já que ao Estado está destinado apenas a camada da população pobre. Essa situação de "bullying"escolar, cujo termo em ingles abomino, pois somos brasileiros e sabemos como nos referir a essa situação especifica em bom portugues, é praticada e estimulada hoje pelos pais de classe média e em boa parte, culpa também dos diretores de escolas particulares que tratam seus alunos como "clientes" e como tal, pagando em dia as mensalidades, falam grosso com os professores e tiram-lhes toda moral.
Hoje por exemplo, é comum um aluno perder o dia e hora da prova previamente marcados e o professor ser obrigado pela diretoria da escola a marcar um novo dia e dar a prova em separado para esse aluno, sem direito a repreende-lo. Que autoridade um professor pode ter numa estrutura mercenária de ensino, onde o Estado não pode interferir praticamente em nada.
Permalink Responder até Sandra Regina Santos em 14 julho 2010 at 19:45
Permalink Responder até rita castro em 8 novembro 2010 at 10:27
Permalink Responder até Bruno Leal em 1 março 2012 at 9:51
Mas será que a escola somente pode punir Patrick? Não creio que esta seja a sua função social.
Acho que a escola pode ter um papel determinante no sentido de atenuar o bullying. É uma questão que passa pelos conteúdos, pelos coordenadores e professores, não acha?
Permalink Responder até SERGIO CABELERA em 5 julho 2010 at 9:32
Permalink Responder até vera freitas em 3 julho 2010 at 16:28
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Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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