Permalink Responder até Lilia Patricia Costa em 26 setembro 2011 at 19:09
Permalink Responder até Breno Araujo em 27 setembro 2011 at 9:50
Permalink Responder até Rafaella de Sousa Silva em 5 outubro 2011 at 22:06
Permalink Responder até Jefferson Ramos da Silva em 27 setembro 2011 at 19:44
Permalink Responder até João Paulo Flores Torres em 3 outubro 2011 at 9:38
Permalink Responder até Fabricio Cavalcanti em 6 outubro 2011 at 11:12
A grande questão é responsabilizar ou como responsabilizar.
Uma brincadeira ou piada é impossível de ser controlada. Porém, o Bullyng é agressão diferente, pensada e com intuitos claros que extrapolam a simples brincadeira.
Eu, como professor, por mais que seja recriminado por isso, acredito sim em medidas firmes e exemplares contra o bullyng. Advertência chamando os pais desde a primeira vez, afastamento do aluno (Mas sendo enviado trabalhos e deveres escolares) e mesmo transferência de unidade explicitando a ele o motivo. Essa de que "crianças" não sabem o que fazem é conversa demagógica de psicólogos.
Permalink Responder até fanny em 18 outubro 2011 at 12:46
Permalink Responder até sergio braga osorio em 18 outubro 2011 at 18:33
Não posso concordar com educadores brasileiros que pensam estar na América do Norte e insistem em
discutir temas antigos como se fossem novos, só que travestidos com termos ingleses. Por favor senhores
respeitem o trabalho dos nossos lexigógrafos, é por nossas crianças que estas pessoas trabalham. Paremos
com esta coisa de inserir termos estrangeiros em nossas conversas, principalmente em discussões que te-
nham enfoque pedagógico, afinal nossa língua mãe é muito mais rica. "Birra, Rixa , Pinima, Pinimba......
Permalink Responder até Marcus Vinicius Moura em 25 novembro 2011 at 16:06
Infelizmente como ainda temos o desprazer de presenciar tamanha ignorancia, contudo, cabe-nos semear de grão a grão para que possamos transformar o modo de ver o outro em nossos alunos.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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