Existem, no Brasil, atualmente, várias publicações de livros, artigos, monografias etc., que abordam a música brasileira em suas diferentes formas, as quais ressaltam a sua importância para a compreensão da diversidade cultural em épocas distintas da história da arte no Brasil, com suas características regionais.
Sabemos que a música pode traduzir a identidade de um grupo social com suas peculiaridades socio-econômicas.
Pensando nesses elemetos que compõem o conjunto da sociedade brasileira, resolvi abrir este Fórum, neste espaço que reune um seleto grupo de pessoas com interesse comum na história brasileira, de forma que possamos aprofundar essa questão e ao mesmo tempo compartilhar conhecimentos.
Atenciosamente
Ariston de Lima
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Entendo que a música pode representar fases históricas do Brasil, no momento em que seus autores procurem participar da vida política do país e dai tirarem suas teses musicais.Também pode participar da história por seu conteúdo regionalista, com o cordel nordestino com sua crítica social, a música sertaneja e a música popular de forma geral em suas várias fases.Durante a ditadura vários compositores tiveram suas obras barradas por terem sido entendidas como críticas ou subversivas, contrárias a um regime "forte" de governo praticado na época.
Permalink Responder até Jose Ariston Alves de Lima em 3 julho 2012 at 8:09
Olá Luiz Carlos. Aradeço pelo seu rico comentário.
Permalink Responder até Brancaleone em 2 julho 2012 at 23:13
" Caia a tarde feito um viaduto..."
" Foi bonita a festa pá, fiquei contente..."
História pura.
Já "eu quero tchu e eu quero tcha" é lixo puro...
Permalink Responder até Jose Ariston Alves de Lima em 3 julho 2012 at 8:03
Concordo que nao dá para comparar as composiçoes a que se referiu em termos de contribuiçao histórica. Embora eu entenda que mesmo as deficientes letras "musicais" atuais, servem para avaliar os comportamentos de segmentos sociais. Ou seja, o nível cultural da nossa juventude.
Permalink Responder até Nilton Francisco de Oliveira em 3 julho 2012 at 19:24
Muito interessante essa questão abordada, acredito que as musicas atuais por mais que faltem em conteúdo, passaram uma séries de valores da sociedade atual , o que será forte fonte de pesquisa histórica daqui muitos anos, e o fato de contarmos com a tecnologia irá contribuir muito pra que possamos futuramente estudar musicas que fizeram sucesso em determinada época e consequentemente, observar aspectos gerais da sociedade em determinado tempo.
É verdade, muitas músicas tem falta de conteúdo, mas elas em algum tempo serão parte da história, porque fizeram o povo feliz, mesmo "Eu quero tchu..."
Permalink Responder até TIAGO RIBEIRO DA COSTA em 25 agosto 2012 at 15:25
é possível um trabalho ou mesmo site que deteve-se em agrupar uma playlist e os períodos da história do Brasil?
Permalink Responder até Rúbia Carla Martins Rodrigues em 26 agosto 2012 at 16:35
A música sempre esteve presente em nossas vivências. Fazem parte de nossas memórias coletivas, afetivas e individuais, assim, representam sentimentos, momentos e até mesmo acontecimentos históricos que podem marcar até mudanças de mentalidades. Isso ficou muito claro e bem expressivo na época da Ditadura Militar com Chico Buarque, Caetano, Gil, Bechior, entre outros. Mas entre esses ai que citei, gosto muito da contribuição musical que Chico criou em relação ao universo feminino, digo até que Chico é o compositor da alma feminina. Ele sempre foi reconhecido como um dos poetas que mais sensivelmente captam o feminino e o exprimem, traduzindo-o em palavras e música. Em sua lírica entranhadamente corporal, emerge o ser e a fala da mulher, de uma perspectiva por vezes espantosamente feminina.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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