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Permalink Responder até Bruno Leal em 11 junho 2012 at 10:02
Interessante, Agnaldo.
Mas pelo que vejo a questão da autoria ainda é uma questão hoje na internet, não?
Permalink Responder até Roger Sildefar em 12 junho 2012 at 15:06
Agnaldo eu achei interessante o que tu falaste. A internet é um meio de fazer pesquisas mas também um meio de formar amizades, inda que virtuais e que podem vir a se tornar "reais". Eu tinha pensado nisso também porque a maioria dos estudiosos do "fenômeno" internet diz que ela a internet torna a pessoa mais solitária ou a afasta do convívio social o que é uma bobagem , e pode justamente ser ao contrário, o internauta busca companhia para sua solidão intelectual ou grau de raciocínio como disseste. Ao contrário do que muitos pensam, a internet não deixa a pessoa solitária e afasta do convívio social como muitos sabidões apregoam, até os famosos nerds que são tido como solitários formam as suas "tribos" urbanas e virtuais. Eu acho que a internet é como uma faca, pode ser usada pra saciar a fome ou para matar, depende muito do uso que fazemos das coisas, para o Bem ou para o Mal. O que eu notei também é que a maioria das pessoas quase não vê mais tv aberta e acessa mais a internet, ainda mais agora com essa febre de ligar o notebook a uma tv LCD...
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 6 junho 2012 at 18:49
Bem, a experiência com internet, como disse, é ampla, mas é uma ferramenta. Muitos alunos cometem o erro de lançar mão do expediente ctrl C + ctrl V e nem averiguam o conteúdo. Assinam trabalhos ou pesquisas deficitárias, com referências erradas, páginas erradas, etc.
Fora isso, com apuro e net é de grande valia, mas como é o reflexo da sociedade, tem muita coisa boa e muito lixo, também...
Permalink Responder até Viviane Oliveira da Silva em 6 junho 2012 at 21:45
A internet vem me ajudado na busca por fontes históricas. De vez em quando preciso rever o nome de algum autor que preciso pesquisar no momento,quando não acho na biblioteca da faculdade,recorro as pesquisas na internet. E ainda me ajuda bastante na elaboração de minhas aulas.
Permalink Responder até Roger Sildefar em 10 junho 2012 at 16:35
Eu não frequento mais bibliotecas públicas, mais embaixo explico o porquê. Pesquiso comprando livros e revistas em sebos ou na internet. Na internet dá mais trabalho porque tem que garimpar.
Não vou mais em bibliotecas, públicas ou não. Motivo: o péssimo atendimento, ninguém sabe dar informações. Parece que trabalham nas bibliotecas pessoas de mau humor e que não gostam do que fazem, pelo menos comigo foi assim.
Eu gosto de sebos, sempre se acha alguma coisa interessante! Aqui na minha cidade tem 3!
Permalink Responder até ana leticia pereira talyuli em 11 junho 2012 at 7:31
Permalink Responder até Roger Sildefar em 11 junho 2012 at 8:35
recentemente eu aprendi a usar e mexer no Torrent, tenho descoberto documentários, filmes, documentos e livros legais de História por lá. Eu uso o Bit Torrent, que eu achei mais fácil de aprender, e uso um acelerador para ele e o Cheat Engine. Sem esses dois, o Bit Torrent fica um pouco lento para baixar, se for filmes.
Permalink Responder até Roger Sildefar em 12 junho 2012 at 10:17
também assisto o History Channel mas pela internet, não tenho tv a cabo. Quem quiser assistir, é só entrar neste link e fechar as janelinhas de propaganda, a imagem é relativamente boa e não fica trabando, pelo menos na minha conexão não fica, eis o link:
http://www.televanbh.com.br/hd-tv-history-channel-brasil.html
Permalink Responder até Leonardo Assis Garcia-Rosa em 12 junho 2012 at 14:09
Acredito que o uso das novas tecnologias contribuem bastante para o desenvolvimento do trabalho do historiador, principalmente na facilidade de divulgação de sua pesquisa como também em entrar em contato com novidades da àrea. No entanto, pra tudo se requer muita cautela, pois muitos saites não são confiaveis.
Agora, no campo do ensino de história, o uso de novas tecnologias em sala de aula requer uma certa urgência por parte dos professores, que ainda estão muito limitados, enquanto seus alunos voam.
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Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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