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Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 30 maio 2012 at 19:25
Boa questão, Bruno. A internet é uma ferramenta a mais, um grande auxílio, mas não o único, nem a palavra final. Como a maioria ainda fica seduzida com o poder da palavra impressa (saiu no jorna, então é verdade), muitos pensam que pelo fato de determinado tema estar na internet, comentado, seja o espelho da verdade. Temos sempre de verificar as fontes, se confiáveis, as referências, quem aborda o assunto, etc, seja na internet ou não.
Permalink Responder até Brancaleone em 30 maio 2012 at 19:55
A internet tem me assegurado o acesso ao contraditório, a versão do derrotado, a versão não oficial.
Permalink Responder até Dina Amaral em 30 maio 2012 at 21:06
Através da internet é mais fácil o acesso a diferentes opiniões sobre diferentes temas, de forma mais rápida. Auxilia muito na pesquisa.
Permalink Responder até Emmanuel Fernandes em 30 maio 2012 at 21:30
Boa noite, eu estou no 4° semestre de Historia da UFRB e pude notar um grande avanço nas pesquisas em historia na universidade onde eu estudo, pois aqui no nordeste é muito carente em profissionais que atuam na área de Historia Antiga e Medieval. Sendo assim as pesquisas se direcionavam para a historia do Brasil Colonia e Contemporânea. Mas de um certo tempo isso foi modificado, pois muitos documento antigos foram sendo digitalizados e compartilhados. Com esse avanço um estudante que simpatiza com o medievalismo pode ter acesso a esses documento ao invés de ter que ir para a Europa pesquisar. Um grande exemplo são os documentos da torre do tombo que já estão digitalizados, documentos esses que alguns anos atras só se encontravam em Lisboa. A internet é uma ferramenta fundamental na vida do Historiador, pois reduz muito trabalho que antes era muito desgastante.
Permalink Responder até Bruno Leal em 4 junho 2012 at 10:13
Ótimo ponto levantado, Emmanuel.
Mas, olha, acho que isso nem é um "privilégio" do nordeste. Aqui no Rio de Janeiro também há poucos profissionais especializados em história antiga e medieval. Felizmente, também tenho observado, como você, essa superação geográfica em termos de fonte. Sem dúvida isso está aproximando os historiadores de seus objetos.abraço e obrigado pela colaboração no fórum!
Permalink Responder até João Roberto Laque em 3 junho 2012 at 18:59
A internet, agora que está consolidada no mundo e tem tradutores mais ou menos confiáveis, possibilita o acesso de qualquer pessoa a todo tipo de texto, imagem e documento e em quase todas as língua.
Só isso já é um imensurável diferencial para o pesquisador.
Permalink Responder até Leonardo de Freitas Onofre em 4 junho 2012 at 10:55
Mais do que um auxílio. Talvez seja necessário pensar a internet, as redes sociais, comunidades virtuais e discursos produzidos nestas como novas fontes a pesquisa histórica. Principalmente no que tange a história do tempo presente, por exemplo, onde é cada mais frequente a simultaneidade entre ações cotidianas e os discursos produzidos por agentes virtuais (navegantes, internautas) que deixam em seus relatos, postagens, fóruns, enquetes suas impressões não filtradas sobre o que veem, pensam sobre a vida politica, social e cultural, as relações de sociabilidade em redes, as manifestações (ou omissões) de opiniões em relação a diferentes assuntos do nosso tempo. Desde o macro ao micro. Desde a revolução no Egito ao evento de jovens testemunhas de Jeová que criam eventos em redes, por exemplo.
Permalink Responder até Benair Scarletelli Storck em 5 junho 2012 at 7:28
A internet veio auxiliar qualquer profissional, em qualquer atividade a ter acesso a informações e atualidades que somente poderiam conhecer se adquirisse livros ou dispendesse recursos financeiros com viagens. A internet nos proporciona a troca de experiências com outros profissionais da área, conhecer novas técnicas, novas metodologias, que podem ser usadas no dia-a-dia. Para os alunos traz importante contribuição quando acrescentamos novos dados ao material didático disponibilizado pelo estabelecimento de ensino, além de possibilitar debates e confrontos com informações que frequentemente são omitidas nos livros didáticos.
Permalink Responder até Amanda Schmidt em 5 junho 2012 at 9:57
os arquivos nacionais, bibliotecas, editoras, imprensa (jornais e revistas) universidades e colecionadores deveriam colocar mais materiais scanneados para historiadores e pesquisadores na internet. um banco de dados (entrevistas, fotos, livros, revistas, jornais, mapas, documentos, filmes, entre outros). geralmente os sites ficam somente no básico.
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 5 junho 2012 at 10:32
Verdade, Amanda.
Permalink Responder até Bruno Leal em 5 junho 2012 at 13:39
Mas temos avançado bastante, não acha Amanda?
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 6 junho 2012 at 15:35
Com certeza a Internet aproximou-nos de algumas fontes que antes nos obrigava a nos deslocarmos para acessá-las. Além disso, um documento histórico digitalizado diminui o contato com o original, dando-lhe mais tempo de vida útil e evitando as consequências comuns do manuseio constante. Acho que o que deve ser repensado é a crítica aos documentos ou às informações postadas. No entanto, através das mais diversas postagens nós temos pistas das fontes, onde elas se encontram, como podemos fazer para achá-las. Sem dúvida nenhuma, como em todos os setores da vida, ela realmente faz a diferença. Nos livrou também,em muitos casos, dos ácaros e das alergias das pesquisas nos arquivos antigos...rsrsrs
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A Memória que me contam - 2013
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A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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