Muitos pesquisadores transmitem experiências que ao se depararem com locais ligados ao passado da escravidão, sentem vibrações negativas, outros apenas remontam isto como uma lógica de fatos históricos.

Alguns pontos ja pesquisados:

- Preto Velho;

- Almas andando pelos locais que ficaram presas;

- Supostamente possuídos em sessões de rezas e por ai vai.....

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Se a escravidão era compatível com a sociedade pecadorae jamais poderia atingir a liberdade interna da alma do homem, como se poderia escravizar legitimamente esses filhos do paraíso de quem a vida externa parecia será expressão espontânea da natureza pura do homem?

Observamos a forma como a historiografia analisa o conceito de escravidão, agora podemos compreender que a visão da coisificação do escravo não deve ser levado ao pé da letra e por isto fica mais clara a participação dos Escravos em cultos católicos, bem como no imaginário apresentado desde sua participação na igreja até o seu sepultamento.

A documentação eclesiástica tem sido bastante profícua aos historiadores interessados na vida dos atores sociais de um período mais recuado no tempo. Várias pesquisas têm renovado os olhares sobre a escravidão e nessa temática tem se destacado a religiosidade escrava. Termos de compromissos de irmandades têm trazido contribuições importantes sobre a organização dessas redes de solidariedade, bem como apresentado aspectos interessantes sobre a morte do escravo dentro do imaginário católico.

Vejo que a cultura africana deixada por nossos antepassados, deixou marcas de sua crença, seus costumes e seus hábitos e que os estudos espirituais utilizam essas crenças da própria origem africana para tentarem explicar algo e até mesmo utilizam esses símbolos como mencionado. A cultura afro deixada, reza por uma das questões mais pautáveis em questões relacionadas a espiritualidade. 

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O historiador Fábio Koifman (UFRRJ) conta ao Café História como transformou mais de sete mil documentos em uma pesquisa histórica bem sucedida e conversa sobre outros assuntos, como a sua relação com os arquivos no Brasil

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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