China crescendo, às custas do meio ambiente e do trabalho quase escravo mas crescendo e praticamente ocupa a parte produtiva da África que mais uma vez serve de "dispensa" dos outros...

India idem, mas sem a África...

Os EUA economicamente borocochôs...

A Europa e a tal "zona do euro" mal se aguentam nas pernas...

Obama definitivamente decidiu diluir o "american way of life" com o povaréu latino...

Os muçulmanos bem devagarinho deixam sus paises de origem (quase sempre teocracias ditatoriais) e migram para a Europa ( e querem transformá-la tambem em teocracias...)

O mundo está mudando. A História está se fazendo.

O que voce acha disso tudo?

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Respostas a este tópico

Eu ainda vou formular uma resposta inteligente, mas os evangélicos dizem que é o juízo final... rsrsrs...

esqueceu do impasse entre Israel e Irã, uma bomba relógio em seus últimos momentos....

 Hoje esta muito instável para definir o rumo certo dessa corrida maluca pelo poder, a china esta a frente até o momento, o seu poder nunca foi tão grande junto aos órgãos internacionais, tem a rússia que esta na furtiva mas demonstrando-se viva, a India crescendo Históricamente na tecnologia, sobre os países europeus vejo ainda um grande parcela de tempos para ela se recompor ( se é que conseguirão ), agora o EUA, apesar da crise que se passa no país, ainda detem em suas mãos o status de potência mundial e que aos poucos se vê perdendo esse status para não muito distante de tempos...

quem mexer seus peões corretamente toma a frente desse tabuleiro .

Crise não é decadência, colapso ou fim. Crise é transição: o esgotamento de um modelo, de um padrão e sua substituição por outro que atenda os anseios do Estado, de seu ideal e de sua sociedade. Crise é o período de tempo em que se processa primeiro o cansaço, depois o esgotamento e em sequencia o fim, para em seguida começar o início do um novo modelo, de um novo padrão e assim se renovar toda uma sociedade e simultaneamente preservar seus valores.

O american way of life consumista não vai mais voltar aos Estados Unidos, pois há algum tempo deixou de ser um valor de uso e se tornou um valor de troca e já foi exportado para países cujas demografias os fará se reproduzir em uma escala maior do que a de seu país de origem.  Se o american way of life chegou ao seu apogeu em uma sociedade que conta com três centenas de milhões consumidores, então será cinco vezes mais poderoso quando for aperfeiçoado em uma que é cinco vezes maior e outra que é quase quatro vezes superior.

 

As matrizes sempre exportam os produtos, modelos, serviços e valores que lhe são abundantes, lhe estão levemente defasados e cujos substitutos já estão simultaneamente em fase de testes e gradativamente sendo introduzidos. Seus destinatários se alegram, cultuam o ufanismo com o simples esboço de perspectiva de em um futuro médio se tornem razoavelmente semelhantes àquilo que os seus fornecedores foram em passado também médio.  Tanto o ufanismo, quanto as propagandas publicitárias e o calor das expectativas populares disseminam insensatez e amnésia de forma inconsciente e sutil entre significativa parte da sociedade e do Estado e ambos esquecem que os modelos que tomaram como exemplo em um passado intermediário – e estão frenética e dissimuladamente tentando imitar e se aproximar - não é o mesmo do presente e jamais será a referência do futuro.

O que estamos assistindo sob o título de ascensão de potências emergentes protagonizado pelos BRICS, nada mais é que fruto das respectivas  versões, sino, hindu e tupi do “american way of life”, que tão bem conhecemos. Este, em sua terra natal está gradativamente sendo recolhido ao passado e em seu lugar já está em decurso a transição de seu sucessor: A sociedade do consumo, está cedendo e dando lugar a uma nova sociedade independente, inovadora e inventiva alicerçada no conhecimento puro e autônomo.

Livremente Pesquisar, desenvolver, inovar, inventar e empreender – Eis o brado da liderança do século XXI.

 

Boa tarde,Carlos

Mais uma vez uma resposta que mostra um conhecimento fora do vulgar ,devias ser professor para que estes teus saberes se propagem neste mundo tao falto de visao.

Nem sempre cometo ,mas estou atento aos teus ensinamentos .

Boas festas

Acho muito importante estudar as notícias atuais, mas não ao ponto de tentar prever o futuro. Se a história se faz por ciclos, o capitalismo será substituido por outro modo de produção e a democracia dará lugar a mais um período de tirania. Sem falar que mais uma revolução industrial virá e outra guerra mundial terá início. Quem sabe tenha outras glaciações e um big bang!! Na América Latina outras ditaduras de Segurança Nacional!!

Mas pra que diabos serviria estudar história e ler notícias a não ser para tentar prever o futuro? Pra que conhecer o passado então?

Para isso tem astrologia!

Rsrsrsrsrsrsrs... Ou a Mãe Dinah, ou a Bíblia, Corão ou Kardekicismo, budismo, roleta,

Brancaleone:

 Na verdade, o "mundo novo" que você descreve não é tão "novo" assim.

Historicamente, a China e a Índia por exemplo sempre estiveram entre as maiores economias do mundo. Segundo estimativas do economista inglês Angus Maddison, o PIB da China em paridade de poder de compra até a década de 1820 por exemplo ainda era maior que o a da Europa Ocidental inteira  e o da Índia era apenas ligeiramente menor. Isso não se deve ao fato de a Índia e a China terem economias muito eficientes ou produtivas, mas sim simplesmente porque são países de população muito grande (quanto maior a população, maior o PIB absoluto). Não seria surpresa nenhuma então se a China, nos próximos 15 ou 20 anos, voltasse a ser a maior economia do mundo. Em termos per capita, entretanto, continuará a ser um país muito mais pobre do que os Estados Unidos ou os países da Europa Ocidental e continuará a ter menos influência mundial/poder do que tanto os EUA quanto a União Europeia.

Segundo, eu discordo da sua afirmação de que os Estados Unidos estão "economicamente borocochôs". A economia americana na verdade está crescendo agora a uma taxa anual em torno de 2 %  o que, para uma economia do tamanho da americana, é um número bem razoável (aliás, muito melhor do que o Brasil nos últimos 7 trimestres desde que Dilma assumiu). E, no ano que vem, é possível que o crescimento americano se acelere ainda mais para a faixa de 2 a 3 %.

  É verdade, porém, que os americanos ainda têm no momento um problema fiscal que, com a reeleição de Obama, ficou mais difícil de ser resolvido, mas não é nada que os ameace até porque o mundo parece confortável em financiar a dívida americana enquanto o dólar se mantiver como a "moeda de reserva" internacional. De fato, apesar de uma dívida bruta superior a 100 % do PIB, o Tesouro americano consegue tranquilamente vender títulos de longo prazo a taxas de juros hoje próximas a níveis historicamente baixos da ordem de apenas 1,7 % ao ano.

Outro ponto importante é que os EUA ainda têm vantagens estruturais inerentes em relação a outros países que vão mantê-los na liderança do mundo por muito tempo. Sua população (310 milhões)  é grande como na China, Índia ou Brasil mas muito mais produtiva e bem educada do que nesses países emergentes. Os EUA têm mais da metade das 100 melhores universidades do mundo, uma grande dianteira tecnológica e científica em relação aos outros países e uma capacidade de inovação e dinamismo muito maiores que seus competidores. E, para melhorar, apesar do seu esgotamento relativo, ainda são um país com recursos naturais abundantes.

As perspectivas da União Europeia por outro lado são mais incertas na minha opinião. Alguns países europeus como a Alemanha, a Holanda, os países escandinavos e, apesar da estagnação econômica atual, mesmo a Inglaterra são altamente competitivos e têm muitas das características positivas dos EUA p.ex. alta capacidade de inovação, setores industriais  e de serviços (financeiros, médicos, educacionais) altamente sofisticados, liderança científica e tecnológica, e assim por diante. Os países "periféricos" entretanto,  como Portugal, Espanha, Itália, Grécia e, no núcleo europeu, mesmo a França têm graves problemas estruturais. A união monetária (Zona do Euro), da qual a Inglaterra e os países escandinavos não fazem parte, foi um grande erro ao querer impor uma moeda única e, consequentemente, uma taxa de juros e de câmbio únicas para países de níveis de competividade e produtividade tão diferentes, sem os mecanismos de "equalização" (por exemplo, transferências fiscais, mobilidade da mão de obra) que existem dentro de estados federais como os EUA. A solução para esse impasse passa necessariamente ou pelo fim do Euro, ou, alternativamente, como quer a Alemanha, por um aprofundamento da união política na direção de um Estado federal europeu. Essa última hipótese entretanto pode provocar um recrudescimento de sentimentos nacionalistas/isolacionistas no interior dos diferentes países europeus caso eles se sintam ameaçados de perder sua identidade/soberania. 

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Era uma vez na Anatólia

A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.

Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.

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