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Permalink Responder até Brancaleone em 13 junho 2011 at 22:27
Pelamordedeus!!!! De novo isso?
Uns tempos atras uma tal de famosa sei lá quem, doutora em sabe-se lá o que la da UNB já se saiu com esta "pérola"!!!
Se é assim então nós os ateus vamos exigir que proibam a Bíblia já que nela nós os ateus e os quase nós os adoradores de lucifer, somos tratados indignamente!!! Fala sério!!!
Se formos chafurdar no passado lieterário deste País vai sobrar uns poucos livros que não sejam racistas, pelo menos na opinião dos atuais " politicamente corretos"!!!
Imaginem só os marcianos quereno processar a gente por causa de Guerra de Mundos? ou a associação de defesa da baleias querendo que recolham Moby Dick?
A maldade esta nos olhos de quem lê!!!!
Fala sério!!!
A tua resposta é muito despectiva como para iniciar uma discussão séria ("uma tal famosa sei lá quem", "doutora em sabe-se lá"). O primeiro seria saber quem é a "famosa" e doutora em que para avaliar suas colocações.
Mas mesmo assim, convenhamos: tu tens ração. Vão sobrar uns poucos livros que não sejam racistas.
E isso é assim porque o Brasil foi e é um pais racista, e não adianta levar as coisas ao absurdo para negar o reclamo e a denuncia. Gostaria de te sugerir a leitura de "O Presidente Negro" de Monteiro Lobato.Procura ler com teus olhos bondosos e fora de toda correção política. Ve se consegues!
U. Cortazzo
LEGAL AMIGO, VOU COMPRAR PRA LER SIM E SE TIVERES E PUDERES ME MANDAR EM PDF, EU TE AGRADECO.
eU SEI. nA VERDADE EU QUERIA ERA QUE AS PESSOAS FOSSEM BUSCA O LIVRO, POIS DAI LENDO PERCEBERIAM QUE RERALMENTE O LIVRO É TOTALMENTE PRECONCEITUOSO E RACISTA, DO INÍCIO AO FIM. DE QUALQUER JEITO OBRIGADO PELO TOQUE VOU POSTAR UM ARTIGO MAIS ESTRUTURADO, BELEZA
Permalink Responder até Isabel Santos em 8 outubro 2012 at 9:33
Brancaleone, sugiro que nem sequer tente por essa sua idéia em prática, sobre a Bíblia, porque
são mais os cristãos do que os ateus como você.
Acabarias logo com a boca cheia de formigas...
Oi Otacilio!
Gostaria de saber as fontes onde se comprova a ligação de Monteiro Lobato com o Ku Kus Klan.
Agradeço muito!
U. Cortazzo
Permalink Responder até Henrique Luiz em 4 outubro 2012 at 6:43
Permalink Responder até Bruno Leal em 5 outubro 2012 at 9:59
Mas que passagens do livro você considera tão ofensiva assim, Otacílio.
Acho que trazendo aspectos mais concretos, nosso debate pode ser mais produtivo.
Permalink Responder até Rafael Fúculo Porciúncula em 5 outubro 2012 at 17:46
Olá, Bruno.
Acho que posso dar um exemplo de Caçadas de Pedrinho:
“Sim, era o único jeito – e Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou que nem uma macaca de carvão pelo mastro de São Pedro acima, com tal agilidade que parecia nunca ter feito outra coisa na vida senão trepar em mastros." (LOBATO, 2009, p. 39)
Certamente, qualquer leitura dessas passagens para quem tem um mínimo conhecimento sobre as teorias eugênicas e sobre a ligação (e as declarações) de Lobato a Renato Kehl, o maior divulgador da teoria no Brasil, poderia ser uma leitura ingênua.
Em uma das cartas enviadas a Kehl, Lobato, falando de seu único romance (O presidente negro), diz:
Renato, Tu és o pai da eugenia no Brasil e a ti devia eu dedicar meu Choque, grito de guerra pró-eugenia. Vejo que errei não te pondo lá no frontispício, mas perdoai a este estropeado amigo. [...] Precisamos lançar, vulgarizar essas ideias. A humanidade precisa de uma coisa só: poda. É como a vinha. Lobato. (LOBATO apud DIWAN, 2007, p. 106)
As declarações falam por si só.
Considerar essa ligação do escritor com os principios eugênicos e enxergar a figura do negro em sua obra a partir de uma perspectiva totalmente distinta.
Rafael Fúculo
Permalink Responder até Rafael Fúculo Porciúncula em 5 outubro 2012 at 18:57
Complementanto.
Fragmentos das correspondências entre Monteiro Lobato e o higienista Arthur Neiva foram publicados na revista Bravo!, em maio de 2011, e reforçaram a discussão sobre o posicionamento racista do escritor. Em uma delas, Lobato declara a impossibilidade de um futuro promissor para um país que continua aceitando a mestiçagem. Além de criticar a mestiçagem em si, declara que a mestiçagem com o negro é ainda mais "problemática":
"País de mestiços onde branco não tem força para organizar uma Kux-Klan é país perdido para altos destinos. [...] Um dia se fará justiça ao Ku-Klux-Klan; tivéssemos aí uma defesa desta ordem, que mantém o negro em seu lugar, e estaríamos livres da peste da imprensa carioca – mulatinho fazendo jogo de galego, e sempre demolidor porque a mestiçagem do negro destrói a capacidade construtiva." (LOBATO apud NIGRI, 2010, p. 26)
Rafael Fúculo
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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