Estamos na geração z, ou seja, denominação que define a geração que nascera com uma gama de tecnologias a sua disposição. Devido a velocidade de tais produções os "zapin's", público que assiste um programa de TV, ouve música no fone de ouvido, permanece 100% conectado pela internet e tudo isso ao mesmo tempo, por isso "zaping". Será que as tecnologias atuais seriam a salvação para tal geração?
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Permalink Responder até Bruno Leal em 11 junho 2012 at 10:04
João Paulo, nenhum pesquisador deve encarar as novas mídias como ferramentas messiânicas ou como salvação de qualquer coisa. Esta seria uma abordagem equivocada para qualquer instrumento em educação, sendo tecnologia ou não. As novas mídias são novas coordenadas em nosso trabalho. E o nosso desafio, neste sentido, é saber lidar com elas, saber fazer uma leitura de onde estas coordenadas nos trouxeram e para aonde estão nos levando.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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