Estamos na geração z, ou seja, denominação que define a geração que nascera com uma gama de tecnologias a sua disposição. Devido a velocidade de tais produções os "zapin's", público que assiste um programa de TV, ouve música no fone de ouvido, permanece 100% conectado pela internet e tudo isso ao mesmo tempo, por isso "zaping". Será que as tecnologias atuais seriam a salvação para tal geração?
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Permalink Responder até Bruno Leal em 11 junho 2012 at 10:04
João Paulo, nenhum pesquisador deve encarar as novas mídias como ferramentas messiânicas ou como salvação de qualquer coisa. Esta seria uma abordagem equivocada para qualquer instrumento em educação, sendo tecnologia ou não. As novas mídias são novas coordenadas em nosso trabalho. E o nosso desafio, neste sentido, é saber lidar com elas, saber fazer uma leitura de onde estas coordenadas nos trouxeram e para aonde estão nos levando.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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