Estamos na geração z, ou seja, denominação que define a geração que nascera com uma gama de tecnologias a sua disposição. Devido a velocidade de tais produções os "zapin's", público que assiste um programa de TV, ouve música no fone de ouvido, permanece 100% conectado pela internet e tudo isso ao mesmo tempo, por isso "zaping". Será que as tecnologias atuais seriam a salvação para tal geração?
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Permalink Responder até Bruno Leal em 11 junho 2012 at 10:04
João Paulo, nenhum pesquisador deve encarar as novas mídias como ferramentas messiânicas ou como salvação de qualquer coisa. Esta seria uma abordagem equivocada para qualquer instrumento em educação, sendo tecnologia ou não. As novas mídias são novas coordenadas em nosso trabalho. E o nosso desafio, neste sentido, é saber lidar com elas, saber fazer uma leitura de onde estas coordenadas nos trouxeram e para aonde estão nos levando.
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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