A cada dia que passa nos cercamos mais e mais de tecnologia por todos os lados, a internet e as redes sociais passaram a ser ferramentas quase que indispensáveis aos seres humanos. No mundo atual onde a relação por meios digitais esta, por muitas vezes, tomando o lugar da aproximação física, onde as redes sociais trouxeram a espetacularização do particular e a invasão da vida cotidiana, onde o usuário é quem traz ou gera a noticia veiculada, onde ele próprio pode se tornar o objeto imaginário que quiser. Em que "lugar" podemos nos posicionar, para formar uma identidade do sujeito social, livre das fantasias das mídias e redes sociais, sem deixar de utilizar esse meio? Essas ferramentas prejudicam a formação do sujeito social dos mais jovens?
Tags: formação, mídias, redes, sociais, social, sociedade, sujeito
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 8 agosto 2012 at 15:10
Tema interessante, pena ninguém ter respondido ainda. Deixe-me tentar...
Sem entrar em grandes complicações, parece que a internet é uma ferramenta. Oferece oportunidades para as empresas engambelarem as pessoas, mas também chances de enriquecer a identidade com elementos vindos de fora e que de outra forma não se tornariam conhecidos. É mais ou menos como o mundo físico, com menos barreiras de distância e mais velocidade.
Quanto ao aspecto de fantasia nas redes sociais... não me agrada muito também (isso e a superexposição, entre outros problemas), mas o outro lado da moeda é que isso existe desde sempre nas relações cara-a-cara. Não é invenção do Facebook a pessoa ter dezenas e dezenas de "amigos" mas ninguém com quem contar quando surge um problema importante.
Permalink Responder até Brancaleone em 8 agosto 2012 at 19:47
Bão né...
Tem umas pessoinhas que levam uma vidinha tão miseravelzinha, tão sem gracinha e absolutamente inúteis que só mesmo criando "personalidades virtuais" para darem o mínimo de razão às suas existenciazinhas dispensáveis.
A internet e as tais redes sociais - aliás eu não tenho feicibuqui...- com raras exeções (café história é uma delas) são apenas uma vitrinezinha onde muita gente aparece, achando que a popularidade virtual serve pra alguma coisa.
De uma forma mais séria, as pessoas estão de certa forma solitárias na multidão e pertencer a algum feicibuqui, orkuti ou tuiter da vida as faz pensar que fazem parte de alguma tribo, bando ou horda.
A despeito do que dizem os filósofos e religiosos, somos animais. Animais que vivem em bandos e aqueles que se sentem sem bando acabam por achar "bandos virtuais", o que é um paliativo ruim e viciante.
A personalidade do animal individual dilui-se no bando ou grupo e quando este grupo é "virtual" a personalidade do bicho (leia-se huamano) acaba por ser tambem virtual.
Os fracos caem nessa, sempre...
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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