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Permalink Responder até Nayara Lago em 1 dezembro 2010 at 0:45
Permalink Responder até Márlio Aguiar em 3 dezembro 2010 at 18:44
Sou graduando em História, pela Universidade Estadual de Londrina, atualmente estou pesquisando para o TCC, que possui como tema a Urbanização da minha cidade e as artes dos fazeres cotidiano (Michel de Certeau).
Olá, Bruno e todos(as) os (as) demais!
Sou Ana Maria Abrahão S. O.. Fiz Mestrado em Literatura Brasileira e Teorias da Literatura (Universidade Federal Fluminense - Niterói/RJ) e sou doutoranda em Literatura Comparada pela mesma Universidade. Estudo Graciliano Ramos (desde o Mestrado)Atualmente, trabalho com a obra memorialística do Velho Graça, "Infância" e "Memórias do cárcere", com ênfase na literatura testemunhal, por isso tenho lido vários livros escritos por sobreviventes do Holocausto, ou melhor, da Shoah (segundo alguns estudiosos, esse é o termo mais adequado) e/ de autores que de forma indireta também possuem algum tipo de ligação com esse tema. Sou professora de Português e Literatura no Ensino Médio. Amo estar com minhas filhas, com meus amigos. Amo Literatura, cinema, música, enfim amo "gente", amo a vida! Abraços e Boas Festas!!!
Meu nome e Wagner F. Macriani , absolutamente autodidata , ou seja nao preso ou ligado a estereotipos educacionais.
Trabalho na area de Tecnologia da Informacao , pesquisador de Teoria do Conhecimento , desenvolvedor de Projeto de Sistematizacao do Conhecimento. Leitor inveterado desde os 06 anos de idade-(aprendi a ler antes de entrar na escola primaria). Leio quase tudo o que me aparece pela frente. Ascendencia grega. Comunista , ateu e profundo critico da mediocridade intelectual brasileira. Citacao preferida-Nihil humanum mihi alienum est -(Terencio)-Nada do que e humano me e estranho.
Saudacoes
Permalink Responder até Jefferson Ramos da Silva em 24 dezembro 2010 at 6:20
Olá, Camarada!!!
O conhecimento é uma amplo espaço de aprendizagem a sistematização busca o compreender da forma, conteúdo e funções das coisas, fenômenos e pessoas. Somos um saco cheio de fluidos teimosamente existindo. Numa incrível confluência de acasos e solicitações da natureza para a criação da consciência. Entendida aqui como uma sucessão incrível disposta em buscar a eficiência máxima com o minímo de custo em energia. Somos mais intrincada rede de sistemas pois constituimos meios complexos para atingir sistemas de informação e situacão. A engenharia de fatores humanos deve sempre levar em conta os aspectos das dimensões corporais e intenções de nosso veículo da consciência.
Tudo que neste caminhar nos últimos 20 anos vemos é uma verdadeira explosão de tecnologia da informação. Contudo numa sociedade de consumo de massa criamos muitas respostas. Mas sem ter as perguntas elaboradas. Temos tudo a mão, mas quanto mais ocorre velocidade em N flot. Ficamos presos ao pensamento mágico, ao fanatismo religioso e a falta de bom senso. Tudo em nome do vazio e a solidão que habita a alma (psi - consciência o que pergunta) humana. O medo da morte e não haver um sentido deixa a maioria assustada. Não percebem que o caminho é o que conta. Não é a chegada. Somos organismos programados pela natureza a buscar respostas e construir coisas para transformar nossas inquietações em atos, acontecimentos e descobertas.
Assim como diria Fernando Pessoa: Tudo vale a pena se alma não é pequena. Vamos colonizar Marte e em pouco tempo inserir a nossos pensamentos em dispositivos bioeletrônicos. A imortalidade da consciência via download. A inteligência artificial, a neurociência, a biotecnologia e cybercultura, vão dar novas velhas maneiras de realizar a exploração e alienação do capital. Quanto mais tecnologia maiores as diferenças. Novos inimigos a combater frente as mudanças ciclicas do capitalismo. Ele reinventa-se com o objetivo de manter o controle hoje de modo diluído e sofisticado. Travestido em pretensa liberdade. Mas contudo devemos fazer a crítica. Os meios criados pela burguesia dão conta da subjetividade humana. O desejo, imaginário e o lúdico. São comtemplados, não é o ter que conta. Mas o sonhar em possuir. Virtualidade da tecnologia dá uma falsa sensação de domínio e ação frente as coisas que nos cercam. A ideia do progresso com sacríficio, levando um casamento perfeito entre a religiosidade cristã e a ideia de processo de adquirir propriedades.
Estamos sempre no princípio da complexidade máxima com o infímo de meios. A teoria do caos, a irregularidade regular. Tudo possui uma determinada ordem estabelecida por variáveis ainda não medidas. O que hoje é mágico ou milagre vai dentro em breve ser possível de comprar numa loja.
A intuição não é nada mais que um mecanismo précongnitivo altamente sofisticado no plano do inconsciente processando dados em alta velocidade mensurando alterações minimas do ambiente ou das pessoas. Interpretação de sinais em átinos de milissegundos. A ciência já compreende os milagres, como resultados intricados de uma sucessão de acasos ou disparos neuroquímicos que geraram alterações profundas no sistema imunológico.
Num curto espaço de tempo 200 000 mil anos fizemos coisas sensacionais. Mas no último século, realizamos proezas de saltos astronômicos. O homem viajou à lua no início do sec. XX com Georges Milié, no cinema. Menos de 70 anos depois estavamos como nossos corpos no satélite natural.
Pascal, estava certo somos um frágil caniço, mas pensante. Ávidos por entender tudo, todos a todo o tempo. Porque somos uma espécie entre a chegada de um meteorito e a espera de outro.
Permalink Responder até Rafael Ferreira de Paula em 24 dezembro 2010 at 8:50
Permalink Responder até caroline brito chaves ramos em 7 janeiro 2011 at 9:28
Nossa é muita gente falando..
hehehe
Permalink Responder até Vanessa Ladaniuski em 3 junho 2011 at 14:03
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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