Alguém sabe pq Isaac Newton era tão obcecado em desvendar a Biblia??

O  q será q continha na ou contém na Biblia fazendo com q Newton tentasse interpreta-la de todas as formas?!

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Respostas a este tópico

Olá Joaquim.
Estou aqui acompanhando as postagens da Lilian e com alegria li teus comentários.
Gostaria só te dizer que, ao participares dos grupos em que estou e, te dirigires diretamente a mim, por gentileza, quando sentires alguma dificuldade em te manifestares em nosso lindo português, estejas à vontade em o fazeres em alemão mesmo, eu te entenderei também.
Um caloroso abraço.
olà leonardo .Eu falo e escrevo alemao ,assim como ingles ,mas nao domino ,eu sò estive seis meses na escola de alemao e resto foi sempre a trabalhar .Gostava tambem que agora estou em casa ,mas durante o dia quando escrevo estou no tàxi e nem sempre me posso concentrar ,gostava de vos dizer que tenho um prazer enorme em participar neste café historia ,tambem escrevo no diario econòmico de Portugal diàriamente e às vezes num pequeno jornal daqui .A internet è realmente uma maravilha de Deus posta à nossa disposicao para aprender mais .Um abraco a ambos
Olá Joaquim.
Então escrevas na língua em que melhor te manifestas. Eu entendo perfeitamente o que escreves em nosso idioma, "a última flor do lácio".
Que legal, então escreves para um jornal econômico de Portugal e para um jornal de Munique, eu tenho como acessar estes jornais pela internet? Assim poderei saber sobre o que falas sobre economia.
A internet realmente é uma maneira maravilhosa de divulgação de idéias, fatos, notícias e comunicação em geral. Por ela, através do Skype, falamos com os parentes da minha esposa aí na Alemanha, podendo nos ver pela webcam e isto sem custo algum.
Um abraço.
olà leonardo e lilian ,simplesmente ,diàrio econòmico ,è o jornal mais lido na internet e em papel è considerado muito bom .O Portugal Post ,è de dortmund e è mensal em papel ,mas tambem està na net .Por hoje è tudo .Um abraco
Olá Joaquim.
Poderias nos passar o endereço dos dois jornais na net para que possamos acessá-los?
Estou curioso para conhecê-los e ver teus artigos postados por lá.
Um abraço.
Assim como Kepler, Newton foi considerado como “religíosissimo” por alguns biógrafos, e de fato freqüentava com a regularidade necessária os serviços religiosos da capela anglicana local, pois na sua condição de estudante pobre – subizar na terminologia de Cambridge, servitor na de Oxford – precisava prestar serviços a professores e alunos não subvencionados para, por sua vez, ser subvencionado no custo das aulas. Nesta condição de aluno subalterno na hierarquia de Cambridge, não lhe cabia desrespeitar o modus vivendi religioso e, posteriormente, mais ainda na condição de professor do Trinity seria extremamente inconveniente se não adotasse os hábitos de seus pares. Na verdade, ele era arianista – um dos primeiros cismas ou heresias do cristianismo, combatido por Santo Hilário, entre outros, no século IV – e ser arianista significava, curiosamente, recusar o dogma da Santíssima Trindade (Trinity, em inglês), que pode ser considerado como o principal da fé cristã. Esta heresia, que não aceitava a divindade de Jesus Cristo, era duramente combatida, também, pela Igreja anglicana.

“Pensando nela continuamente” foi a resposta que Newton deu quando lhe perguntaram como havia descoberto a lei da gravitação universal. Esta resposta também poderia ser dada com referência ao cálculo infinitesimal (cuja primazia dividiu com Leibniz) e aos seus extensos estudos sobre a luz. Foi talvez se baseando nesta compulsiva concentração mental que sua mais famosa biografia, escrita por Richard S. Westfall, recebeu o título de “Never at rest”, algo como “sem descanso”.

Para as pessoas comuns, física e metafísica podem parecer áreas distintas, mas não para aquelas que possuíam uma mente privilegiada como a de Newton. Ressalte-se, porém, que Newton foi um gênio da física pela sua mente, inquiridora, e não pelo seu gosto pela metafísica. O que parece mais provável é que apenas o rigor lógico-matemático das ciências exatas não satisfazia sua busca pela verdade, a qual é muito mais desafiadora nas questões espirituais. Assim, a matemática e a filosofia natural (conhecimento da natureza) eram obsessões compartilhadas com a alquimia e o estudo da Bíblia.

Mesmo na liberal Inglaterra, a Igreja anglicana tinha os seus cânones. Após quatro anos como mestre de humanidades, ele dispunha de um prazo de três anos para, conforme as regras, ser ordenado no clero anglicano e, se não o fizesse, seria quase certa a sua expulsão da universidade. Esta circunstância gerou nele um conflito quanto a optar entre a fidelidade à sua crença arianista e sua promissora carreira de professor do Trinity.

Ao contrário das idéias de seus antecessores cientistas como Copérnico, Galileu e, até certo ponto Kepler, as descobertas de Newton na área da física (gravitação universal, teoria sobre a luz e estudo sobre sua composição e conceito de força aplicada ao movimento) não conflitavam com os escritos bíblicos e então não enfrentou problemas com a Igreja anglicana da ilha – a velha Albion - e nem com as do continente, católica ou protestante. Não obstante, durante toda a sua vida adulta ele viveu esse conflito de dissimulação de sua crença arianista frente à religião oficial e, no seu caso, mandatória.
Isaac Newton:fé e física
Isaac Newton, quem diria, era um religioso fanático, obcecado por experiências místicas. E esse lado oculto foi essencial para ele se tornar o pai da ciência moderna.
por Leandro Narloch
O homem que descobriu a gravidade e as leis do movimento, criou a ótica e reinventou a matemática também legou à humanidade receitas para transformar metais em ouro, remédios feitos com centopéias e uma lista de pecados que costumava anotar em seus cadernos. Passou a vida estudando a Bíblia para prever quando Jesus voltaria à Terra.

Contraditório? Não para a época. Quando Isaac Newton nasceu, na Inglaterra de 1642, matemática, religião, ciência e magia se confundiam. Astronomia e astrologia eram a mesma coisa. Alquimia e química também. “O século 17 foi uma transição entre a Idade Média e o Iluminismo”, afirma o físico Eduardo de Campos Valadares, professor da UFMG e autor do livro Newton - A Órbita da Terra em um Copo d·Água. “Os homens que criaram o nosso jeito de pensar viveram com idéias medievais, barrocas, e tementes a Deus.”

No caso de Newton, o misticismo e a religião não só conviveram com a ciência como a fortaleceram. “Seu mergulho profundo nas experiências alquímicas e nas raízes da teologia pode ter influenciado seus pensamentos a respeito de uma visão mais ampla do Universo”, afirma Michael White, autor da biografia Isaac Newton – O Último Feiticeiro.

Até o século 20, Newton era conhecido como um cara racional. Após sua morte, escritores trataram de ressaltar seus feitos e sua obra-prima, o Philosophiae Na-turalis Principia Mathematica (“Princípios Matemáticos da Filosofia Natural”). Nesse livro, ele mostrou, matematicamente, que um corpo parado ou em movimento tende a ficar assim se não houver outra força na jogada. Com a Lei da Gravitação Universal, Newton provou que todos os corpos do Universo, seja a Lua ou uma maçã, obedecem à mesma força de atração. Mas o outro lado de Newton passou batido. Só veio à tona em 1936, com o economista John Maynard Keynes, o criador da Teoria do Estado de Bem-Estar Social. Depois de ter acesso a documentos e anotações do físico, Keynes deu uma palestra mostrando-o como um místico e fanático. “Newton não foi o primeiro da Idade da Razão. Foi o último dos mágicos”, disse Keynes.

Newton morreu afirmando que o movimento e as órbitas dos planetas eram definidos por Deus, assim como a composição da matéria. “Se os homens, animais etc. tivessem sido criados por ajuntamentos fortuitos de átomos, haveria neles muitas partes inúteis, aqui uma protuberância de carne, ali um membro a mais. Alguns animais poderiam ter um olho só, outros, mais dois”, escreveu.

Científico e religioso, ele fez da matemática um modo de estudar a Bíblia. Fazia cálculos imensos para confirmar as histórias bíblicas mais inverossímeis. Um exemplo é a criação do mundo em 7 dias. Newton acreditava na criação por Deus e, para resolver o problema de um tempo tão curto, observou que a Bíblia não afirma quantas horas durava um dia no momento da Criação. Como ainda não existia Terra nem movimento de rotação, um dia poderia ser quanto Deus decidisse. Para fazer previsões sobre o futuro do mundo, Newton não se baseou nos dias contados pela Bíblia. Ele tomou como base o gafanhoto, uma das pragas de Deus no Antigo Testamento, que vive em média 5 meses. A partir desse número, ele cravou que os judeus voltariam a Jerusalém em 1899, e em 1948 ocorreria a segunda vinda de Cristo à Terra. Depois, se passariam 1000 anos de paz.

Previsões eram importantes porque a vida, na época, não era nada fácil. Nos anos 1600, 90% da população inglesa vivia no que se chama hoje de pobreza absoluta. Em 1665, 100 mil ingleses morreram de peste negra. Em 1666, “ano da Besta”, a peste continuou e, para piorar, um incêndio queimou 13 mil casas e 87 igrejas de Londres. Procissões anunciando o fim do mundo eram comuns nas estradas da Inglaterra.

No best seller O Código Da Vinci, Newton aparece como um dos membros do Priorado de Sião, a organização secreta que protegeria dos católicos o segredo de Maria Madalena como mulher e sucessora de Jesus. Nada se sabe sobre o priorado ou a crença de Newton em Maria Madalena, mas o resto de suas idéias passa perto do livro de Dan Brown. Puritano radical, Newton seguia o arianismo, doutrina que considerava Jesus Cristo um intermediário entre Deus e os homens. Essa visão é contrária à da Igreja Católica, que tem como símbolo máximo de Deus a Santíssima Trindade (“Pai, Filho e Espírito Santo”).

A Igreja Católica era tudo o que Newton mais odiava. Chamava-a de Anticristo – ou de a “meretriz da Babilônia” – e acreditava que todas as mentiras do mundo tinham começado no Concílio de Nicéia, em 325. O concílio estabeleceu toda a simbologia cristã que se usa até hoje. Ali foi decidida a força da Santíssima Trindade e a ambivalência entre Jesus e Deus. Newton achava que isso era fruto da corrupção dos políticos romanos, preocupados em conquistar mais fiéis.

Para o biógrafo White, a fascinação de Newton por uma figura bíblica, o rei Salomão, influenciou na criação da gravitação universal. Salomão teve seu templo construído por volta de 1000 a.C., em Jerusalém. Seguindo o Livro de Ezequiel, Newton imaginou o templo com um fogo central, onde aconteciam sacrifícios, e os discípulos de Jesus colocados em círculo ao redor. “É visível o paralelo entre o sistema solar e o templo: os planetas correspondem aos discípulos, e o fogo do templo é o modelo do Sol”, afirma White.
olà lilian.Na perola de grande valor ,livro de Abraao, explica esta relacao com os outros mundos e os dias e horas ,anos etc.Um abraco
Metal em ouro

Newton foi uma criança solitária. Aos 3 anos, a mãe o deixou com parentes e foi se casar com um coroa rico. O filho passou a infância lendo livros de teologia, que discutiam detalhes complicados da Bíblia. Aos 13, leu Os Mistérios da Natureza e da Arte, de John Dare, livro que copiou quase inteiro e usou como fonte de inspiração. O maior passatempo era brincar no laboratório de um boticário que o hospedou por um tempo. Foi ali que ele teve o primeiro contato com a química. Passava os sábados sozinho no fundo da botica, inventando remédios e anotando doenças – montou um caderno com 200 delas. Na escola, era relaxado e autodidata. Só começou a estudar matemática aos 19 anos, quando entrou no Trinity Colegge, em Cambridge. Depois das aulas, anotava os pecados que havia cometido: “desejar a morte ou esperar que ela ocorra a alguém” ou “roubar cerejas”.

Quando adulto, Newton virou um chato. Passava a maior parte dos seus dias sozinho com suas pesquisas. Como aluno e depois professor em Cambridge, tinha poucas conversas. Se ofendia facilmente, era vingativo e preferia não publicar seus trabalhos. Quando publicava algum, escrevia somente em latim e proibia que os textos fossem traduzidos para o inglês. Não queria que qualquer alfabetizado tivesse acesso a suas obras e pudesse criticá-lo. Newton nem mesmo tinha alunos. “Tão poucos iam ouvi-lo, menos ainda o entendiam, que com freqüência ele, por falta de ouvintes, lia para as paredes”, escreveu em diário seu assistente na universidade.

Newton gostava de trabalhar sozinho porque tinha medo que descobrissem sua arte secreta: a alquimia. No século 17, os experimentos alquímicos atingiram o auge. Por toda a Europa, vendedores de manuscritos ilegais distribuíam teorias sobre a pedra filosofal e guias para obter o elixir da longa vida. Newton era fascinado por esses objetivos e pela idéia de conseguir achar uma explicação única para todos os fenômenos da natureza. “Ele encarava o aprendizado como uma forma de obsessão, uma busca a serviço de Deus”, afirma James Gleick, autor de Isaac Newton. “Os alquimistas trabalhavam como uma sociedade secreta, com medo da perseguição da Igreja”, diz Valadares. Eles usavam pseudônimos e se comunicavam por códigos. O criador da gravitação universal se chamava Jeová Sanctus Unus, um anagrama de Isaacus Neuutonus, seu nome em latim.

Em 1970, uma análise química mostrou uma concentração enorme de chumbo e mercúrio nos cabelos de Newton. Era o que se esperava. Por quase 30 anos, entre 1666 e 1696, época em que produziu a maioria de sua obra científica, Newton gastou muito mais tempo tentando criar o mercúrio filosofal que estudando as leis do Universo. Passava noites em claro cercado de fornalhas, misturando metais em um cadinho. Anotava metodicamente verbetes e experiências. Em 1670, os rascunhos viraram o livro A Chave, formado por receitas e verbetes alquímicos. Também fazia experimentos esquisitos, como ficar olhando para o Sol o máximo que conseguisse só para ver o que aconteceria e enfiar furadores nos olhos para tentar descobrir o que havia atrás.

Esse alquimista começou a aparecer na cena acadêmica da Inglaterra com a criação de um telescópio de reflexão, em 1669. Tratava-se de um modelo pequeno, quase do tamanho de uma luneta, capaz de mostrar Júpiter e suas luas. O aparelho virou febre nas reuniões da Royal Society, o clubinho de cientistas da época, e foi apresentado ao rei Carlos 20. Depois, Newton cedeu à insistência de um amigo e decidiu encaminhar à sociedade um texto sobre a Teoria das Cores. Com o artigo, o mundo ficou sabendo que a cor branca era a soma de todas as outras – e o prisma era capaz de separá-las. O pessoal da sociedade ficou impressionado, e Newton, aos 29 anos, acabou virando membro da Royal Society, do qual seria presidente.

Ele queria provas

Apesar do reconhecimento, Newton seguiu isolado em Cambridge fazendo experiências místicas. Mas passou a ter contato com os filósofos naturais por cartas ou por meio da correspondência oficial da Royal Society. Esse periódico era um protótipo das revistas científicas de hoje, incluindo de pesquisas óticas a relatos sobre hermafroditas, unicórnios e lobisomens.

O contato com os cientistas trouxe dor de cabeça. Newton passou a travar polêmicas brabas com quem discordava de suas idéias. O primeiro inimigo foi Robert Hooke. Apesar do sucesso de ter descoberto a célula, Hooke era um picareta do século 17: anotava em um diário detalhes de noites com várias mulheres, afirmava ter inventado 30 formas de voar (mas não divulgava, para que ninguém as copiasse) e adorava colocar Newton em contradição. Mas a pendenga mais longa Newton travou com o matemático alemão Leibniz, disputando o mérito pela invenção do cálculo, método que permite calcular áreas, volumes e a taxa de mudança em qualquer ponto da função, hoje fundamental para descobrir desde a posição de uma nave espacial até ganhos de uma aplicação financeira. A polêmica sobre quem criou o cálculo permanece.

Mas a amizade e as brigas com os colegas ajudaram Newton a criar suas maiores teorias. Em 1684, ele recebeu a visita de Edmund Halley, um astrônomo curioso a respeito de suas idéias sobre as forças entre o Sol e os planetas. Quatro anos antes, um cometa havia passado duas vezes pelo céu da Europa, fazendo a astronomia entrar na moda. Na época, a idéia da gravitação universal era comentada, mas ninguém conseguia prová-la. Halley fez o professor de Cambridge tentar. Na mesma época, Newton passou a trocar cartas enfurecidas com Hooke sobre o que aconteceria com um objeto solto no alto da Terra. Hooke mostrou várias vezes à Royal Society que Newton havia feito previsões erradas sobre a trajetória do objeto. Isso irritou o alquimista.

Meses depois, impulsionado pelo objetivo de se vingar de Hooke, Newton chegou à Lei da Gravitação Universal. “A correção de Hooke fez com que eu descobrisse o teorema”, confessou anos depois. Com o apoio de Halley, que acabou virando nome do cometa, Newton publicou os Principia em 1687. A gravitação universal foi descrita na última parte do livro. Segundo essa lei, a força entre os planetas depende da massa dos astros e é inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separam do Sol. E isso vale para todas as coisas. “Essa teoria faria Newton mostrar que as forças que regem o Universo podem ser demonstradas em menor escala aqui na Terra”, diz Valadares. As 3 primeiras partes dos Principia tratam da inércia do movimento dos corpos. Esses princípios fundaram a dinâmica, ciência que usamos hoje em dia até para calcular se dá tempo de atravessar a rua. Idéias assim, na verdade, já tinham sido pensadas por outros filósofos naturais da época. A diferença é que Newton conseguiu prová-las com base em dados reais das órbitas dos planetas e cometas.

O que havia de revolucionário em Newton não era tanto o que ele pensava, mas como pensava. “A ciência do século 17 não é de resultados palpáveis”, afirma o físico Eduardo Valadares. “O que Newton fez foi estruturar uma maneira diferente de ver o mundo.” No século 17, teses não provadas eram tidas como certas – como a idéia de que o Universo era composto de um éter gosmento que envolvia os planetas – e ninguém achava que fosse necessária alguma comprovação. Newton, diferente da maioria dos colegas, não se dava por satisfeito com uma boa idéia. Foi ele quem fez da ciência um sistema de lançar hipóteses que precisam ser verificadas na prática e matematicamente. É assim, usando o método newtoniano, que nós pesquisamos e pensamos hoje. Não à toa, Newton teve como um dos seus melhores amigos o filósofo John Locke, pai do empirismo, segundo o qual a base do conhecimento não era a imaginação, mas a experiência.

Depois de ter publicado os Principia, Newton foi consagrado e virou figura chique da Inglaterra. Apesar de pouca gente entender o que ele dizia (mais ou menos como as idéias de Einstein), ficou rico e famoso. Foi convidado a participar do Parlamento britânico, tornou-se diretor da Casa da Moeda e presidente da Royal Society. Depois da virada para o século 18, suas idéias começaram a ser usadas na construção das máquinas que iniciariam a Revolução Industrial e no método racionalista do Iluminismo. Nos últimos anos de vida, passou a dedicar mais tempo ao estudo da Bíblia. Suas contas sobre as previsões do Apocalipse viraram uma obra póstuma, Observações sobre as Profecias de Daniel. Foi nela que ele cravou o ano de 1948 como data da segunda aparição de Cristo. Em 1727, enquanto os criadores das máquinas a vapor nasciam na Inglaterra, Newton morreu tentando descobrir a data que Deus tinha marcado para o Juízo Final.
olà lilian .Artigo fantàstico que mostra em que pessoas com uma capacidade de raciocinio fora do normal nao conseguem entender coisas simples ,como por exemplo partilhar os nossos conhecimentos com os outros ,assim como estamos agora a fazer ,mas è mesmo assim, Deus nao dà os talentos todos a uma sò pessoa.Omundo nao acaba ,passa por transformacoes ,o que vem a seguir é o Milènio ,mas antes concerteza vai haver muito sangue ,porque a terra antes de passar ao Seu estado Celestial tem que dar ainda muitas voltas .Um abraco
Olá Joaquim.
Tudo bem contigo e tua família?
Muito trabalho por aí?
Meu nobre amigo, farei contigo agora um exercício, não me leve a mal, mas, como gosto de estudar muito, ler é algo comum em minha vida e principalmente reler aquilo já lido, para poder ter uma nova oportunidade e uma nova maneira de interpretar o que estou estudando ou querendo entender. Pois então vamos lá: num dos comentários que postastes sobre Newton, assim te referistes a ele:

"olà a todos .Embora lhe atribuam um cociente de inteligencia tao elevado eu nao concordo ,e a nivel de inteligencia devia-se ter mantido pela ciencia .Era anglicano e ele sabia que esta religiao è o fruto duma birra dum rei com o papa ,ora nunca podia ser verdadeira ,mas pronto naquele tempo parece que a escolha nao era muita .O mundo nao termina ,transforma-se .O fim do choro de todos os problemas ,è o Milènio ,onde o pròprio Cristo vai reinar .O mundo nao acaba ,passa por transformacoes .Apocalipse ,quer dizer revelacao e nao fim do mundo .cumprimentos".
Em outro:

"olà lilian .Artigo fantàstico que mostra em que pessoas com uma capacidade de raciocinio fora do normal nao conseguem entender coisas simples ,como por exemplo partilhar os nossos conhecimentos com os outros ,assim como estamos agora a fazer ,mas è mesmo assim, Deus nao dà os talentos todos a uma sò pessoa.Omundo nao acaba ,passa por transformacoes ,o que vem a seguir é o Milènio ,mas antes concerteza vai haver muito sangue ,porque a terra antes de passar ao Seu estado Celestial tem que dar ainda muitas voltas .Um abraco".

Gostaria de saber exatamente qual a tua opinião sobre Newton.

Um caloroso e fraterno abraço.
ola leonardo .Segundo a història newton tem o mais alto i.q. de todos .No primeiro comentàrio ele referiu-se a coisas que lhe sao vedadas ,porque nao è Sacerdote ,e por isso nao as podia entender ,no entanto se tentarmo-nos por na , situacao dele porque nao tinha muita escolha fez o que podia ,a minha queixa è que penso que nao aceitava a TRINDADE ;e para quem tem um cociente de inteligencia tao grande isso nao podia ser uma duvida .Quando digo que è grande no outro artigo ,è por ter uma capacidade de raciocinio grandiosa que lhe atribuo ,assim como era o professor Agostinho da Silva ,e tambem porque eu nunca antes tinha lido sobre Newton, espero ter respondido

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