Afinal,a princesa Isabel tem ligação perante a libertação dos escravos?

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A abolição da escravatura deve também, e principalmente, ser olhada, estudada e questionada sob a ótica ECONÔMICA e indagar: quais foram os interesses econômicos subjacentes ao movimento abolicionista que desaguou na Lei denominada de "Áurea"? Creio que sem esses questionamentos, você, Lala, não encontrará a resposta que provavelmente a aflija. TARCÍSIO RODRIGUES PEREIRA.
É verdade Tarcísio, estamos esquecendo aqui de informar que a Inglaterra, que fez sua Revolução Industrial e era o país que (tal qual os Estados Unidos hoje) pretendia colocar o mundo sob seus pés, tinha um grande interesse na abolição dos escravos... afinal de contas, livres eles seriam consumidores e consumidores são um bem caro ao capitalismo de quem quer vender.
O problema dessa historiografia, que tenta explicar tudo pela questão econômica é que ela é cega a todo um movimento social que se instaurou no século XIX e que ajudou e foi fundamental para minar as bases da escravidão no Brasil.
Errata

Francemberg colocou acima que a abolição da escravidão completou 102 anos em 2010, aonde estiver exposto, leia-se: 122 anos
Sheila Cruz colocou que a data da lei foi 22 de maio, aonde estiver exposto, leia-se 13 de maio

Perdoe-nos pelo equívoco
Ok,muito obrigada.
A abolição da escravidão teve algumas variantes, mas nenhuma de cunho humanitário, teve interesse econômico onde os ingleses necessitavam de consumidores para os seus produtos, teve a busca pelo poder político e teve a questão do branquiamento da nação, onde alguns via no fim do tráfico negreiro, a possibilidade do pais ficar com traços europeus.
Carlos, recomendo que vc leia a nova historiografia sobre o assunto que descobriu muitos fatos novos e que certamente o deixará bastante instigado... sua opinião pode mudar bastante, ou talvez acrescente à ela alguns dados que também tiveram muita relevância, alguns deles diretamente ligados à humanidade sim... mas também muito ligados a resistência.

Leia os outros comentários postados até aqui, tem uma bibliografia interessantíssima indicada.
Grande abraço.
Lendo o livro 1808 que o amigo MP me emprestou procurava uma introdução para fazer um comentário sobre o capítulo O Chefe da Polícia, foi quando lendo um artigo do médico mexicano Federico Ortiz Quezada, li: "Vivemos como Janus bifronte [o deus romano que tem duas faces] contemplando a desigualdade. Por um lado, a pobreza extrema e, por outro, a insultante riqueza". Eram os efeitos disto que o chefe Viana combatia, por linhas tortas.
"Uma bomba populacional abalou o Rio de Janeiro nos treze anos em que a corte portuguesa esteve no Brasil. O número de habitantes dobrou, metade da população era escrava. A criminalidade atingiu índices altíssimos. 'Nesta cidade temos sido muito insultados pelos ladrões', relata o arquivista real Luiz Joaquim Marrocos em uma carta ao pai, 'em cinco dias contaram-se 22 assassinatos e numa noite defronte à minha porta fez um ladrão duas mortes'. A maioria da população andava armada. Pouca gente se arriscava a sair desacompanhada à rua depois do anoitecer. A mulher do embaixador americano foi atingida no olho por uma pedrada enquanto estava dentro de sua carruagem na rua do Ouvidor. Os agentes eram implacáves e truculentos. Sem se importar com qualquer procedimento legal, mandava que seus soldados prendessem e espancassem". Do livro 1808.
Uma sociedade com uma diferença social menor não fica completamente em paz, os espíritos criminosos não vicejam só na pobreza, mas a violência diminui muito numa sociedade mais justa. Nessa situação, um chefe de polícia que agisse dentro da lei seria bem diferente do Dr. Viana. Enquanto a família real estava no Rio de Janeiro esta autoridade entendia que não podendo dar uma vida mais digna aos negros alforriados o que se devia fazer era mantê-los sem liberdade de expressão e tratá-los sem dignidade alguma. Entre seus afgentes o mais famoso foi o capoeirista major Miguel Nunes Vidigal "que se tornou o terror da malandragem carioca". Veja que o Rio não mudou muito em duzentos anos.
Ah, ia esquecendo, por seus inúmeros trabalhos o meganha Vidigal ganhou um terreno que seus descendentes não cuidaram, foi invadido pelos pobres, na maioria negros, como os que ele perseguia, e se tornou a favela, hoje comunidade, do Vidigal. Tudo que se faz tem um retorno.

Sim teve...........E só poderia ser assinado por uma pessoa de um bom cárater como o dela........Independente dos fatos externos e internos que stavam ocorrendo no Brasil e na Europa...

Abraços


I
NOME -> Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon 

ESTA ASSINATURA MUDOU O BRASIL 
VAMOS LA VAMOS TENTAR ENTENDER ESTE MOMENTOS NA HISTORIA QUE TUDO MUNDO SE PERGUNTA !
VENHOS NESTE TEXTO DANDO VALOR A QUE POR VENTURA ESCREVEU DANDO NOME DO AUTOR QUE SE CHAMA              ( Fernando Fernandes) 
 
A escravidão foi a grande nódoa dos primeiros quatro séculos de história do país. Sua abolição veio como fruto de um longo processo, mas foi a Princesa Isabel que ganhou o status de redentora da raça negra. Seu mapa ajuda a entender por que o peso do símbolo foi mais forte que o peso dos fatos.

Qual a real importância da Lei Áurea e da participação da Princesa Isabel para o fim do trabalho escravo no Brasil? A resposta pode estar em alguns números: quando a Lei Áurea foi sancionada, havia pouco mais de 700 mil escravos no país, menos de 6% de sua população total. Em São Paulo, já quase não havia escravos desde antes de 1880, substituídos nas fazendas de café pela mão de obra dos imigrantes italianos. Províncias inteiras já estavam livres daescravidão, como o Ceará e o Amazonas, que a extinguiram ainda em 1884.

O fim do cativeiro dos negros era questão de tempo. Com a proibição do tráfico negreiro em 1850 e com a Lei do Ventre Livre de 1871, o sistema escravista tendia ao desaparecimento natural, pela absoluta falta de braços. Em 25 de outubro de 1887 o Exército manifestara sua terminante recusa de perseguir escravos fugidos, solicitando à Princesa Isabel que não lhe atribuísse tal missão. Quem melhor expressou essa atitude foi o marechal Deodoro da Fonseca, ao escrever:

Diante de homens que fogem calmos, sem ruído, tranqüilamente, evitando tanto a escravidão como a luta e dando, ao atravessar cidades, enormes exemplos de moralidade, (...) o Exército brasileiro espera que o governo imperial conceder-lhe-á o que respeitosamente pede em nome da humanidade e da honra da própria bandeira que defende.

A mesma bandeira imperial, aliás, que Castro Alves retratara maculada pela barbárie da escravidão no inflamado poema O Navio Negreiro:

Auriverde pendão da minha terra
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança,
Tu, que da liberdade após a guerra
Foste hasteada dos heróis na lança,
Antes te houvessem roto na batalha
Que servires a um povo de mortalha!

                             Castigos físicos cruéis faziam parte da rotina dos escravos.


Assim, em parte pressionado pela Inglaterra, em parte obrigado à modernização para adequar-se ao novo contexto do capitalismo internacional, em parte ainda acuado pela emergência de uma classe média urbana e de uma intelectualidade a quem repugnavam as idéias escravocratas, o Império do Brasil não tinha mesmo muita saída. A Lei Áurea não caiu de sopetão sobre a opinião pública, mas foi o ato final de um longo processo iniciado décadas antes. Basta observar que o trâmite da lei foi tranqüilo, quase consensual. Na fala do trono de 3 de maio de 1888, a princesa já a prenunciara claramente ao dizer que "a extinção do elemento servil (...) é hoje aspiração aclamada por todas as classes". Quatro dias depois, em 7 de maio, o ministro João Alfredo apresenta a lei ao parlamento e sequer se dá ao trabalho de justificá-la. Desnecessário, aliás, pois em 8 de maio a lei é aprovada por maioria esmagadora: 89 votos a 9. A princesa estava em Petrópolis e de lá desce ao Rio especialmente para sancioná-la. No domingo, 13 de maio, às 15h15, a Princesa Isabel assina a Lei Áurea em meio a manifestações de júbilo e festas populares.

Se por um lado o fim da escravatura era apenas questão de tempo, seria, por outro lado, excesso de rigor negar à princesa - e à família real, por extensão - qualquer mérito no processo abolicionista. Isabel Cristina, a herdeira do trono que por tantas vezes já assumira a regência durante as longas viagens de seu pai ao exterior, tinha real simpatia pela causa abolicionista e vinha externando consistentemente esta posição ao longo das duas décadas anteriores. Entretanto, a cautela caracterizava as atitudes do trono, cuja base de sustentação contava com muitos elementos escravocratas. O fato é que, numa análise fria, o 28 de setembro de 1871, data da Lei do Ventre Livre, tem uma importância estratégica para o fim da escravidão maior do que a própria Lei Áurea, sendo esta, antes de tudo, um ato simbólico.

Ato simbólico... É exatamente aí que a abordagem astrológica encontra seu lugar. Mais do que explicar fatos, mapas de eventos históricos servem para explicar como esses fatos são percebidos, que representações se constroem em torno deles, de que significados se investem aos olhos de seus contemporâneos e das gerações futuras. Mapas astrológicos são teias de símbolos. Compreender por que o 13 de maio de 1888 assumiu uma dimensão tão grande na história do país é compreender um pouco mais o que a sociedade brasileira pensa de si mesma e como deseja ser vista.

FONTE DE TEXTO  E DE QUE SUA PESSOA ACABOU DE LER E DE ALTORIA    ( Fernando Fernandes)


Carta da Princesa Isabel

Declara extinta a escravidão no Brasil:


A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador, o Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:
Art. 1°: É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil.
Art. 2°: Revogam-se as disposições em contrário.
Manda, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida Lei pertencer, que a cumpram, e façam cumprir e guardar tão inteiramente como nela se contém.
O secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comercio e Obras Publicas e interino dos Negócios Estrangeiros, Bacharel Rodrigo Augusto da Silva, do Conselho de sua Majestade o Imperador, o faça imprimir, publicar e correr.
Dada no Palácio do Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1888, 67º da Independência e do Império.
Princesa Imperial Regente.
Rodrigo Augusto da Silva
Carta de lei, pela qual Vossa Alteza Imperial manda executar o Decreto da Assembléia Geral, que houve por bem sancionar, declarando extincta a escravidão no Brazil, como nella se declara. Para Vossa Alteza Imperial ver. Chancelaria-mor do Império.- Antônio Ferreira Viana.
Transitou em 13 de Maio de 1888.- José Júlio de Albuquerque.

Nas letras da lei, a escravidão está extinta, porém, em muitos países, principalmente onde a democracia é frágil, há alguns tipos de escravidão, em que mulheres e meninas são capturadas para serem escravas domésticas ou ajudantes para diversos trabalhos. Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada, principalmente em regiões pobres da Rússia, Filipinas e Tailândia, dentre outros países.

A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.

Atualmente, há diversos acordos e tratados internacionais que abordam a questão do trabalho escravo, como as convenções internacionais de 1926 e a de 1956, que proíbem a servidão por dívida. No Brasil, foi somente em 1966 que essas convenções entraram em vigor e foram incorporadas à legislação nacional. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) trata do tema nas convenções número 29, de 1930, e 105, de 1957. Há também a declaração de Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho e seu Seguimento, de 1998.

De acordo com o relatório da OIT de 2001, o trabalho forçado no mundo tem duas características em comum: o uso da coação e a negação da liberdade. No Brasil, o trabalho escravo resulta da soma do trabalho degradante com a privação de liberdade. Além de o trabalhador ficar atrelado a uma dívida, tem seus documentos retidos e, nas áreas rurais, normalmente fica em local geograficamente isolado. Nota-se que o conceito de trabalho escravo é universal e todo 

mundo sabe o que é escravidão.


 

Vale lembrar que o trabalho escravo não existe somente no meio rural, ocorre também nas áreas urbanas, nas cidades, porém em menor intensidade. O trabalho escravo urbano é de outra natureza. No Brasil, os principais casos de escravidão urbana ocorrem na região metropolitana de São Paulo, onde os imigrantes ilegais são predominantemente latino-americanos, sobretudo os bolivianos, e mais recentemente os asiáticos, que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários, geralmente em oficinas de costura. A solução para essa situação é a regularização desses imigrantes e do seu trabalho.

A escravidão no Brasil foi extinta oficialmente em 13 de maio de 1888. Todavia, em 1995 o governo brasileiro admitiu a existência de condições de trabalho análogas à escravidão. A erradicação do trabalho escravo passa pelo cumprimento das leis existentes, porém isso não tem sido suficiente para acabar com esse flagelo social. Mesmo com aplicações de multas, corte de crédito rural ao agropecuarista infrator ou de apreensões das mercadorias nas oficinas de costura, utilizar o trabalho escravo é, pasmem, um bom negócio para muitos fazendeiros e empresários porque barateia os custos da mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.

De modo geral, o trabalho escravo só tem a prejudicar a imagem do Brasil no exterior, sendo que as restrições comerciais são severas caso o país continue a utilizar de mão de obra análoga à escravidão. Como é público e notório que o Brasil usa trabalho escravo, sua erradicação é urgente, sobretudo para os trabalhadores, mas também para um bom relacionamento comercial internacional.

Criada em agosto de 2003, a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, tem a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Lançado em março de 2003, o Plano contém 76 ações, cuja responsabilidade de execução é compartilhada por órgãos do Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, entidades da sociedade civil e organismos internacionais.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Livros sobre a abolição da Escravatura no Brasil

 A Abolição
   Autor: Costa, Emilia Viotti da
   Editora: Unesp

 Você Sabia ? Abolição da Escravatura e Proclamação da República no Brasil
   Autor: Mendes, Miguel
   Editora: Globo Editora
   * livro infantil

 As Camélias do Leblon e a Abolição da Escravatura
   Autor: Silva, Eduardo
   Editora: Companhia das Letras

 Da Abolição da Escravatura À Abolição da Miséria : A Vida e as Idéias de André Rebouças
   Autor: Pessanha, Andréa Santos
   Editora: Quartet Editora

 Entre a Mão e os Anéis - A Lei dos Sexagenários e os Caminhos da Abolição no Brasil
   Autor: Mendonca, Joseli Maria Nunes
   Editora: Unicamp

 120 Anos de Abolição
   Autor: Silva, Jorge da
   Editora: Hama Editora

 A Abolição da Escravidão
   Autor: Berutti, Flavio
   Editora: Ediouro - Brasil

 Abolição e Reforma Agrária - Série Princípio
   Autor: Andrade, Manuel Correia de
   Editora: Ática

 O Exército e a Abolição da Escravatura: O Exército e a Proclamação da República
   Autor: Mello, Silvio Luzardo Almeida
   Editora: Insular

 A Nova Abolição
   Autor: Domingues, Petrônio
   Editora: Selo Negro

Amiga

Princesa Isabel teve participação real e não direcionada como pensam alguns estudiosos da História.

Tenho plena certeza de que ela fez sem nenhum interesse político, econômico ou outros...............

Foi apenas de caráter pessoal e humano.....

Abraço

Passaram-se quase dois anos daminha  primeira participação neste tópico, agora volto, reforço e complemento as ideias por mim expostas. Cento e vinte e quatro anos passaram depois da abolição da escravatura e ainda  discute-se a inserção mais justa da população afrodescendente na sociedade brasileira. Os últimos dias dos mês de abril de 2012 foram marcados por discussões no Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade ou não das cotas para negros nas universidades. Entre concordantes e discordantes, decidiu-se favoravelmente pelas cotas raciais. Ainda nesta semana (10/05), o mesmo STF confirmou a validade do sistema de cotas implantado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A história da escravidão e os seus ecoantes resultados não é novidade alguma neste país, a população afrodescendente ainda sofre com os resquícios do sistema escravocrata inerentemente opressor, todavia, não devemos naturalizar e reduzir o atual preconceito racial que existe no Brasil somente à escravidão. Lembro: 124 anos se passaram e o preconceito se perpetua, além das questões históricas, por questões contemporâneas.  O que mudou das décadas derradeiras do século XIX para o nosso século XXI?  Estamos acostumados a legar somente à escravidão algo que ganhou  outros contornos com o tempo. O preconceito e a discriminação racial (no sentido social e não antropológico ou biológico) ainda continua, reproduze-se sob novas roupagens e elementos excludentes; a vergonhosa história da escravidão no Brasil é, atualmente, a base escondida de uma gigantesca estrutura problemática que contribui para alimentar o racismo de hoje. Para melhor discutirmos e, visando uma possível solução para o problema, devemos concentramos em um conceito: cidadania.

Abraços a tod@s. 

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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