Tags: absolutismo
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 16 março 2009 at 17:05
Permalink Responder até Bruno Leal em 1 agosto 2010 at 10:44
Permalink Responder até Luis Marcelo Santos em 16 setembro 2009 at 11:16
Permalink Responder até Bruno Leal em 1 agosto 2010 at 10:46
Permalink Responder até Adolfo Martins em 20 fevereiro 2010 at 21:08
Permalink Responder até Bruno Leal em 20 novembro 2010 at 11:19
Permalink Responder até Jaime Magalhães Morais em 28 setembro 2012 at 15:02
A Igreja tinha boas razões para legitimar o poder dos reis. Afinal, cabia a estes recolher o dizimo e repassá-lo à Igreja. E Deus foi explicado neste caso por um dos filósofos movido muito mais pela crise que varreu da Europa grande parte de sua população. Santo Tomás de Aquino salvou a Igreja de um descrédito maior quando formulou a teoria do Livre Arbítrio. Foi um avanço que não foi bem compreendido por aqueles que se preocupavam apenas com os rendimentos entre o alto clero. E isto levou inclusive à Reforma Religiosa que foi uma revalidação do Antigo Testamento.
Permalink Responder até Bruno Leal em 8 outubro 2012 at 14:50
Valeu pela contribuição, Jaime!
Permalink Responder até Semíramis libonati em 8 outubro 2012 at 20:59
Sabemos que o Estado Absolutista tem seu fundamento teórico em duas doutrinas: Direito Divino dos Reis e o Contrato Social. E o foco desta questão são as outras formas de influência que deveriam fazer parte das tomadas de decisão dos reis. Bem, se pensarmos na França, inevitavelmente,teremos que nos ater, principalmente, aos cardeais Richelieu e Mazzarino,que fizeram as cabeças dos monarcas Luis XIII e XIV. Mas, devemos pensar em Luis XIV. Era um homem extremamente sedutor e tinha muitas amantes. Ora, as mulheres sempre darão conselhos aos seus amantes,mesmo que sejam reis. Na Inglaterra, a partir de Henrique VIII e Elizabeth I, temos que ressaltar o papel do parlamento, que era bem antigo. Mas,neste período pós reforma religiosa, era um parlamento com integrantes oriundos da burguesia (calvinista), e que restringiam a centralização do poder. Quando na dinastia Stwart, os reis procuraram inviabilizar o poder do parlamento,houve a revolução Puritana e depois a Gloriosa que pôs fim ao próprio absolutismo. Em Portugal,as cortes sempre opinaram e reivindicaram decisões, e na Espanha, os igreja católica opinava, a burguesia católica também, mas depois foi descartada, penso que os católicos nobres sempre tiveram sua parcela nas decisões. Para concluir, conselheiros sempre existiram,quer sejam indivíduos ou grupos, se a história registrou ou registra, é outra questão.
Permalink Responder até Jaime Magalhães Morais em 8 outubro 2012 at 22:25
Necessariamente quando os portugueses resolveram-se por encontrar outra linhagem de nobreza para fazerem sua independência das cortes da Espanha e careceram do apoio da Inglaterra. Aí a Igreja saiu perdendo, porque a não mais financiava o reino português que se submeteu às exigências da Maçonaria que se apropriou de grande parte do que Portugal extorquia de suas colônias. E a riqueza brasileira que devia estar teoricamente entre os que o exploravam, passou desde então a ser apropriada pelos ingleses que em todos os acordos com os portugueses levavam vantagem, diferentemente dos acordos com os espanhóis no final do século XV que saiu-se bem com o Tratado de Tordesilhas.
Permalink Responder até Eric Rodrigues em 6 novembro 2012 at 20:20
Acho o ponto muito válido. As cortes certamente tinham tremenda influência sobre as decisões de um monarca absoluto e é de extrema importância compreender a diversidade abarcada no termo 'as cortes': existiam nomes nobres de elevada estima cuja influência era clara reminiscência do período feudal, amantes, figuras do poder eclesiástico e outros.
Na faculdade, lemos este incrível texto que jamais me saiu da memória, de Emanuel Le Roy Ladurie, sobre o tamanho, característica e funcionamento do governo monárquico absolutista. Lembro que discutimos à exaustão o quanto o Estado Absoluto, ainda que a semântica da palavra transmita isso, é nitidamente menos tentacular do que o estado a que estamos submetidos na contemporaneidade: vigilante, frio, representativo, constitucional. É bastante lógico supor que as esferas de poder ligadas ao rei tinham relevância política elevada.
Permalink Responder até Rafael Freitas em 7 novembro 2012 at 5:08
Estes termos históricos são bastante genéricos, entre eles o de "absolutismo".
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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