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Respostas a este tópico

É COM MUITA TRISTEZA QUE ACRESCENTO ESTE FATO LAMENTÁVEL, EU COMO RUSSA SINTO-ME ENVERGONHADA DE TAL FATO AINDA PERSISTIR!!

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Qual é o fato, Suzete? Não estou visualizando.

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http://lucianabveit.com/flipping_book/rca/index.html
Está aí a tua resposta, espero que consigas pegar. Caso contario farei um resumo do que se trata!!
Um grande abraço!!

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Seria o título relativo a obra de Luciana V.Veit ?, que retrata a preocupante realidade social abafada pelo poder do Gigante (caso Brasil) ou Urso (caso Rússia) adormecido e testemunhos de racismo e violência contra estrangeiros. abraços

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Bem racismo existe em todos os lugares, mas não conheço a realidade russa, é um livro que parece que fala do 'racismo' e do ódio racial na Rússia, quando puder irei ler o livro.

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Susete, boa noite. Sua proposta de debate me trouxe a este grupo. Mas, eu não contava com o enigma aqui iniciado e que, espero, não me devore por não saber decifrá-lo. Fui à sua página, à procura de alguma pista. Lá encontrei o título de um livro de Vladimir Ilich Ulianov, um botom com símbolos soviéticos e um rosto de mulher (você, ou Krupskaia?). Vi fotos de templos ortodoxos, ao som da trilha sonora do filme "Dr. Jivago" - e li a notícia do aniversário da libertação de Minsk das garras nazistas em 1944. Também li a menção a seus pais, mortos na luta travada e vencida, em Stalingrado, pelo povo russo e o Exército Vermelho. Soube de suas alegrias, tristezas, encantos e desencantos. Seu sobrenome pode indicar origem semita, mas a montagem fotográfica e a música, ambas envoltas no mesmo clima nostálgico da obra de Pasternak, invalida a primeira hipótese e aponta para recordações aristocráticas. "Um passo atrás e dois à frente", entretanto, Lênin, a foice e o martelo, a reconquista bielo-russa da liberdade e as lembranças da batalha decisiva às margens do Volga, levam-me à estaca zero e me aproximam da esfinge voraz. Estou a entender menos ainda. Abraço, Delmar.

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Privet!!(Olá)
Adorei tuas colocações, porem deixa eu retratar um pouco melhor!
1-Nasci em Minsk, cheguei ao Brasil na época da ditadura ou seja saio de uma URSS para um País que nos acolheu!!
2-Para facilitar aqui no Brasil temos documentos com nacionalidade Brasileira, ao certo era eu um bebê, e pouco meus pais falavam sobre o assunto mais era óbvio que foi alguem quem nos protegeu!!
3-Minha mãe com sangue quente, parte de sangue judeu meteu-se na política do Brasil aonde meu Pai um Russo sofrido com perda de familiares assassinados, ficava mudo, e eu o observava que nada gostava de vê-la neste meio, ou seja a queria quieta, porem o grande amor dele para com ela o deixava fraco as vezes sem saber até como lidar com a tão amada.
Minha avó e meu 2 avô gostaram do Brasil, mais vierama faleçer cedo de probelams cardíacos!!
A tal foto da mulher a qual tu retrata e´a esposa de Lenin prima de minha avó paterna.
4-Ambos se suiçidaram a 10 anos atrás!!
5-Estou como deves perceber sintetizando, pois hoje meu tempo está super curto!!
6-Tento mostrar aos Brasileiros que os Russos são pessoas como outras qualquer apenas todos somos seres alguns evoluidos, outros involuidos(refiro-me aos preconceitos que tal livro relata e que vemos em todo mundo)
7-Logo tc contigo!!
(Ando doente estou em tratamento médico, farei uma biopsia por estes dias!!)Com certeza fruto de tudo ao que venho passando, com uma vida cheia de capítulos mais nebulosos do que ensolarados!!
Até logo mais!!
Abraços Fraternos!!
Spasiba!!(obrigada)

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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