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Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 20 agosto 2012 at 3:52
Bom dia,Carlos
É isso ,o futuro está na agricultura,com o aumento constante da populacao mundial e as populacoes a deixarem o campo para irem para a cidade .
É claro que por si só a agricultura nao tem chances ,mas com um crescimento sustentado da tecnologia .
Na Europa Unida =UE =Uniao Europeia dao-se subsidios para nao se cultivar e produzir pouco leite ,os países que enveredaram por esta política estao hoje falidos ,entenda-se que foram dados os subsidios aos países e agricultores de livre vontade,Portugal foi um deles.
Abrs.
Permalink Responder até Telmo Gaertner Victoria em 19 agosto 2012 at 17:12
Acho que vcs estão esquecendo que a discussão não é sobre política atual. e sim desse período negro de nossa Historia (republica dos Fazendeiros) Nesse período perdemos a chance que a Inglaterra não perdeu com a revolução industrial, simplesmente porque um punhados de latifundiarios fez crescer São Paulo e suas familias em detrimento do restante do Brasil e da possibilidade de pegarmos a Carona do Barão de Mauá. E o Saldo disso foi convenio de Taubate + emprestimos + voto de cabresto = 80% de analfabetos no fim da republica velha
Portanto vamos discutir esse periodo e esquecer as vatagens que muitos terão apoiando seus candidatos na proxima eleição
Permalink Responder até Telmo Gaertner Victoria em 19 agosto 2012 at 16:56
Acho que a maioria das pessoas esquecem que a republica velha, conhecida como republica dos caronas, (não se esqueçam que Deodoro era Monarquista), veio para substituir o imperio e ficou até 1930 no poder. Criando situações com voto de cabresto, convenio de taubate, dividas e mais dividas, e depois deixou o pais com quase 80% de analfabeto
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 19 agosto 2012 at 18:05
Mas daí dizer que isso influencia até hoje é meio simplista...
Permalink Responder até Semíramis libonati em 19 agosto 2012 at 21:56
Caríssimos colegas! Senhores Francisco e Marcelo. Procurei responder o que foi proposto no fórum. Quando fiz referência à economia agro-exportadora expressei o tripé (latifúndio,monocultura e escravidão) que fundamentou o colonialismo e o Império,focando a herança colonial das plantations na América Latina, que inegavelmente contribuíram para atraso social e econômico. Lembrando que na história econômica do Brasil, há a identidade de que a economia brasileira ao longo desses períodos foi uma economia periférica e complementar segundo a divisão internacional do trabalho, onde áreas periféricas eram fornecedoras de matéria- prima para as áreas centrais que manufaturavam produtos destinados ao mercado. Pelo consenso, as áreas periféricas tiveram suas economias dificultadas pelo domínio econômico dos países mais ricos. No contexto da República velha, houve convênios (convênio Taubaté) que procuraram manter uma política protecionista ao café, sem haver a preocupação , por exemplo, com a borracha da Amazônia, produto que trouxe muitos lucros econômicos, mas por falta de uma politica econômica protecionista,perdeu na concorrência para a Inglaterra. Todavia,o que é importante ressaltar é que o Brasil é composto de muitas diversidades e regiões extremamente variadas. E riqueza natural não é significado de desenvolvimento (caso da Amazônia). Por quê? Não foram criados a SUDAM, SUDENE e Tantos planos de desenvolvimento na Era Vargas e governo Juscelino? Por que não cumpriram seus objetivos? Volto a tocar na falta de compromisso dos políticos brasileiros e das inconsistências das políticas públicas. Sobre a questão da energia? Quantas Usinas foram criadas? Tucuruí, Itaipu (governos militares).Foram necessárias? Sim,foram, mas as populações locais foram beneficiadas ou foram prejudicadas? A falta de esclarecimento por parte do governo nas questões ambientais geraram críticas do mundo científico, alguns agentes químicos contaminaram animais e populações sem que o público ficasse sabendo. Hoje, a visão de desenvolvimento tem que ser sustentável, ou seja, ecologicamente correta, economicamente viável e socialmente justa, daí pensar Belo Monte implica em analisar o fato que a usina é necessária, mas a visão ambiental não pode ser ignorada, temos que perceber que há uma população nativa local, que áreas serão inundadas e irão gerar impactos ambientais. Bem...polêmicas, controvérsias, discussões. Tudo isso é muito bom, assim aprendemos uns com os outros. Obrigada!
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 19 agosto 2012 at 22:06
Semíramis: Concordo com o que disse, especialmente sobre a questão ambiental. 512 anos depois de Cabral ainda continua a mentalidade de conquistadores da América. Estamos destruindo o meio ambiente? Pouco importa, os outros também fazem isso. Os índios vão sair perdendo? Eles não sabem o que querem, ou o que deveriam querer, e são agentes do imperialismo. A população local vai sair perdendo? As necessidades dos muitos superam as dos poucos (quando somos os muitos, claro). Existem alternativas a considerar? Quietos, inimigos do progresso! :-(
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 20 agosto 2012 at 4:01
Bom dia,Herr Reichert
Os países altamnete industrializados em vez de enveredarem por outro caminho menos poluente dizem aos países menos industrializados para nao poluirem,e no caso especifico do Brasil ,para nao destruirem a Amazónia .Sao truques velhos e que funcionam muito bem .
Abrs.
Caro Sr. Joaquim,
Só os inocentes úteis não percebem isso. Só sabem papagaiar o que diz a grande mídia conservadora. Estariam preparados para um verdadeiro debate sobre a questão ambiental no Brasil?
Caro Sr. Telmo,
Se o Sr. quisesse focalizar o debate exclusivamente na República Velha não deveria perguntar se ela foi a responsável pelo atraso econômico e social do Brasil até os dias atuais. Saber perguntar é tão importante quanto saber responder.
Permalink Responder até Telmo Gaertner Victoria em 20 agosto 2012 at 11:09
Concordo em Parte, porem se vc não tem conhecimento historico desse periodo tambem não deveria participar dele. Eu gostaria que vcs apresentem dados dessa época positivos ou negativos, porem dessa época.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 20 agosto 2012 at 12:27
Boa tarde,Fernando
Os E.U. sao os maiores poluidores da Terra ,regeitam todos os tratados para se reduzir a poluicao .
O Brasil que faca o que tem a fazer sem dar ouvidos a este tipo de conversa .
isto tem que ser feito por todos e nao só por alguns.
o Presidente Busch disse ;que as árvores eram as culpadas dos incendios e da camada de ozono danificada .
abrs.
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 20 agosto 2012 at 13:43
Joaquim,
Devo pedir desculpas se são tão estranhas minhas ideias: acho, de um lado, importante cuidar do planeta que habitamos e, de outro, que não há um dilema entre preservação do ambiente e desenvolvimento econômico, como se os dois não pudessem coexistir ou um só pudesse se dar às custas do outro. Em certa medida, é justamente o contrário.
O desenvolvimento econômico é desejável? Sem dúvida. Mas se ele ocorre de maneira descuidada, sacrificando o ambiente sem mais nem menos, o custo econômico e humano também é alto - desertificação, mudanças climáticas, poluição do ar. Vamos pegar este último elemento - em termos bem simples e diretos, ar poluído causa problemas respiratórios e doenças e mata pessoas. Não precisa acreditar na minha palavra de inocente útil; pode conferir o que cientistas da área da saúde dizem a respeito, aqui, aqui, aqui, aqui, só para começar. Se para você respirar ar envenenado é um custo aceitável para ter acesso a mais bens (não precisamos nem entrar na discussão dos custos econômicos que essa poluição gera ao prejudicar a saúde), vamos ter que concordar em discordar.
Bush é um imbecil? Claro. Os Estados Unidos são interesseiros como qualquer outro país? Quem está duvidando disso? Agora, seria meio infantil fazer o contrário do que eles estão dizendo só de birra, sem parar para pensar se não existem outras possibilidades melhores. O ambiente é um fator importante na qualidade de vida e um recurso importante, não um inimigo do desenvolvimento.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 20 agosto 2012 at 14:19
Boa noite,Herr Reichert
Nao tens que pedir desculpas de nada ,escreves o que pensas e pronto e que cada um faca o mesmo respeitando-se a si mesmo e ao seu próximo .
O mundo nao quer que o Brasil mexa na amazónia,dizem que sao os pulmoes do mundo ,mas em suas casas nao fazem o que podiam fazer ,deste modo tentam prejudicar o desenvolvimento do Brasil ,quase o obrigando a fazer sózinho o que tem que ser feito por todos .
Abrs.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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