Atenção, pessoal: não estou me referindo a fontes históricas. Estou me referindo às obras produzidas pelos historiadores.
Por exemplo: ninguém duvida que o livro "O Trato dos Viventes", de Luiz Felipe Alencastro, é uma obra (importante) da historiografia brasileira. Mas e se Alencastro tivesse produzido um filme sobre o mesmo tema do livro: escravidão. Isso seria uma obra historiográfica?
Participe, colabore, discuta!
Tags: teoria
Permalink Responder até Bruno Leal em 14 agosto 2010 at 13:44
Permalink Responder até SERGIO CABELERA em 15 agosto 2010 at 16:58
Permalink Responder até Bruno Leal em 16 agosto 2010 at 16:58
Permalink Responder até Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz em 15 agosto 2010 at 0:28
Permalink Responder até Bruno Leal em 15 agosto 2010 at 11:13
Permalink Responder até morgana morchause em 15 agosto 2010 at 11:56
Permalink Responder até Bruno Leal em 16 agosto 2010 at 16:59
Permalink Responder até Tito Mariscal em 15 agosto 2010 at 19:44
Permalink Responder até Bruno Leal em 16 agosto 2010 at 17:01
Permalink Responder até Danilo Andrade Tabone em 16 agosto 2010 at 15:49
Permalink Responder até Bruno Leal em 16 agosto 2010 at 17:03
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Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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