Tags: 25_de_Abril, Portugal, política
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 20 outubro 2008 at 9:57
Permalink Responder até Bruno Leal em 1 maio 2009 at 12:01
Permalink Responder até Alcebíades de Lima Oliveira em 25 abril 2009 at 11:19
Permalink Responder até Fábio Leal em 1 fevereiro 2010 at 21:46
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 11 abril 2012 at 4:53
Bom dia Bruno
Infelizmente para Portugal e sua diáspora ,só ficou o PCP (partido comunista)
O resto parece que estavam adormecidos á espera de darem o golpe á massa que o velho deixou em quase 900 toneladas de ouro e dívisas ,e o apetite é tao grande que até nós aqui na Alemanha temos que trabalhar para saciar este apetite insaviável destes gestores que apareceram e devoram tudo á sua passagem .
É uma pena que seja assim ,mas é a realidade .
Construiram autoestradas para os animais andaram lá a passearem ,porque as pessoas nao teem dinnheiro para pagarem as portagens ,o dinheiro fica retido nos gestores que ganham mais de cem vezes mais que um trabalhador normal .
Um abraco
Permalink Responder até Bruno Leal em 31 agosto 2012 at 14:09
Oi, Joaquim! Obrigado pela participação. Mas não sei se entendi qual seria essa representação...
Abraço!
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 31 agosto 2012 at 14:30
Boa noite,Bruno
Representacao política penso eu
Os que estavam do lado do governo anterior (Ditadura) formaram o CDS e o PSD ,o Mário Soares que estava exílado em Franca ,veio e formou o PS .
Durante algum tempo fizeram oposicao aos dois partidos de direita ,CDS,PSD ,mas agora nao se distinguém ,sao iguais e tomaram o poder como criminosos comuns ,só contam os partidos e seus interesses em
detrimento do país .
Estes políticos do 25 de abril estao todos ricos e antes nao passavam de pés rapados ,minaram o aparelho de estado com os boys dos partidos e nao há dinheiro que chegue para quem trabalha ,imigram todos os anos milhares de jovens formados ,porque eles nao querem saber de apoiar a industria ,somos nós aqui na Alemanha que pagamos para eles andarem a passear em carros topo de gama
Abrs.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 31 agosto 2012 at 14:52
Boa noite,Bruno
Só para lembrar de que no dia que o Mário Soares chegou ao Porto eu estava lá e participei um pouco da festa
Nessa altura tinha eu 19 anos ,nao sabia nada de política .
As votacoes sao sempre do mesmo ,mesmo que nao se vote a Assembleia da Rública está sempre com os 230 deputados ,arranjaram um sistema que mesmo que as abstencoes sejam elevadas fica tudo na mesma os "tachos" estao garantidos para eles e os amigos do poleiro e se saiem vao para as empresas do estado ganhar um ou dois milhoes por ano .
Nao tenho pachorra para esta gente que tira ao pequeno para enriquecer.
Abrs.
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 2 setembro 2012 at 8:48
Boa tarde,Bruno
Nao me esqueci dos outros partidos,mas quis primeiro tratar os mais ,os que teem governado ,os mais expressivos.
O PCP=Partido Comunista Portugues ,tem ideias boas e muitos seguidores ,mas nao se atualizou ,mesmo depois do colapso da URSS ,governaram em 1975 e os trabalhadores nunca tiveram tanto dinheiro na cartiera como nesse tempo ,mas os eleitores sempre tiveram receio de uma possível ditadura comunista e retiraram poder ao partido no parlamento ,o PS foi o partido escolhido pela maioria das pessoas e por mais tempo,mas com o tempo virou á direita e nao mais se distingue .
Houve uns outros pequenos partidos que proliferaram logo após o 5 de abril de esquerda e de direita ,com lideres carismáticos ,mas com a morte destes ,desapareceram.
Abrs.
Os ideais da Primavera Abrilista - e falo dos ideais puros, preconizados pelo Movimento das Forças Armadas - foram gradualmente (exponencialmente, no pós-25 de Abril) inquinados pelos movimentos políticos pseudo-revolucionários que foram surgindo já na decadência do regime. Da esquerda à direita, a bandeira revolucionária escondia-se na sede pelo poder e pelo dinheiro deixado nos cofres do Estado Português, oriundos de anos e anos a fio de trocas comerciais (neo-colonialismo, nas palavras de outros) com as províncias ultramarinas. Enfim, foi uma aspiração a uma liberdade que nunca chegou. Quando o poder político finalmente estabilizou, os militares foram postos de parte, reprimidos por agressões legislativas, qual opressão luísiana nos anos finais do absolutismo francês: Os Capitães de Abril esquecidos para os quartéis, o papel fundamental dos militares esvaziado (tanto constitucional como institucionalmente), os milhares de militares retornados das colónias vistos como párias e traidores por lutarem por uma causa injusta, mesmo forçados e esforçados, que hoje vivem com gorjetas dadas por um Governo ingrato, cego e pobre, sobretudo de espírito. A vergonha nacional perpetuou-se com o esquecimento do pilar militar, aquele que deu o nome a Portugal.
Hoje, 38 anos volvidos, tenho o meu País à deriva num mar que já nos pertenceu. A ironia do fado.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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