Quem já fez trabalhos utilizando-se dessa metodologia?

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Olá Eduardo.
Não me lembro já ter ouvido falar deste tipo de abordagem da história (está certo abordagem ?).
É o estudo da história, fazendo comparação ou ,é a pesquisa de fatos relacionados
e as vezes não publicados e que podem dar uma nova visão da história ,ou aproxima-la mais da verdade?

Um abraço ,

Manfred Grellmann.
Vamos encarar como uma comparação mesmo, como exemplo podemos comparar um futuro declinio do império americano, com a queda do Império Romano. Pois podemos comparar certas situações que ocorreram e que ocorrem nos Estados Unidos, com semelhantes fatos ocorrido na Roma antiga, que levou a sua queda como império.

Eu entendo que seria uma experiência muito interessante tentar ensinar História não apresentando civilização após civilização de uma forma sequencial..., como eu aprendi na escola (1º o Egito, 2º a Mespotâmia, 3º a Grécia. 4º Roma...), mas fazendo um esforço por seguir a cronologia em todo o mundo..., de modo a que o aluno obtivesse uma visão integrada (por assim dizer), que não obtém através do estudo sequencial das principais civilizações, o qual facilmente leva o aluno a raciocinar como se uma civilização tivesse acabado quando começa a estudar a seguinte. Sei que seria difícil criar livros escolares do tipo que sugeri, mas não seria de tentar?

Eu chamaria a esses livros História comparada... e seria este o tipo de história comparada que me parece interessante... 

Caro colega, muito boa sua colocação. Precisamos buscar novas formas de ensinar, principalmente a disciplina de História.

Ela não é estática; está sempre mudando. Dessa forma precisamos atrair os alunos com formatos diferenciados.

No Instituto de História, o Programa de Pós-Graduação em História Comparada já é bastante consolidado. Você conhece, Eduardo?

Olá, Eduardo. 

A História Comparada é um campo bastante consolidado e com várias vertentes. Há um livro chamado "A História Comparada" do professor José d'Assunção Barros que contempla as principais vertentes deste campo é um excelente manual, passando desde os trabalho clássicos de Marc Bloch até os estudos mais recentes de história transnacional. 

Boa dica!

A história apresentada com uma certa transversalidade é sempre bem vinda , entretanto é necessário um estudo aprofundado , nas questões há serem comparadas .

Estão sempre forçando uma situação. Nem sempre é possível fazer comparações e ainda correm os riscos de anacronismo. Cada situação históricas tem seus aspectos próprios. http://historiasbrasil.com.br/index.html

Napoleão afirmava que não se importava com o que se diria dele no futuro pois a história é apenas um conjunto de mentiras sobre as quais chegou-se a um acordo...

As "variações sobre um tema" em especial quando se  estabelecem comparações,  sofrem  inevitável e enorme influência das impressões de quem faz comparações. De sobremaneira parece que as ideologias - em especial aquelas da moda - causam  perceptíveis nuances  em comparações a tal ponto de comprometer a veracidade dos fatos...

Esse Napoleão é o mesmo que disse "A morte não é nada, mas viver derrotado e sem glória é morrer todos os dias" e acabou rendendo-se aos britânicos e procurando refúgio num navio de guerra destes que o levou para Santa Helena... Tudo para beneficiar do apoio de Wellington contra a vontade de prussianos, russos e franceses do rei Luís XVIII que o queriam julgar e mandar fuzilar... Afinal parece que preferiu antes "viver derrotado"...

Não era nem honesto, nem historiador...

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