Tags: 1968
Permalink Responder até jucemir rodrigues da silva em 6 janeiro 2012 at 14:02
Bruno, vou lançar-te uma provocação amistosa...
Sê mais preciso: “ jovens de 2008 e aqueles de 1968” não seria demasiadamente genérico?
Jovens de que país? Jovens de que estrato social?
Não deveríamos ter um certo cuidado para não tomar o comportamento de uma classe como voz geral?
A própria formulação do tópico nesses termos não traduziria uma certa visão ideológica de classe média?
Parece-me que, realmente, “Nesse debate tudo se mistura e se confunde.”
Boa Noite.
Muito simples,a falta de comprometimento,a falta de objetivos e a falta de metas a geraçao de uma sociedade futil e descompromissada com qualquer tipo de situaçao emfim uma geraçao de analfabetos funcionais.
Sinto muito,gostaria que fosse ao contrario.
Permalink Responder até Irene Silveira de Oliveira em 8 janeiro 2012 at 2:44
Esta questão veio bem a calhar com o momento que vive o país. Uma das diferenças gritantes é o tipo de jovens desta geração. Conformada e sem opinião formada sobre nada. Inseguros e sem compromentimento com nada. Houve a época da ditadura ou REGIME militar, que só aconteceu pela tendencia dos governantes da época pelo comunismo.
No atual governo que tanto criticava o presidente Fernando Henrique, nada mudou. Só os impostos foram lá em cima e o salário continua bem pequeno e sem nos dar poder real de compra. Adiantou tanta gritaria e brigas nas ruas ?
Talvez os jovens atuais estejam certos. Não adianta fingir que podem mudar algo. Acredito que o poder corrompe .
Permalink Responder até Brancaleone em 8 janeiro 2012 at 22:40
Como disse Belchior,
"Apesar de tudo, tudo o que fizemos (e fizeram) somos os mesmos e vivemos como nossos pais..."
"Minha dor é perceber que quem meu deu a idéia de uma nova juventude e consciência está em casa, guardada por deus (e pela impunidade parlamentar) contando o vil metal..."
Realmente a história só se repete como farsa...
Permalink Responder até Marcus Dimitri Pontes de Oliveir em 10 janeiro 2012 at 19:04
Escrevi no meu blog um texto sobre que tangencia esse tema, quem tiver interessado http://arsenaldademocracia.blogspot.com/2012/01/mudanca-por-mudar.html
Permalink Responder até Carlos Theobaldo em 22 maio 2012 at 20:37
Na ditadura, pela falta de liberdade, havia mais compromisso, participação, coragem. Hoje , o marasmo nivela a maioria...
Permalink Responder até Brancaleone em 22 maio 2012 at 22:07
1968 - LSD, Maconha e cuba-libre
e é claro "O apanhador no campo de centeio"
2008 - Cocaina, crac e 'rédibul cum uísque"
e é claro, feicibuqui!!!
Permalink Responder até Amanda Schmidt em 23 maio 2012 at 11:02
os jovens de hoje são apolíticos. lê poucos livros e jornais. não sabem nada sobre política e economia. são imediatistas e consumidores
Permalink Responder até Irene Silveira de Oliveira em 23 maio 2012 at 11:24
Achei esse tema muito bom. Para debate-lo levaríamos anos. Minha adolescência foi exatamente nos anos 60 . Vivi tudo na época, assisti os dois lados e garanto que era melhor com certeza. Beatles e guerra no Vietnã. Mini saia e homens de cabelos longos. Éramos vistos com desconfiança e olhares atravessado. Maravilhosa época, tirando a guerra e a morte do Kennedy. Porto Alegre sitiada com tanques e sob ameaça. Quem procura acha e governador Leonel achou !!!!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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