Quais as diferenças entre os jovens de 2008 e aqueles de 1968? O que os difere em termos culturais, sociais e políticos? Crítica ao presente e saudosismo do passado. Nesse debate tudo se mistura e se confunde.

E você, o que pensa sobre a questão?

Tags: 1968

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Respostas a este tópico

Bruno, vou lançar-te uma provocação amistosa...

Sê mais preciso: “ jovens de 2008 e aqueles de 1968” não seria demasiadamente genérico?

Jovens de que país? Jovens de que estrato social?

Não deveríamos ter um certo cuidado para não tomar o comportamento de uma classe como voz geral?

A própria formulação do tópico nesses termos não traduziria uma certa visão ideológica de classe média?

Parece-me que, realmente, “Nesse debate tudo se mistura e se confunde.”

            Boa Noite.

               Muito simples,a falta de comprometimento,a falta de objetivos e a falta de metas a geraçao de uma sociedade futil e descompromissada com qualquer tipo de situaçao emfim uma geraçao de analfabetos funcionais.

                Sinto muito,gostaria que fosse ao contrario.

    Esta questão veio bem a calhar com o momento que vive o país. Uma das diferenças gritantes é o tipo de jovens desta geração. Conformada e sem opinião formada sobre nada. Inseguros e sem compromentimento com nada. Houve a época da ditadura ou REGIME militar, que só aconteceu pela tendencia dos governantes da época pelo comunismo.

   No atual governo que tanto criticava o presidente Fernando Henrique, nada mudou. Só os impostos foram lá em cima e o salário continua bem pequeno e sem nos dar poder real de compra. Adiantou tanta gritaria e brigas nas ruas ?

   Talvez os jovens atuais estejam certos. Não adianta fingir que podem mudar algo. Acredito que o poder corrompe .

Como disse Belchior,

"Apesar de tudo, tudo o que fizemos (e fizeram) somos os mesmos e vivemos como nossos pais..."

"Minha dor é perceber que quem meu deu a idéia de uma nova juventude e consciência está em casa, guardada por deus (e pela impunidade parlamentar) contando o vil metal..."

Realmente a história só se repete como farsa...

Escrevi no meu blog um texto sobre que tangencia esse tema, quem tiver interessado http://arsenaldademocracia.blogspot.com/2012/01/mudanca-por-mudar.html

Na ditadura, pela falta de liberdade, havia mais compromisso, participação, coragem. Hoje , o marasmo nivela a maioria...

1968 - LSD, Maconha e cuba-libre

e é claro "O apanhador no campo de centeio"

2008 - Cocaina, crac e 'rédibul cum uísque"

e é claro, feicibuqui!!!

os jovens de hoje são apolíticos. lê poucos livros e jornais. não sabem nada sobre política e economia. são imediatistas e consumidores

      Achei esse tema muito bom. Para debate-lo levaríamos anos. Minha adolescência foi exatamente nos anos 60  . Vivi tudo na época, assisti os dois lados e garanto que era melhor com certeza. Beatles e guerra no Vietnã. Mini saia e homens de cabelos longos. Éramos vistos com desconfiança e olhares atravessado. Maravilhosa época, tirando a guerra e a morte do Kennedy. Porto Alegre sitiada com tanques e sob ameaça.  Quem procura acha e governador Leonel achou !!!!

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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