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A maioria dos negros escravos que vieram para o Brasil (pelo menos no começo) eram do povo Bantu, angolanos, congos, etc.
Os portugueses preferiam o povo Bantu por serem na maioria das vezes um povo pacífico, eram agricultores, pescadores e tambem trabalhavam com a metalurgia. Sendo assim mais facil de se dominar.
Dizem que os indios basileiros eram fracos para o trabalho escravo, uma grande mentira !
Observem: Os indios quando presos para se tornarem escravos, fugiam facimente e até preferiam morrer tentando, pois na verdade tudo aqui era o "quintal de sua casa".
Agora os negros não, eles eram trazidos para outro lado do mundo, numa terra estrangeira. Os membros de sua família eram separados, indo cada um para um estado diferente. Melhor dizendo, era arrancada sua identidade, ficava sozinho em um mundo totalmente estranho e sem nenhum membro da família e com negros de outras tribos falando dialetos diferentes.
Ai sim um escravo pacifico, submisso.

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Respostas a este tópico

Concordo com você que era mais fácil trazer para o Brasil um povo que não conhecia nada de nossas terras, mais em relação à passividade é contestável, tivemos revoltas importantíssimas do povo negro em nosso país, gerando estratégias de desorganização como a implantação de sociedades civis com fins pacificadores dentro de igrejas, no Ceará pode encontrar na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos uma estrutura de reis e rainhas, estrutura que futuramente através de batuques foram formadoras de maracatus e congadas.
A presença do povo banto foi marcante em nosso estado, tivemos um fluxo e refluxo muito grande, pois tínhamos entrepostos com Pernambuco e Maranhão, isso gerou um numero expansivo de quilombos, são catalogados 84 no Ceará, em sua maioria povo que se considera de origem banto.
Pesquisadores como o Babalorixá Cleudo de Oxum, Hilário e Armando Leão estão mapeando a religiosidade e reescrevendo esta história , pois já se sabe que o terreiro de origem bato, Terreiro de Viva Deus do Calunga, estabeleceu-se no bairro da Messejana por volta de 1960 , isso redireciona a data oficial do candomblé no Ceará.
Saudações.

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Gostaria muito de ter contato com pessoas que soubessem sobre a cultura Bantu, principalmente, se forem ligadas ao Candomblé.

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Acesse no Orkut a comunidade Antropologia da Africa e vc tera muitas informoções sobre Histroria Africa ok

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Gostaria incialmente de colocar uma curiosidade: A escravidão negra também foi estimulada pelos ganhos que os traficantes de escravos ligados às autoridades coloniais obtinham, por isso reprimindo a escravidão indigena. Tanto que a escravidão indigena que é retomada durante a ocupação holandesa das colonias portuguesas na Africa, no perido da União Ibérica, volta a ser reprimida com o restabelecimento da antiga ordem após a independencia de Portugal e a devolução de Angola pelos holandeses.

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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