Sei que AINDA somos 64 membros até agora, mas acredito que no meio de nós tenha outros que se dediquem ao estudo do Brasil-Colônia. Então, talvez um bom começo seria procurar saber mais ou menos o que cada um estuda.

Estou me graduando e pesquiso em minha iniciação científica/monografia o regalismo pós-pombalino (1777-1808) na Capitania do Rio de Janeiro. Procuro buscar, dentro da lógica de centralização e burocratização do Estado português que não se extingue com a queda de Pombal, as medidas secularizadoras de submissão da Igreja ao Estado no que respeita ao Rio de Janeiro.

E aí, pessoal, o que cada um estuda?

Tags: pesquisa, pós-pombalino, regalismo

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Respostas a este tópico

Bem sou graduando em Licenciatura Plena em História, se tudo der certo término ano que vem, e tenho trabalhado sobre o período holandês com ênfase para a questão indígena. O nosso trabalho é uma análise sobre os cronistas do período holandês, especialmente aqueles ditos neerlandeses e as suas concepções sobre os índios no Brasil.
Leandro, ainda vou iniciar minha graduação em História no semestre próximo, mas, me interesso bastante sobre o período colonial.
Pesquiso, sem vinculação acadêmica, a origem e formação da minha cidade: Seropédica, RJ. Um pequeno município da região metropolitana do Rio de Janeiro.
Saudações!!!
Eu pesquiso as mulheres acusadas pela Inquisição no Brasil colonial.
Olá pessoal, sou graduanda do último ano do curso de Bacharelado e Licenciatura em História pela Universidade Federal do Pará. Sou apaixonada pelo curso, tanto que abandonei a carreira jurídica depois de me formar para fazer esse curso.

Minha pesquisa é sobre as relações que se deram entre Portugal e França, mais precisamente entre a província do Grão Pará e Maranhão e a Guiana Francesa após a assinatura do Tratado de Utrecht, em 1713, que delimitou a fronteira daquela província com esta. Faço essa análise baseada nas cartas trocadas por ambos os governadores e nas cartas trocadas com o rei de Portugal. Minha bibliografia não é tão extensa, tendo em vista que o tema não foi muito abordado pela historiografia, mas tenho a minha disposição o Arquivo Histórico Ultramarino que me dá um bom suporte, além do que há também o códice do Arquivo Público do Pará, que contém muitos documentos importantes do período.

Um abraço em todos.
Olá!!!
Certamente, agora somos mais que 64 membros. Concordo com você no que se refere a saber o que os outros integrantes estudam. Também pesquiso a época colonial, mais precisamente as artes de cura exercidas durante a colônia desde a vigência da Junta do Proto-medicato e, posteriormente, a instalação da Fisicatura-mor do Brasil. O espaço aqui é uma ótima oportunidade de trocarmos conhecimento. Se souber de alguma fonte sobre o assunto em questão, por favor, avise-me. Da mesma forma estou à disposição para, se for possível, ajudá-lo.
Abraço!
Sou graduanda da UFCG e pesquiso sobre a dinâmica de conquista dos desbravadores do Sertão paraibano através da aceitação, ou não, das ordenanças no final do século XVII e início do século XVIII. E como estes, por meio de estratégias, adaptaram a administração da Coroa em benefício de suas necessidades no processo de conquista.
Olá! Respondendo à pergunta do tópico: sou graduando em História pela UFMA e faltam dois meses pra eu defender a monografia, que já está sendo finalizada. Fui bolsista de iniciação científica durante dois anos, pela própria universidade e depois pela FAPEMA, sempre sob orientação da professora doutora Antonia da Silva Mota. Minha pesquisa se detém sobre o eixo política e administração colonial no Maranhão durante o consulado pombalino. Investigo as relações de poder entre os agentes do Estado português na colônia, sobretudo como se articularam para fazer oposição aos padres, em vistas de cumprir as ordens pombalinas reformistas da Igreja. Assim que a monografia for defendida, poderei expor detalhes da pesquisa, bem como a conclusão ou a interpretação que forjei baseado na documentação que levantei durante esse tempo. Abraço

Olá pessoal,

 

sou graduada em Turismo pela Factur - Bahia e pós-graduada em Marketing e Comunicação pela Cásper Líbero - São Paulo. Meu interesse no grupo é estudar mais, aprender mais... sempre gostei de história, e o bom turismólogo depende muiiiito dela para ser bom... aliás, entendo que História é parte da vida de qualquer um... como viver no mundo sem saber o que aconteceu aqui? Todos os professores de História devem ter dito isso pra vocês (Talvez no primeiro dia de aula), mas para mim é tudo uma descoberta... Estou de olho em tudo e pretendo perguntar muiiito. Tenho interesse especial no livro Tempo Sagarana (é esse mesmo o título?). Idéia de onde encontrá-lo? Obrigada!

Estou terminando a graduação e em minha monografia trabalho com o discurso literário e historiografico entorno do sertão, mas meu projeto de mestrado esta centrado no abastecimento interno da Capitania Duartina durante o século XVIII, mas especificamente entre 1750-1790, busco estabelecer as rotas comeciais e as redes sociais formadas apartir do sertão e litoral da Capitania.
eu pesquiso na tematica indigena.

Sou bacharelando em Relações Internacionais pela Universidade Católica de Petrópolis, minhas áreas de estudo são Guerras e Conflitos, Política Internacional e História: Extremo Norte e Leste-européia + Áustria (questões histórico culturais: Império Austro-húngaro) + Asiática, por ventura faço por deste fórum pois enquanto estudava Holanda li que alguns escravos afro-brasileiros falavam holandês, após o fim da colonização holandesa este fora perdendo-se, e que só em 1822 o português fora efetivamente instaurado como idioma oficial, enfim muito interessante Brasil-Colônia... holandês?!?! Pois bem, embora não seja minha área, aqui estou!

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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