Permalink Responder até Bruno Leal em 11 março 2008 at 11:09
Permalink Responder até Hidson de Meneses Leite em 21 março 2008 at 16:45
Permalink Responder até RENATA ARAÚJO MACHADO em 31 março 2009 at 15:28
Permalink Responder até Bruno Leal em 30 março 2012 at 9:30
Verdade. Mas que fique claro: não acredito que exista uma necessidade "a priori" para a história. abs!
Permalink Responder até Fernando Calderón Boris. em 28 setembro 2010 at 7:03
Permalink Responder até Bruno Leal em 31 março 2012 at 10:09
Legal, Clovis. Obrigado pela colaboração no fórum! Abraço!
Permalink Responder até Elisonaldo Câmara em 31 março 2012 at 11:31
O ensino de história nas escolas brasieliras,precisa passar por um reformulção na sua grade curricular,posi nós temos que nos adquar a realidade mais atual, e deixar de enfocar mais fatos da história da Europa, e dar mais enfase a fotos ocorridos no Brasil.Temos que construir um sentimento nacional da nossa própria identidade nacional.
Permalink Responder até Emannuel Reichert em 31 março 2012 at 15:28
Elisonaldo,
Concordo em parte, discordo em parte.
temos que nos adquar a realidade mais atual, e deixar de enfocar mais fatos da história da Europa
Acho que essa ideia está perfeita. Por outro lado, quando você fala em:
e dar mais enfase a fotos ocorridos no Brasil.Temos que construir um sentimento nacional da nossa própria identidade nacional.
Eu vou ter que me opor. Os fatos ocorridos no Brasil são importantes? Com certeza. Merecem continuar sendo vistos, como já são? Sem dúvida. Maior ênfase? Acho que isso é estreitar nossos horizontes. Do meu ponto de vista, "nos adequar à realidade mais atual" significa perceber que estamos num mundo interconectado, onde não podemos nos dar ao luxo de ignorar os outros. Precisávamos de uma educação de história que capacitasse as pessoas a ter uma noção melhor do que está acontecendo, vamos dizer, na Líbia, no Egito e na Síria nesse momento. Ou mesmo aqui do lado, na Argentina - quantas pessoas ouviram falar, na sala de aula, do peronismo, que continua tão atual ali?
Acho que aulas de história que enfatizassem o mundo todo, não só a Europa, se adequariam muito melhor ao momento. Acho também que estudar o Brasil, a realidade mais próxima, continua sendo importante, mas não simpatizo muito com a ideia de um ensino patrioteiro criador de uma identidade nacional, mesmo porque isso me cheira a transmitir uma interpretação enviesada, ignorando o problema das identidades regionais. Prefiro que, na medida do possível, sejam transmitidos os dados, e os alunos que pensem eles da melhor maneira que puderem, ao invés de vendermos a interpretação pronta...
Olá a todos! Olha, não temos exatamente um currículo de História estabelecido no Brasil, temos parâmetros, diretrizes....Na prática cada instituição ou professor tem bastante liberdade para a construção do currículo. Infelizmente, como professora da rede estadual de Minas Gerais, tenho visto muitos colegas utilizando o livro didático como principal referência na hora de elaborar o currículo anual. Seguem aquela sequência de atividades e conteúdos, e pronto. É obvio que o livro didático pode ser uma ferramenta e tanto, mas não a única, concordam? Me interessam muito as experiências interdisciplinares, acho que o caminho pode ser por aí...
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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