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O suicídio de Vargas 60 anos depois (1954-2014): Os 60 anos do suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas são o tema da seção Arquivo S do Jornal do Senado, publicada nesta segunda-feira. Em entrevista ao repórter Ricardo Westin, o senador Pedro Simon relembra os acontecimentos que chocaram o país no dia 24 de agosto de 1954 e discorda dos que acreditam que suicidas não vão para o céu. Segundo Simon, o suicídio foi um ato de heroísmo. Para o jornalista Lira Neto, autor da trilogia biográfica Getúlio, a ideia do “sacrifício” já aparecia nas anotações de Vargas desde 1930. De acordo com o historiador Antonio Barbosa, o gesto de Getúlio adiou em 10 anos o golpe militar. Veja os depoimentos.

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Café História no Instagram: livros!

O Café História acaba de chegar a mais uma rede social na internet: o Instagram. Este novo perfil será inteiramente dedicado a divulgação de livros de história e ciências humanas em geral. A rede social Instagram é uma das mais famosas do mundo, recém-adquirida pelo Facebook. Trata-se de uma rede voltada para o compartilhamento de fotos e vídeos. É bem intuitiva e divertida. O Instagram é uma rede que funciona como um aplicativo para dispositivos móveis. Você baixa ele para seu celular, faz um cadastro, procura seus amigos e, pronto, pode começar a usar. Apesar de exclusivo para celulares, você também pode conferir o Instagram na internet. Clique aqui para ver o que o Café História já publicou por lá!


Vargas: livro gratuito para baixar

No último domingo, 24 de agosto de 2014, o suicídio de Getúlio Vargas completou 60 anos. O episódio foi um dos mais importantes da história política recente brasileira. Para promover o debate em torno de Vargas e de seus governos, sugerimos a leitura do livro “Vargas e a Crise dos anos 1950”, que pode ser baixado gratuitamente clicando aqui. O livro, publicado pela Relme Dumará e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), traz artigos de vários historiadores especialistas na Era Vargas. Entre os nomes que participam do livro estão Alzira Alves de Abrey, Jorge ferreira, Mônica Almeida Kornis, Angela de Castro Gomes, entre outros.


O Labirinto de Getúlio Vargas

O departamento de arte do jornal carioca O Dia produziu um infográfico interessante para lembrar os sessenta anos da morte de Getúlio Vargas. O infográfico se chama “O Labirinto de Getúlio”. A ilustração é bastante completa. Ele dá conta do jovem Getúlio Vargas, desde seu nascimento até sua formatura na faculdade de direito, até a sua fatídica declaração, nos anos 1950, de que somente morto deixaria o Catete. Há destaque para a arma que matou Getúlio, o pijama que ele usava e para os aposentos do Palácio do Catete. Veja você mesmo clicando aqui.

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    Cento e cinquenta anos depois, historiografia sobre Guerra do Paraguai ainda tem conflito de versões

    Tempo parece não ter sido suficiente para pacificar versões quase antagônicas sobre causas e impactos do evento

    Cento e cinquenta anos depois, a Guerra do Paraguai ainda é motivo de conflito, mas em outro campo de batalha: os livros de História. O tempo parece não ter sido suficiente para pacificar versões quase antagônicas sobre as causas e os impactos do evento. De um lado, há os que acreditam que tudo começou por conta do imperialismo da Inglaterra, que não poderia permitir que um Paraguai desenvolvido e autossuficiente prosperasse no Cone Sul sem os produtos industrializados ingleses. Do outro, historiadores que voltaram aos documentos e revelam que os atritos começaram ainda por conta do processo de consolidação das fronteiras nacionais, além da disputa pela hegemonia no Rio da Prata.

    Pesquisadores do filme ‘A Última Guerra do Prata’ reviraram arquivos em busca de registros como estes acima: soldados na linha de frente, acampamentos, armamentos usados no conflito e trincheiras - Divulgação / Biblioteca Nacional do Uruguai

    O embate já começa no nome da guerra. Os paraguaios a chamam de Guerra da Tríplice Aliança, em referência à união selada entre Brasil, Argentina e Uruguai. Estes países seriam os três “fantoches” manipulados pelos ingleses contra o país guarani, na versão deles. Já no Brasil, nós a chamamos Guerra do Paraguai, como se a culpa do conflito fosse exclusivamente do nosso vizinho.

    A mais recente corrente historiográfica, surgida nos anos 1990, prega que a batalha deve ser compreendida ainda no contexto de formação e consolidação dos estados da região do Prata. A pouca definição sobre os limites de cada nação gerava atritos entre os países, e este teria sido o motivo para o Brasil dar ultimato ao governo uruguaio de Aguirre, em 4 de agosto de 1864 — supostamente por conta de contrabando de gado brasileiro para o Uruguai. Ao responder a ameaça com o rompimento das relações com o Brasil Império, os uruguaios pediram socorro ao Paraguai de Francisco Solano López, aliado que precisava do porto de Montevidéu para exportar mercadorias paraguaias mundo afora.

    Em pouco mais de quatro meses, o Brasil invadiu o Uruguai e depôs Aguirre; o Paraguai considerou o ato uma declaração de guerra e aprisionou o vapor brasileiro Marquês de Olinda, em Assunção. No fim de 1864, os paraguaios invadiram a província de Mato Grosso. Pouco tempo depois, com o objetivo de chegar ao Rio Grande do Sul, tropas guaranis invadiram a província argentina de Corrientes, arrastando a Argentina para o conflito ao lado de Brasil e Uruguai, já com novo governo pró-Brasil.

    Brasil e Inglaterra estavam rompidos

    Há, no entanto, livros didáticos que ainda entendem a guerra como produto do imperialismo britânico, uma versão descartada pelo historiador da UnB, Francisco Doratioto, autor do livro “A Maldita Guerra”.

    — Não havia indústria no Paraguai, simples assim. Não há documentação que prove isso. O mercado interno era ínfimo, o país só tinha 400 mil habitantes. E dizer que a Inglaterra queria abrir o mercado consumidor fazendo uma guerra é algo totalmente ilógico — diz.

    Doratioto lembra ainda que, quando o conflito começou, o Brasil tinha relações diplomáticas rompidas com a Inglaterra por conta dos atritos envolvendo o tráfico de escravos que culminaram na Questão Christie. Na época, a rainha Vitória teria até enviado uma carta a D. Pedro II lamentando os acontecimentos.

    Continue lendo aqui.

    Fonte: Globo Online


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    A Casa Elétrica

    Chega aos cinemas brasileiros o filme "A Casa Elétrica", co-produção Brasil-Argentina dirigida por Gustavo Fogaça.

    Sinopse: A história de três irmãos imigrantes italianos que abriram a primeira fábrica de gramofones da América Latina. Savério (Nicola Siri), Carlino (André Di Mauro) e Aquille (Juan Arana) fundaram em Porto Alegre, em 1913, a Casa A Electrica. A história da música na América do Sul contada junto com a história da realização dos sonhos de um imigrante, a do Brasil e também a de um amor.

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    Vargas e o Trabalhismo: Confira, na íntegra, o artigo “A cultura política dos trabalhadores no primeiro governo Vargas”, do historiador Jorge Ferreira (UFF). Publicado na Revista de Estudos Históricos número seis, de 1990, o artigo se tornou uma referência importante sobre trabalhismo no Brasil. Clique aqui e leia.

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