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Em Tempos de História

Acaba de ser publicada mais uma edição da revista "Em Tempo de Histórias". Desta vez, o dossiê especial é sobre "Gênero e Sexualidade". "Em Tempo de Histórias" é um periódico do corpo discente do programa de Pós-Graudação em História da Universidafe  de Brasília (UnB). Possui periodicidade semestral, com publicação inteiramente digital e de livre acesso. Aproveite também para enviar contribuições para a revista, que publicará seu próximo número no final de 2015.Todos os textos serão submetidos à análise de um ou mais pareceristas, para a verificação de aspectos ligados ao conteúdo, forma e pertinência dos temas. Os trabalhos que não contemplarem as normas editoriais não serão avaliados para publicação nem devolvidos aos autores.Saiba mais clicando aqui.

Revista Faces

A Revista Faces da História torna pública a chamada de artigos livres e resenhas em fluxo contínuo para o dossiê temático O lugar sem limites: América Latina em perspectiva. A Revista Faces da História é uma publicação periódica online conduzida pelos discentes do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual Paulista – Faculdade de Ciências e Letras de Assis. A proposta visa divulgar a produção científica na área de História e nas suas diferentes interfaces, assim como estimular e desenvolver o intercâmbio entre pesquisadores, docentes e discentes de programas de pós-graduação stricto sensu.  O material deve estar em conformidade com as normas da revista, disponíveis aqui e relacionados ao eixo temático.

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    O Rio aos 450 anos: Historiadores apontam perdas e conquistas

    O Jornal do Brasil consultou alguns dos historiadores que mais conhecem o Rio de Janeiro, para que tentassem definir o caminho percorrido até hoje pela cidade, que completou 450 anos no último domingo (27). Eles falam da cidade marginalizada e também da esquecida, no caso, o Rio de Janeiro dos indígenas. Ainda há motivos para comemorar, no entanto.

    "Minha irmã acaba de chegar da rua (sete e meia da noite) e me traz a notícia de que um grande prédio em construção no Largo do Rossio acaba de desabar, matando quarenta operários. O antigo prédio era uma arapuca colonial, mas que, apesar da transformação, de ter tido as paredes eventradas, resistia impavidamente. O novo ia ser uma brutalidade americana, de seis andares, dividido em quartos, para ser hotel: Hotel New York (que nome!), um pombal, ou melhor: uma cabeça-de-porco. Somos de uma estupidez formidável. O Rio não precisa de semelhantes edifícios. Eles são desproporcionados com as nossas necessidades e com a população que temos", dizia Lima Barreto em relato de 7 de junho de 1917. O romancista e cronista nasceu na cidade em 1881, onde também morreu, em 1922.

    Procissão marítima diante do hospital dos Lázaros

    O Rio de Janeiro sempre passou por muitas mudanças polêmicas, como agora. Armelle Enders, professora de história da Universidade de Paris - IV - Sorbonneé, é uma entusiasta pesquisadora da capital fluminense. Ela relança a obra "História do Rio de Janeiro", atualizada, também neste domingo, com algumas páginas a mais e levando em conta o período atual. Para ela, a recuperação do Centro e da zona portuária é uma verdadeira reconquista da história do Rio de Janeiro e do coração da cidade, por resgatar um passado doloroso mas consubstancial, o ponto de chegada de 2 milhões de escravos africanos que transitaram pelos cais, pelo Valongo, e a "pequena Africa" do morro da Conceição, "o Rio de Janeiro da resistência africana". Ela destaca ainda que a queda da perimetral embeleza a Praça XV. Como o Rio sempre foi uma cidade global justamente pelo fato de ser um porto, faz sentido recuperar esta história.

    "Tudo isso mostra que a valorização do patrimônio é hoje em dia considerado como moderno, quando, antigamente, a 'modernidade' significava destruir e derrubar o que era considerado como velho, arcaico, atrasado. Quem sabe se o próximo prefeito do Rio de Janeiro não vai cogitar em restaurar o morro do Castelo, sua igreja e seu colégio jesuíta? Essa brincadeira é para dizer que recuperação do patrimônio, como a memória, é seletiva. Existe um Rio de Janeiro fantasma, como, por exemplo, o Rio de Janeiro indígena, que anda muito esquecido", levanta a historiadora.

    O arquiteto e professor Nireu Cavalcanti, uma das maiores autoridades na história do Rio de Janeiro, por sua vez, desaprova as alterações atuais. Para ele, as reformas espalhadas por toda a cidade são um absurdo. Um exemplo é que a Perimetral poderia ter sido derrubada apenas quando as obras estivessem prontas, ele sugere. O que falta, indica, assim como em épocas anteriores, é planejamento. "Isso é resultado da falta de planejamento e de respeito ao cidadão, resultado dessa visão 'megalômica'. Nós vivemos nessa ilha da fantasia, você planeja sem prever quais são as consequências da sua obra. É uma ilha da fantasia para o governo, mas para nós é uma ilha da tortura.

    Continue lendo aqui.

    Fonte: Jornal do Brasil


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    Bibliografia Comentada

    Bibliografia comentada: História do Esoterismo

    O historiador Francisco Mendonça Júnior, doutor em História e Culturas Políticas pela Universidade Federal de Minas Gerais, a convite do Café História, preparou uma bibliografia comentada para aqueles que desejam conhecer uma área tão interessante quanto promissora da historiografia: o esoterismo. 

    Por Francisco Mendonça Júnior

    A presença acadêmica da pesquisa sobre o Esoterismo é algo relativamente novo, ainda que o tema estivesse já há muito tempo presente, de uma forma ou de outra. Contudo, somente com iniciativas como a criação de cátedras específicas ao estudo do Esoterismo, enquanto fenômeno histórico, em Paris, Exeter e Amsterdã é que entendemos ter-se inaugurado de fato a pesquisa acerca do Esoterismo como uma área acadêmica em si, não sendo apenas objeto de outros campos de investigação, buscando construir uma análise livre de preconceitos e julgamentos de valor. Na qualidade de codiretor do Centro de Estudios sobre el Esoterismo Occidental de la Unión de Naciones Suramericanas (CEEO-UNASUR) apresento algumas obras que considero fundamentais para se começar a conhecer essa área de pesquisa. Aproveito convido a todos para visitar nosso website, onde são disponibilizadas mais referências bibliográficas, além de informações sobre nossas atividades. Clique aqui.

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    Machado de Assis: Confira, na íntegra, a tese de doutorado "Apropriação e recusa: Machado de Assis e o debate sobre a modernidade brasileira na década de 1870", defendida em 2012 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro pelo historiador Daniel Pinha Silva. Clique aqui.

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    O Duplo

    Chega aos cinemas brasileiros o filme inglês "O Duplo", de Richard Ayoade ("A Vida e Morte de Peter Sellers"), com Jesse Eisenberg e Mia Wasikowska no elenco. 

    Sinopse: Tímido, solitário, rejeitado pela mãe e desprezado pela amada, Hannah (Mia Wasikowska), Simon (Jesse Eisenberg) tem um choque ao conhecer seu novo colega de trabalho, de nome James. Fisicamente idênticos, os dois são opostos em termos de personalidade.

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