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Café História TV

Desembalando Livros

Confira mais um "Desembalando livros", do Café História TV. Desta vez, desembalamos o livro "A História do Brasil nas Ruas de Paris", de Maurício Torres Assumpção e publicado pela Casa da Palavra. 

mural do historiador

Revista de História

A Revista de História da Biblioteca Nacional de dezembro tem como tema principal a Guerra de Canudos. O dossiê aborda, entre outros aspectos, a vida na comunidade de Belo Monte, os erros do exército brasileiro e o papel da imprensa nesse conflito. “Jornais de todo o país, aliados de interesses políticos e econômicos agrupados com o recente surgimento da República, começaram a divulgar os ‘perigos’ da existência de uma aglomeração de despossuídos que desenvolviam atividades de subsistência e se recusavam a reconhecer a autoridade do novo regime – inclusive se negando a pagar impostos para um governo no qual definitivamente não confiavam”, afirma Rodrigo Elias, na Carta do Editor. Mais informações, clique aqui

História e Cultura

A revista História e Cultura tem o prazer de anunciar o lançamento de seu terceiro número (especial) do terceiro volume, referente ao ano de 2014. A edição apresenta o dossiê “História e Sociologia”, organizado pelos doutores Semíramis Corsi Silva e Fernando de Figueiredo Balieiro (UFSCar) e o professor Reginaldo Guiraldelli (UnB) ao qual estão vinculados treze artigos de estudiosos e pesquisadores das áreas de História, Sociologia e Serviço Social, voltados à temática das relações entre as áreas de História e Sociologia. Também apresenta uma entrevista com o pesquisador e professor Richard Miskolci (UFSCar), sobre a interdisciplinaridade entre História e Sociologia em suas pesquisas e as possibilidades de alcance dessa perspectiva. A edição conta ainda com quatro artigos de temática livre escritos por pesquisadores de diferentes áreas. Os artigos apresentam questões referentes à hermenêutica, ao papel da imprensa no Primeiro Reinado no Brasil, à idealização da cidade de Mococa no início do século XX e à Cultura Política e o Código Penal no início do período republicano no Brasil. O número também possui três resenhas e uma entrevista. Clique aqui para saber mais.

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    Historiador diz que arquivos secretos da Guerra do Paraguai são 'míticos'

    Para ele, Itamaraty deve falar sobre tema e evitar 'relações envenenadas'. Solano López declarou combate contra o império brasileiro há 150 anos.

    Mesmo desconfiando da existência de documentos secretos da Guerra do Paraguai, o jornalista especializado em fatos históricos Moacir Assunção defende que o Itamaraty se posicione oficialmente a respeito das “lendas” do maior e mais sangrento conflito da história brasileira. A declaração de início do combate, que ocorreu entre 1864 e 1870 e dizimou aproximadamente 90% da população paraguaia masculina que tinha acima de 20 anos, completa 150 anos neste sábado (13). O site G1 procurou o Ministério das Relações Exteriores para comentar o tema por telefone e e-mail, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.

    Detalhe do quadro Batalha do Avaí, óleo de Pedro Américo sobre um dos últimos episódios da guerra do Paraguai, ocorrido em 11 de dezembro de 1868 (Foto: Museu de Belas Artes/Reprodução)

    “Acho que eles deviam efetivamente já resolver essa questão de uma vez, dizendo o que tem e o que não tem, o que existe e o que não existe. E acho que o Brasil poderia devolver isso e qualquer outra coisa que tivesse, até porque a Argentina e o Uruguaijá o fizeram. Não faz muito sentido manter isso no Brasil se isso não nos pertence. É saudável e evita que essa coisa continue envenenando as relações entre os países”, afirmou Assunção.

    O jornalista conta que se interessa pelo tema desde os tempos de colégio e que há quase 20 anos se dedica a pesquisá-lo de forma mais sistemática. Ele esteve no Paraguai três vezes, entre 1997 e 1999, e também passou pela Argentina e Uruguai (países que junto com o Brasil compunham a Tríplice Aliança), além de Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul – estados que serviram de cenário para o embate. Nesses locais, Assunção se dedicou a ler livros, arquivos e jornais de época.

    “Eu já acreditei que esses documentos existissem, mas hoje, com base em todas as minhas pesquisas e no que converso com outras pessoas que também pesquisam o tema, eu não acredito mais. Se existirem efetivamente, não estão catalogados como da Guerra da Paraguai. A essa altura do campeonato todo mundo já sabe o que aconteceu”, disse.

    “A gente vê que no fim das contas esses documentos são meio míticos. Eles possivelmente não existem, mas, se existirem, eles estão muito bem escondidos, e eu não acredito que exista algo totalmente inédito. O que a gente encontrou é talvez sobre a definição das fronteiras, algo de que o Itamaraty nem gosta de falar, porque é um tema sensível”, completou o pesquisador. 

    As questões são abordadas no livro “Nem heróis, nem vilões”, que traz também entrevistas com a bisneta de Solano López e intelectuais lopistas e anti-lopistas (favoráveis e contrários ao ditador paraguaio). Há ainda bastidores de episódios importantes do conflito, como Curupaiti, a maior derrota aliada, que quase levou ao fim do conflito. Assunção defende que não há “bonzinhos ou mauzinhos” e a fome e as doenças que atingiram o Paraguai mataram mais gente que o próprio combate.

    Fonte: G1

    Clique aqui para continuar lendo.

    Raquel Morais 


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    História Regional: Confira na íntegra a nova edição da Revista de História Regional. A RHR foi fundada em 1996 e desde o primeiro volume tem disponibilizado gratuitamente todo o seu conteúdo pela internet. O periódico é uma publicação do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em História (Mestrado em História, Cultura e Identidades) da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Possui Qualis B1

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    Acaba de chegar aos cinemas brasileiros um dos filmes mais aguardados do ano: “O Abutre”, de Dan Gilroy. O filme é uma crítica mordaz aos meios de comunicação contemporâneo, escancarando o abandono da ética e da moralidade na cobertura jornalística. Mas a mídia não é o único alvo do filme. “O Abutre” - com atuação visceral de Jake Gyllenhaal - é uma crítica a lógica moderna de gestão que rege a vida moderna, não importante a área ou profissão. 

    Sinopse: Enfrentando dificuldades para conseguir um emprego formal, o jovem Louis Bloom (Jake Gyllenhaal) decide entrar no agitado submundo do jornalismo criminal independente de Los Angeles. A fórmula é correr atrás de crimes e acidentes chocantes, registrar tudo e vender a história para veículos interessados.

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