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Che Guevara recebe o time do "Madureira", clube de futebol do subúrbio carioca. O Madureira foi a primeira agremiação esportiva a adentrar a pátria de Fidel Castro depois da revolução socialista de 1959. Na época, excursões pelo mundo eram bem comum entre os clubes brasileiros. Até entre os mais modestos, como o "Madureira". Mas com as honras de Guevara, somente o "tricolor suburbano".

Foto: http://revistatrip.uol.com.br/

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Mini Curso na ANPUH 2013

Estão abertas as inscrições para o mini-curso "Tempo e modernidade na literatura norte-americana dos anos 1960", que ocorre no XXVII Simpósio Nacional de História da ANPUH, entre 22 e 26 de julho de 2013, em Natal (RN). O curso, organizado por Marina Araujo (Doutoranda UFRGS) e Iuri Bauler (Doutorando UFRJ), trata de concepções de temporalidade e periodização histórica dos anos 1960 na literatura norte-americana, apresentando um panorama do debate historiográfico sobre a questão e explorando as potencialidades das fontes utilizadas nas recentes pesquisas em coleções e arquivos digitais e norte-americanos, contribuindo para o diálogo entre história e literatura. Para mais informações, clique aqui.


Festival do Rio

Estão abertas, até 15 de julho, as inscrições de longas-metragens (filmes acima de 70 minutos de duração) e curtas-metragens (de até 15 minutos) na mostra Première Brasil do Festival do Rio. Os longas documentários e de ficção concorrem em categorias específicas e os curtas, que precisam ter sido finalizados de outubro do ano passado em diante, competem todos uns com os outros, sejam eles docs, animações ou filmes de ficção. Você acessa o regulamento aqui. O Festival acontecerá de 26 de setembro a 10 de outubro.

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Comissão recomendará que agentes da ditadura respondam judicialmente

Mas grupo reconhece que STF teria de reinterpretar a Lei da Anistia.

A Comissão da Verdade recomendará que agentes respondam judicialmente por crimes cometidos durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985), segundo a advogada Rosa Cardoso, integrante da comissão.

Ela afirmou nesta terça-feira (21), durante balanço de um ano de trabalho do colegiado, que crimes contra a humanidade não prescrevem e não são alcançados por anistia.

“Crimes de lesa-humanidade são imprescritíveis. Se temos esse conhecimento, temos que recomendar que esses casos sejam judicializados internamente”, afirmou.

De acordo com Rosa Cardoso, ao final dos trabalhos a comissão enviará a "recomendação" para punição dos agentes aos chefes dos três poderes. A comissão foi criada para fazer uma narrativa de violações de direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar, mas não tem poderes para adotar medidas. O Ministério Público Federal já abriu quatro processos sobre casos de violação aos direitos humanos durante a ditadura.

Apesar da recomendação a ser feita pela comissão, Rosa Cardoso reconheceu que a mais recente interpretação da Lei da Anistia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não permitiria a punição de torturadores. A lei impede a punição de colaboradores do regime militar e de pessoas que participaram da luta armada durante a ditadura. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com recurso contra a interpretação da Lei de Anistia, mas ainda não foi analisado.

Mas ela disse esperar que o Supremo volte a analisar a lei no futuro e, com outra composição de ministros, tenha uma leitura diferente da abrangência e da constitucionalidade da norma. "Esperamos que possa haver uma nova interpretação da Lei da Anistia, que a interpretação atual seja revista", afirmou.

Rosa Cardoso afirmou que a comissão não vai encaminhar projeto ao Congresso para revogar a Lei de Anistia. “Não vamos fazer um projeto de lei, porque, enquanto comissão, não vamos tomar parte num movimento social”, disse Cardoso.

Dar os nomes

O coordenador da Comissão da Verdade, Paulo Sérgio Pinheiro, frisou que o grupo vai nomear os autores das violações aos direitos humanos cometidos durante a ditadura.

"Nós vamos nomear os autores. Temos que indicar as autorias, mas vamos indicar as autorias na medida em que nos sintamos sólidos para isso. Alguns nomes só vão ser comentados no final", afirmou.

Tortura

A comissão também afirmou que os levantamentos feitos pelo grupo apontam que a tortura no regime militar brasileiro começou em 1964, ano do início do regime, antes de haver luta armada no país. O grupo chegou à conclusão de que a prática de tortura no regime militar não era "pontual", mas sim era a "base" da repressão durante a ditadura.

“A tortura começa a ser praticada nos quartéis em 1964. A tortura não é realizada de modo pontual. Ela é a base da matriz de repressão da ditadura. Em 1964, é possível identificar centros de detenção e tortura”, afirmou a historiadora Heloisa Starling, integrante da comissão. "A tortura está na origem da ditadura militar, ela acontece antes da luta armada," completou.

Fonte: G1


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    Biblioteca Nacional Digital Americana no ar

    Um dos maiores projetos de digitalização de acervos históricos já vistos está online. Confira seus mais de três milhões de itens.

    Um grande sonho finalmente se tornou uma realidade nesta última quinta-feira, dia 18 de abril de 2013: a Biblioteca Nacional Digital Americana (DPLA). O objetivo desta biblioteca - capitaneada pelo historiador americano e diretor da biblioteca de Harvard, Robert Darnton – é reunir e compartilhar de forma gratuita, na internet, milhares de documentos e obras que pertencem a bibliotecas, universidades, museus e arquivos dos Estados unidos. Apenas nos primeiros momentos da biblioteca serão cerca de três milhões de itens disponíveis para consultas, entre fotografias, mapas, documentos, objetos, códices, etc.

    E engana-se quem acha que o projeto envolve conteúdo que diz respeito apenas a cultura e a história dos Estados Unidos. As bibliotecas e arquivos daquele país reúnem milhares de itens em outras línguas e que abordam aspectos multiculturais e multinacionais. Procurando por "Brasil" (assim mesmo, com "s"), por exemplo, é possível encontrar neste momento 169 resultados. E trocando o "s" pelo "z" chegamos ao incrível número de 10.240 resultados. É possível pesquisar por palavra chave, instituição, data e formato. O projeto vem sendo desenvolvido desde a década passada como um esforço coletivo para democratizar o acesso a bens culturais inestimáveis para a pesquisa, ciência e educação, tornando-se uma fonte de preservação segura e livre. Para acessar a biblioteca, clique aqui. E divirta-se!

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    Ano passado, conversamos com Angela Bettencourt, uma das principais responsáveis por projetos de digitalização dos acervos da Biblioteca Nacional. Clique na imagem e relembre esta conversa.

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    Cine História

    Era uma vez na Anatólia

    A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.

    Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.

    Enquete História

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