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Café História na Bahia (UniAGES)

No último dia 28 de agosto, sexta-feira, o fundador do Café História, o historiador Bruno Leal (NIEJ/UFRJ), fez a conferência de abertura da Semana Integrada da UniAGES, em Paripiranga, na Bahia, para um público de aproximadamente 150 alunos e professores do curso de história da faculdade. O tema da conferência foi “Novas tecnologias, difusão do conhecimento histórico”. Leal falou sobre a questão da difusão da história nas mídias digitais e sobre o desenvolvimento do Café História, maior rede social de história em língua portuguesa na internet. Nesta edição do evento – a terceira promovida pela instituição – teve como mote “história e historiografia regional” e contou ainda com a participação de vários pesquisadores, entre os quais os professores José Barros de Assunção (UFRRJ) e Durval de Albuquerque Muniz (UFRN). O Café História agradece aos professores e alunos da AGES pelo convite e deseja a todos um enorme sucesso. 

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    Hitler usou as Olimpíadas para fazer propaganda do nazismo em 1936

    Veja a segunda reportagem da série "Espírito Olímpico", com Marcos Uchôa. Entenda como Adolf Hitler fez das Olimpíadas um espaço para se promover.

    O uso político das Olimpíadas, não só como propaganda, é quase tão antigo quanto os próprios jogos. Na segunda reportagem da série Espírito Olímpico veja como Adolf Hitlerfez das olimpíadas uma ferramenta política. A imagem do ditador alemão hoje é parte de uma história bem conhecida. Hitler é sinônimo do mal no século XX. O horror dos campos de concentração, o genocídio, 50 milhões de mortos, Segunda Guerra Mundial. Até aí o mundo conhece.
    Mas é necessário imaginar um outro Hitler, de antes da guerra, o líder alemão de 1936. Desde 1933 no poder, ele era admirado e popular. E não só na Alemanha. Os judeus já eram perseguidos pelos nazistas, mas o antissemitismo era um traço relativamente comum em muitos países cristãos. E no sul, na Baviera, a parte católica da Alemanha, onde o nazismo era forte, se escolheu duas cidadezinhas para sediar as Olimpíadas de Inverno. As vizinhas Garmisch e Parterkichen ainda são bibelôs, tudo bonitinho, arrumadinho e organizado.

    Tudo funcionou perfeitamente apesar de 10 mil alemães em uniforme e bandeiras com suásticas por todo lado. 28 países participaram. As estátuas e um estádio para saltos ainda são os mesmos daquela época, no inverno de 1936. O sucesso das Olimpíadas foi tal que os alemães conseguiram algo inédito: o direito de sediar os Jogos Olímpicos seguintes, de 1940, foi dado novamente para Garmisch e Partenkirchen.

    Mas não foi só na área esportiva que as Olimpíadas renderam. A comunidade internacional apoiou tanto a Alemanha que Hitler se sentiu forte o suficiente para ousar algo arriscado politicamente.Três semanas depois do fim dos jogos, Hitler ordenou a reocupação militar da Renânia, território alemão, algo que depois da Primeira Guerra tinha sido proibido pelo Tratado de Versalhes. Foi feito sem quase um pio de reclamação.

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    Educação: Publicada semestralmente pelo departamento de educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. “Educação” destina-se à publicação de trabalhos inéditos e originais na área de Educação, resultantes de pesquisas e práticas educativas refletidas teoricamente. A Revista é organizada em sessões de Dossiê, Demanda Contínua e Resenha. A revista tem o Português (Brasil) como idioma principal e o Espanhol como idioma secundário. Todo o conteúdo da revista (disponibilizado em PDF) é gratuito. Para conhecer esse periódico, clique aqui

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