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"Ninguém nasce assim"

Cristiano Campos, professor de história do Colégio Pedro II (Campus Humaitá II), no Rio de Janeiro, produziu um documentário muito bacana chamado "Ninguém nasce assim?", com apoio do Laboratório de Humanidades do CPII. O objetivo do documentário (curta-metragem), feito em 2014, a partir de um fato de discriminação racial, é promover o debate em torno de questões referentes ao racismo. Alunos, professores e outros funcionários do colégio discutem diante das câmeras esse delicado (e urgente) tema de forma aberta, democrática e sincera. "Ninguém nasce assim" é um projeto inspirador para professores de história de todo país interessados em envolver os alunos de uma forma inovadora no processo de ensino-aprendizagem, visando a autonomia e o protagonismo destes no ambiente escolar. Quer conferir? Então, clique aqui. Quer conhecer mais sobre o Laboratório de Humanidades do CPII? Clique aqui

Chamada de artigos

A Estudos Ibero-Americanos, revista editada pelo Departamento e pelo Programa de Pós-Graduação em História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), torna pública a chamada de artigos para o Dossiê Temático Corporativismo histórico no Brasil e na Europa.Descrição da Proposta: O corporativismo é um tema central da historiografia dos fascismos, em geral, e dos Estados Novos português e brasileiro, em especial. Ao longo do século XX, apesar das oscilações e dos ciclos de presença e de ausência do tema na historiografia desses países, o corporativismo se mantém como uma questão central na história contemporânea, seja por sua histórica ligação com o “fascismo genérico”, seja pela centralidade que a ideologia corporativa assumiu no próprio Estado Novo português e brasileiro. Saiba mais aqui

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    Entidades querem transformar prédio DOI-Codi em memorial das vítimas da ditadura

    Os nomes de algumas pessoas desaparecidas ou mortas pelo regime militar, logo após o golpe de 1964 que depôs o presidente João Goulart, foram lidos hoje (23), no pátio da 36ª Delegacia da Polícia Civil de São Paulo, na rua Tutóia, 921, no bairro do Paraíso. Foi uma tentativa teatralizada de ouvir do outro lado das paredes a resposta de um ente querido e quem sabe salvá-lo da tortura. Mas nenhum ruído foi ouvido. O silêncio foi quebrado, minutos depois, por uma salva de palmas da plateia, na apresentação dos atores da Cia de Artes do Baque Bolado.

    O grupo artístico foi um dos vários a se apresentar no II Ato Unificado Ditadura Nunca Mais, com o objetivo de reivindicar do governo paulista a substituição da delegacia por um espaço destinado à preservação da memória das vítimas da ditadura militar. O prédio foi sede do antigo Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi). 
     
    Um dos organizadores do ato, o ex-preso político José Luiz Del Roio defende a transformação do local em um espaço para peças teatrais, músicas e outras formas de manifestação cultural. “A melhor forma de combater o fascismo é a cultura”, resume ele. Segundo Roio, não há dados precisos, mas acredita-se que no prédio morreram entre 60 e 80 pessoas.

    A manifestação foi organizada por entidades de direitos humanos e movimentos sociais e teve a presença de ex-presos políticos e familiares das vítimas da ditadura militar. Entre eles, Ary Normanha que, ao ser detido por duas vezes em 1969, era um estudante secundarista de 20 anos filiado à Aliança Libertadora Nacional.

    Na plateia estavam familiares de alguns dos desaparecidos ou mortos, que seguravam os retratos das vítimas entre os quais estava o de Henrique Ernesto Ruggia e Pedro Alexandrino de Oliveira Filho. Ao final do encontro, os participantes foram orientados a colocar em caixas de correio das residências vizinhas a cópia da carta aberta ao governador Geraldo Alkcmin para que as pessoas no entorno tomem conhecimento da campanha.

    Na carta, as entidades argumentam que no item 28 do relatório das conclusões e recomendações da Comissão Nacional da Verdade, consta a intenção de “preservar, restaurar e promover o tombamento ou criação de marcas de memória em imóveis urbanos ou rurais onde ocorreram graves violações de direitos humanos”. No documento, as entidades explicam que o que se busca é “honrar nossa democracia e os mártires que morreram lutando por ela”.

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    café história acadêmico

    Doutorado e mestrado na Universidade de Passo Fundo: O Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo  iniciou seus trabalhos em agosto de 1998, sendo no ano seguinte reconhecido pela Capes através da portaria do CNE n° 1057/99. O Programa tem como área de concentração a História Regional e conta, atualmente, com três linhas de pesquisa: Política e Relações de Poder, Economia, Espaço e Sociedade e Cultura e Patrimônio.

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    O Imigrante Russo

    Chega aos cinemas brasileiros (pelo menos em algumas de suas salas) o filme “O Imigrante Russo”, do diretor Stanislav Güntner. 

    Sinopse: Dima é um alemão-russo que decide mudar de vida e ir para Berlin, para fugir de seu passado criminoso. Ele conhece a estudante de arte Nadja, por quem se apaixona. No entanto, as antigas conexões criminosas de Dima o perseguem e podem causar grandes desastres para ele e sua amada. 

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