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Nosso objetivo, é oferecer o melhor espaço possível para o estudo e a divulgação da história e também de temas educacionais.

O Café História respeita a opinião de todos nos mais diversos espaços da rede. Reserva-se, no entanto, o direito de retirar textos de teor ofensivo, agressivo ou que sustente preconceitos de qualquer ordem, que promovam a violência ou que estejam em desacordo com o bom senso e as leis brasileiras. O Café História não se responsabiliza pelo conteúdo postado pelos seus membros.

Enquete História

Professor, existe prática de bullying em sua escola?

Sim, bastante.
Sim, razoavelmente.
Sim, mas pouco.
Não existe.


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Na enquete passada...

Fizemos a seguinte pergunta aos leitores do Café História: "Em ano de eleições no Brasil, é correto os professores de história discutirem suas afinidades partidárias em sala de aula?"

Para maior parte dos votantes, não é correto esse tipo de abordagem em sala de aula. 47,02% respodneram que sim, são contra. Enquanto isso, outros 37,31% responderam que não vêem problema nesse tipo de conversa com os alunos. 15,67% possuem dúvidas sobre a questão.

Total de votos: 587

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Fórum

Daniela Wenchenk Fiúza

Será que está surgindo uma "nova história do Brasil ? 19 respostas 

Iniciado por Daniela Wenchenk Fiúza em História do Brasil - Colônia. Última resposta de Daniela Wenchenk Fiúza 2 horas atrás .

Rodrigo Villela Pereira

Livros sobre séc XX. Quais os melhores ? 6 respostas 

Iniciado por Rodrigo Villela Pereira em História Contemporânea. Última resposta de getulio miranda barbosa jr 3 horas atrás .

ROGERIO TORRES MEDEIROS

Qual o papel do professor em relação aos fatos recentes da História do pais? (vide texto) 31 respostas 

Iniciado por ROGERIO TORRES MEDEIROS em Ensino de História. Última resposta de Sergio Fonseca 3 horas atrás .

Galeria Café História

Artista: Joaquim Sorolla y Bastida (1863-1923), pintor espanhol, conhecido como "Pintor da Luz". Suas pinceladas eram rápidas e carregadas de tintas, com traços fortes e vibrantes. Sua técnica fez dele o retratista mais famoso em todo o mundo. Sua carreira foi marcada por uma grande produtividade.

Obra: Auto-retrato, Museu Sorolla - Madri

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Se ficar a DILMA pega se correr o SERRA come.
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Estudo voltado as línguas,Suméria é a língua escrita mais antiga das que se têm testemunhos gráficos. As primeiras inscrições procedem de 3000 a.C. e seu alfabeto é cuneiforme.(f. concha)
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A maioria dos poços petrolíferos não estão mais em terra, de modo que, com respeito ao esgotamento dessa matéria prima, o rumo da história será outro. Com certeza não haverá mais cobiça pelas terras dos outros, face a quantidade de óleo , cada vez m…
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Juliana Machado entrou no grupo de João Nunes
Desde a sua fundação aos tempos actuais
38 minutos atrás
Através desse grupo estudaremos todas as reliões e procuraremos entender o por que de muitas coisas.
40 minutos atrás
 

Miscelânea Café História - Documentos Digitalizados

Uma história bem brasiliana

Projeto digitaliza dezenas de obras da antiga “Coleção Brasiliana” e disponibiliza conteúdo na internet para livre acesso de internautas


Pouco depois da Revolução de 1930, no Brasil, o governo federal tratou logo de empreender outra ousada proposta de escrita da história, mas dessa vez algo no sentido literal do termo: a criação de um acervo constituído por obras de referência para a compreensão do país. Políticos, historiadores, filósofos, geógrafos e educadores, todos tiveram seus serviços convocados. Nada mais natural para um Brasil que experimentava um momento de profunda transformação e, por isso, buscava por uma nova interpretação de si mesmo. A "Coleção Brasiliana", como ficou conhecida, foi publicada entre 1931 e 1993. Mas essa história não se encerra aí. Hoje, quase vinte anos depois do encerramento oficial da coleção, uma parceria envolvendo várias instituições está dando nova vida a este importante conjunto de obras sobre o Brasil. O nome desse projeto é "Brasiliana Eletrônica" e seu objetivo é publicar na internet as obras da antiga coleção criada pelo governo Vargas.

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Miscelânea Café História - A Filosofia

Filosofia: amiga e vizinha

Site "Dossiê Gilles Deleuze & Félix Guattari" reúne importante acervo sobre os dois filósofos contemporâneos franceses e mostram que mesmo na internet a filosofia é tanto amiga quanto vizinha dos historiadores


Na primeira infância, ela já se insinua nas crianças, sendo a pulga atrás da orelha e que faz toda pergunta começar com um impactante "por que" ou "como". Na adolescência, ela é uma disciplina tímida e poderosa, escondida em meio a tantas outras no currículo escolar. Na faculdade, ela faz parte de um conjunto de cadeiras indispensáveis para qualquer curso. Ou, no caso daqueles que cursam história, ela é a simpática vizinha no final do corredor. A filosofia é múltipla, presente, expansiva, está em todos os momentos da vida. E, agora, graças à explosão tecnológica, ela também está na internet. O site "dossiê Gilles Deleuze & Félix Guattari" é um exemplo dessa celebrada presença da filosofia na web.

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Café com Prosa


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Conversa Cappuccino

Café Expresso Notícias

Historiador examina o domínio holandês no Nordeste


O historiador Evaldo Cabral de Mello publicou há 35 anos seu primeiro livro, Olinda Restaurada, em que abordava de forma original os anos da ocupação holandesa no Brasil, analisando as particularidades do conflito entre holandeses e a população luso-brasileira de Pernambuco. Aos 74 anos, o ex-diplomata retoma o tema com fôlego ainda maior em O Brasil Holandês, que a Companhia das Letras lança junto a um outro livro, dedicado ao político e escritor abolicionista Joaquim Nabuco (1849-1910), ambos inaugurando o selo Penguin/Companhia das Letras.

Joaquim Nabuco Essencial é uma compilação de textos do autor de O Abolicionismo (1883), que está sendo relançado em edição de bolso pela Bestbolso (Editora Best Seller). Nabuco é estudado por Cabral de Mello há muitos anos, assim como o holandês Maurício de Nassau, personagem central de O Brasil Holandês, que havia sido biografado pelo historiador em Nassau: Governador do Brasil Holandês (2006). Sobre os documentos inéditos pesquisados por ele para seu novo livro, Evaldo Cabral de Mello falou ao Sabático, enfatizando que o padre Antonio Vieira foi um entreguista e que nunca interessou aos portugueses ou holandeses revelar quem foi o real Calabar, que se bandeou para o lado dos últimos.

O senhor diz, no prefácio de O Brasil Holandês, que organizar uma coletânea de textos do período holandês pode causar certo embaraço, motivado pela escolha entre documentos oficiais e relatos anônimos. Como fez para conseguir a equilibrada junção de depoimentos no episódio Calabar?

Há relativamente pouca coisa sobre Calabar. Nesse caso me concentrei nos testemunhos da época, como o de Manuel Calado, que o conheceu, e desse mercenário inglês, Pudsey, que foi companheiro de armas quando Calabar passou para o lado holandês. Espiei a correspondência oficial holandesa, mas essa apenas o menciona, e ainda assim não frequentemente. É preciso consultar as memórias do quarto donatário de Pernambuco, que atribui especialmente a Calabar a iniciativa de uma série de operações militares, sobretudo navais, que foram fundamentais para o êxito holandês. No fundo, o que se tem é um desequilíbrio: temos poucas informações do lado holandês e muitas do lado português, ambos suspeitos, evidentemente. As fontes holandeses que se carteavam com a metrópole não tinham oficiais interessados em sublinhar a atuação de um mestiço brasileiro (Calabar era mameluco). Eles considerariam isso ofensivo à capacidade profissional deles. Já o lado luso-brasileiro estava à procura de um bode expiatório, de modo que tinha interesse em exagerar o papel de Calabar.

Para continuar lendo, clique aqui.

Foto: Fábio Motta/AE

Fonte: Estadao.com

Livro conta história da rainha Ginga, heroína angolana


A rainha Ginga (1582-1663) é apresentada como "uma protonacionalista angolana, na luta contra o poder colonial português, e uma heroína de todo o continente" numa nova obra de referência publicada em França sobre "a mulher mais famosa de África".

Ana de Sousa N'Jinga M'Bandi, a célebre rainha Ginga, "é uma das figuras mais fascinantes da história africana", resumiu o historiador e editor francês Michel Chandeigne, entrevistado pela Lusa em Paris.

Michel Chandeigne, fundador da Livraria Portuguesa em Paris e especialista da história da expansão portuguesa, acaba de publicar N'Jinga, Rainha de Angola, numa edição de referência do relato do padre Antonio Cavazzi de Monteccuccolo (1621-1678).

O volume, de 416 páginas, é a história da conversão de "uma rainha terrível" ao catolicismo, considerada durante muito tempo como a força anticristã mais terrível da África Central, explicou Michel Chandeigne à Lusa. Ginga reinou durante 40 anos e resistiu quase 30 aos portugueses, com as suas tropas de Jagas, "uma seita cruel".

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Fonte: DN Globo.com

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Cine-História

O BEM-AMADO

(Dir.Guel Arraes, 2010, Brasil)

Baseado na obra de Dias Gomes, O Bem Amado conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu, que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira, a inauguração de um cemitério.
De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras. Do outro, tem que lutar contra a forte oposição liderada por Vladimir, dono do jornaleco da cidade.

Por falta de defunto, o prefeito nunca consegue realizar sua meta. Nem mesmo a chegada de Ernesto - um moribundo que não morre - e a contratação de Zeca Diabo, um cangaceiro matador, lhe proporcionam a realização do sonho.

Odorico arma situações para que alguém morra, mas o primeiro corpo a ser sepultado em Sucupira será o do próprio prefeito, que de caçador se torna caça e passa de vilão à mártir.

A refilmagem do clássico para o cinema acaba de ser lançado. É produzido por Paula Lavigne e escrito e dirigido por Guel Arraes. No papel principal, Marco Nanini.

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