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Bibliografia comentada

O historiador Braz Batista Vas, especialista em Guerra do Paraguai, a convite do Café História, preparou uma bibliografia comentada para aqueles que desejam compreender melhor a maior guerra realizada no continente sul-americano.

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Entrevista

Regime Militar Brasileiro: uma história de muitas batalhas

Em entrevista exclusiva ao Café História, o historiador Marcos Napolitano, professor da Universidade de São Paulo (USP), fala sobre o seu novo livro, 1964 – História do Regime Militar Brasileiro, dos cinquenta anos do golpe civil-militar, dos trabalhos historiográficos que gostou recentemente e muito mais. 

De acordo com Marcos Napolitano, “o golpe militar de 1964 foi uma das batalhas da Guerra Fria na América Latina”. Mas o evento não se resume a isso, alerta o historiador: “o golpe e o regime também geraram um modelo de ação política contra governos reformistas e de um regime que iam além das clássicas ditaduras latino-americanas.” Em entrevista ao Café Historia, o professor da Universidade de São Paulo discute essa e várias outras batalhas que fizeram parte da historia do regime militar brasileiro, das batalhas contra os movimentos artísticos e culturais ao reformismo de Jango. No ano em que o golpe civil-militar de 1964 completa cinquenta anos, tivemos o prazer de conversar sobre o assunto com mais um importante pesquisador da área. Confira como foi esse papo e deixe seus comentários! Clique aqui para ler.

mural do historiador

Tráfico de Escravos

O tema principal da Revista de História da Biblioteca Nacional de setembro é o reflexo do tráfico de escravos na formação do nosso mundo. O dossiê explica como esse mercado alimentava a economia de diversos países - como Brasil, Portugal e Inglaterra, cujo capital para a Revolução Industrial veio desse tipo de negócio. Nesta edição, por exemplo, Daniel B. Domingues da Silva, professor da Universidade de Missouri, fala sobre os ganhos desse comércio. A taxa de lucratividade média no tráfico para o Rio de Janeiro, entre 1810 e 1820, teria sido de cerca de 19%. No comércio britânico, entre 1761 e 1807, ela variou entre 8% e 13%. No tráfico francês, entre 1713 e 1792, o lucro médio era de 10%, enquanto no holandês, entre 1740 e 1795, era de apenas 3%. Essas taxas de lucro são maiores do que as de muitos fundos de investimentos atuais, mas não era sempre que elas vingavam.


História do Rio: livro para baixar

Disponível para download gratuito o livro "Memória da destruição: Rio, uma história que se perdeu”, de Sandra Horta. Por meio de fotografias, Sandra vai mostrando as transformações pelas quais a cidade passou. Tem capítulos sobre a construção das avenidas Rio Branco e Presidente Vargas, as derrubadas do morro do Castelo e do Convento da Ajuda, onde hoje é a Cinelândia, e os aterros da Lagoa Rodrigo de Freitas. Para Sandra, a falta de legislação urbana adequada e de participação da sociedade permitiu as modificações ou destruição desses locais de valor histórico, arquitetônico e afetivo. O principal problema para profissionais que trabalham com a memória, como historiadores e arquitetos, é o que preservar, lembra a autora. Ela observa ainda que as cidades estão em constante transformação, mas que essas devem ser feitas respeitando alguns valores básicos. Clique aqui para baixar. 

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    café expresso notícias

    Pesquisadores encontram face oculta de Stonehenge enterrada a quatro metros do solo

    Conjunto de rochas sugere que a área do monumento espiritual era bem maior do que se pensava

    Fãs das pedras místicas do Stonehenge podem ter agora novo local de culto e espiritualidade. Arqueólogos da Universidade de Birmingham e Instituto Ludwig Boltzmann de Viena anunciaram ter descoberto novas rochas a quatro metros abaixo da terra e a menos de três quilômetros ao norte do primeiro sítio pré-histórico.

    Trata-se de uma longa fila de 330 metros de mais de 50 pedras maciças. As evidências geofísicas sugerem que cada pedra está enterrada a cerca de três metros de comprimento e 1,5 metros de largura, posicionadas horizontalmente, e não verticalmente, em sua matriz de barro. No entanto, é possível que elas tivessem sido postas originalmente na vertical no solo como outras pedras de pé na Grã-Bretanha. Acredita-se que elas foram provavelmente trazidas para o local um pouco antes de 2500 A.C.

    Arqueólogos buscam outros vestígios do monumento de Stonehenge - Kirsty Wigglesworth / AP

    Pela disposição das rochas, os cientistas acreditam que elas formavam a mais inferior de um altar em formato de C. O invólucro de mais de 330 metros de largura e mais de 400 metros de comprimento fica de frente para o rio Avon. O monumento foi mais tarde convertido um molde circular, agora conhecido como Durrington Walls - maior henge pré-histórica da Grã-Bretanha, cerca de 12 vezes o tamanho do próprio Stonehenge. Era essa ligação com o rio que dava o aspecto religioso ao local. 

    As rochas foram descobertas a partir de equipamentos raio-X e magnetometria, capazes de penetrar solo adentro. Com esses recursos, os pesquisadores encontraram ainda outros 17 monumentos religiosos do Neolítico e da Idade do Bronze, cada um tamanho variando entre 10 a 30 metros de diâmetro. Também foram revelados 20 poços para rituais. 

    No total, cerca de 4,5 quilômetros quadrados de paisagem enterrada foi vistoriada pela equipe, em um exercício que levou quatro anos para ser concluída. 

    Fonte: Globo Online


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    Uma estranha efeméride

    Por Vitor Izecksohn

    A comemoração dos cento e cinquenta anos do início da Guerra do Paraguai passou praticamente em branco. Espremida entre os sessenta anos do golpe militar e o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, sobrou pouco espaço para a discussão do último grande conflito platino. Apenas um evento na Escola de Comando e Estado Maior do Exército e uma série na TV Escola intitulada “A Última Guerra no Prata” destacaram-se num cenário pouco alvissareiro para aqueles que pesquisam e publicam sobre o tema.

    A relação dos historiadores profissionais com questões militares é relativamente recente e ainda pouco influente em termos das agendas de pesquisa, dos editais de bolsas e auxílios e da promoção de eventos de grande porte. E, no entanto, se trata de um dos campos de pesquisa acadêmica que mais cresceu nos programas de pós-graduação nas últimas duas décadas, com a multiplicação de dissertações e teses, além do surgimento de cursos específicos. Uma possível razão para essa disparidade pode ser creditada ao papel reduzido das guerras internacionais para o processo de construção do Estado nacional no Brasil. Com a exceção das participações nas duas guerras mundiais, conflitos distantes que chegaram até nós principalmente através de submarinos e formação de um contingente reduzido, o impacto das guerras foi relativamente pequeno nas instituições e na sociedade. Durante o século XIX, uma guerra com as Províncias Unidas do Prata e uma intervenção mais contundente contra Rosas e Oribe adicionaram pouco ao poder despótico do Estado. Essa circunstância não diminui o papel das forças armadas como atores de ponta na história política do século XX. O que submerge é a ideia da mobilização como uma ferramenta de expansão da cidadania e da expansão do poder público. Continue lendo aqui

     
     
     

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    Cine História

    Anistia

    Chega aos cinemas brasileiros o filme "Anistia", de Bujar Alimani..

    Sinopse: A visita íntima é finalmente legalizada na capital da Albânia, Tirana, e uma vez por mês Elsa (Luli Bitri) desloca-se por vários quilômetros para passar alguns momentos com o marido encarcerado. Por conta da jornada ela se aproxima de Shpetim (Karafil Shena), marido de uma detenta, mas uma anistia aos presidiários atrapalha o nascimento deste novo amor.

    café história acadêmico

    Escravos em Minas Gerais: confira na íntegra a dissertação "Justiça e direitos costumeiros: apelos judiciais de escravos, forros e livres em Minas Gerais (1716-1815)", defendida pelo historiador Jener Cristiano Gonçalves, em 2006, na UNiversidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

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