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O suicídio de Vargas 60 anos depois (1954-2014): Os 60 anos do suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas são o tema da seção Arquivo S do Jornal do Senado, publicada nesta segunda-feira. Em entrevista ao repórter Ricardo Westin, o senador Pedro Simon relembra os acontecimentos que chocaram o país no dia 24 de agosto de 1954 e discorda dos que acreditam que suicidas não vão para o céu. Segundo Simon, o suicídio foi um ato de heroísmo. Para o jornalista Lira Neto, autor da trilogia biográfica Getúlio, a ideia do “sacrifício” já aparecia nas anotações de Vargas desde 1930. De acordo com o historiador Antonio Barbosa, o gesto de Getúlio adiou em 10 anos o golpe militar. Veja os depoimentos.

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    Guerra do Paraguai: série de TV

    A TV Escola, canal de Educação, apresentou em agosto de 2014, um excelente especial sobre a Guerra do Paraguai, intitulado “A Última Guerra do Prata”. Trata-se de uma série de quatro episódios sobre o conflito que envolveu quatro nações do Cone Sul - Paraguai, ArgentinaUruguai e Brasil, entre 1864 e 1870. O primeiro episódio mostra a geopolítica da região Platina antes da guerra; o segundo e o terceiro relatam os eventos durante o conflito, e o quarto analisa o pós-guerra. A série  traz um novo olhar sobre a polêmica Guerra do Paraguai, um trágico conflito em que morreram mais de 350 mil pessoas. A partir de visitas aos locais que sediaram campos de batalha, análises de historiadores e consultas a documentos e fotografias raras, a série revela os interesses geopolíticos que conduziram ao conflito, o cotidiano de homens e mulheres que estiveram no teatro de guerra e ainda a influência que a Guerra do Paraguai teve na formação das nações que hoje integram o Mercosul. Confira aqui


    Guerra do Paraguai no Twitter

    O historiador Alfredo de Oliveira Jr. e o especialista em tecnologia da informação e mídias sociais uniram esforços e criaram um perfil no Twitter que recria os eventos da “Guerra do Paraguai” (@gdp1864). Os tweets relatam diversos acontecimentos envolvendo o conflito, como a diplomacia imperial, as batalhas brasileiras, os dramas pessoais e as reações e críticas à participação do Brasil na guerra, exatos 150 anos depois. Com isso, a ação tem como objetivo reviver o dia a dia do conflito, tentando passar para os seguidores a mesma sensação que as pessoas na época tiveram, contribuindo para um melhor entendimento do conflito. Confira o perfil clicando aqui.


    O Labirinto de Getúlio Vargas

    O departamento de arte do jornal carioca O Dia produziu um infográfico interessante para lembrar os sessenta anos da morte de Getúlio Vargas. O infográfico se chama “O Labirinto de Getúlio”. A ilustração é bastante completa. Ele dá conta do jovem Getúlio Vargas, desde seu nascimento até sua formatura na faculdade de direito, até a sua fatídica declaração, nos anos 1950, de que somente morto deixaria o Catete. Há destaque para a arma que matou Getúlio, o pijama que ele usava e para os aposentos do Palácio do Catete. Veja você mesmo clicando aqui.

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    Cento e cinquenta anos depois, historiografia sobre Guerra do Paraguai ainda tem conflito de versões

    Tempo parece não ter sido suficiente para pacificar versões quase antagônicas sobre causas e impactos do evento

    Cento e cinquenta anos depois, a Guerra do Paraguai ainda é motivo de conflito, mas em outro campo de batalha: os livros de História. O tempo parece não ter sido suficiente para pacificar versões quase antagônicas sobre as causas e os impactos do evento. De um lado, há os que acreditam que tudo começou por conta do imperialismo da Inglaterra, que não poderia permitir que um Paraguai desenvolvido e autossuficiente prosperasse no Cone Sul sem os produtos industrializados ingleses. Do outro, historiadores que voltaram aos documentos e revelam que os atritos começaram ainda por conta do processo de consolidação das fronteiras nacionais, além da disputa pela hegemonia no Rio da Prata.

    Pesquisadores do filme ‘A Última Guerra do Prata’ reviraram arquivos em busca de registros como estes acima: soldados na linha de frente, acampamentos, armamentos usados no conflito e trincheiras - Divulgação / Biblioteca Nacional do Uruguai

    O embate já começa no nome da guerra. Os paraguaios a chamam de Guerra da Tríplice Aliança, em referência à união selada entre Brasil, Argentina e Uruguai. Estes países seriam os três “fantoches” manipulados pelos ingleses contra o país guarani, na versão deles. Já no Brasil, nós a chamamos Guerra do Paraguai, como se a culpa do conflito fosse exclusivamente do nosso vizinho.

    A mais recente corrente historiográfica, surgida nos anos 1990, prega que a batalha deve ser compreendida ainda no contexto de formação e consolidação dos estados da região do Prata. A pouca definição sobre os limites de cada nação gerava atritos entre os países, e este teria sido o motivo para o Brasil dar ultimato ao governo uruguaio de Aguirre, em 4 de agosto de 1864 — supostamente por conta de contrabando de gado brasileiro para o Uruguai. Ao responder a ameaça com o rompimento das relações com o Brasil Império, os uruguaios pediram socorro ao Paraguai de Francisco Solano López, aliado que precisava do porto de Montevidéu para exportar mercadorias paraguaias mundo afora.

    Em pouco mais de quatro meses, o Brasil invadiu o Uruguai e depôs Aguirre; o Paraguai considerou o ato uma declaração de guerra e aprisionou o vapor brasileiro Marquês de Olinda, em Assunção. No fim de 1864, os paraguaios invadiram a província de Mato Grosso. Pouco tempo depois, com o objetivo de chegar ao Rio Grande do Sul, tropas guaranis invadiram a província argentina de Corrientes, arrastando a Argentina para o conflito ao lado de Brasil e Uruguai, já com novo governo pró-Brasil.

    Brasil e Inglaterra estavam rompidos

    Há, no entanto, livros didáticos que ainda entendem a guerra como produto do imperialismo britânico, uma versão descartada pelo historiador da UnB, Francisco Doratioto, autor do livro “A Maldita Guerra”.

    — Não havia indústria no Paraguai, simples assim. Não há documentação que prove isso. O mercado interno era ínfimo, o país só tinha 400 mil habitantes. E dizer que a Inglaterra queria abrir o mercado consumidor fazendo uma guerra é algo totalmente ilógico — diz.

    Doratioto lembra ainda que, quando o conflito começou, o Brasil tinha relações diplomáticas rompidas com a Inglaterra por conta dos atritos envolvendo o tráfico de escravos que culminaram na Questão Christie. Na época, a rainha Vitória teria até enviado uma carta a D. Pedro II lamentando os acontecimentos.

    Continue lendo aqui.

    Fonte: Globo Online


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    Violette

    Chega aos cinemas brasileiros o drama franco-belga “Violette”, do diretor estreante Martin  Provst.

    Sinopse: No início dos anos XX, a escritora Violette Leduc (Emmanuelle Devos) encontra a filósofa Simone de Beauvoir (Sandrine Kiberlain). Nasce entre as duas uma intensa amizade que dura toda a vida, ao passo que Simone encoraja Violette a escrever mais, expondo as suas dúvidas e medos, abordando todos os detalhes da intimidade feminina.

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    Guerra do Paraguai na literatura didática: Confira, na íntegra, a dissertação de mestrado  “A Guerra do Paraguai na Literatura Didática: um estudo comparativo”, do historiador André Mendes Salles (UFP). Clique aqui e leia.

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