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Enquete História

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Enquete passada...

Quando perguntados sobre qual campo dos estudos históricos mais lhes interessavam, os membros do Café História não fizeram feio e participaram pra valer da pesquisa. A "cultura" foi o campo vencedor, com 41,36% dos votos. Em segundo lugar, com fôlego, ficou "sociedade", com 30,86%. Completando o pódio com 18,21% ficou a política.

Nos dois últimos lugares: "Economia" (6,17%) e "Militar" (3,4%).Foram computados um total de 324 votos.

Pelo visto, o resultado da última enquete reflete a tendência da chamada "História Cultural" que nos últimos anos tem se tornado um dos campos mais produtivos da historiografia contemporânea.

Acima, foto do historiador inglês Peter Burke.

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Miscelânea Café História

Fotografias de presentes-passados

Coleções podem ser entendidas como um conjunto de objetos que possuem alguma espécie de ligação entre si, podendo pertencer ao presente ou a um passado. Para os historiadores, coleções são quase sempre memórias que lhe aparecem como fontes primárias.

Foto: Carnaval na década de 1950 (Rio de Janeiro)

As fotografias podem formar grandes coleções. O fotógrafo Paulo Renato, mesmo sem pensar nesta utilidade, fez uma grande contribuição aos historiadores internautas. Ele disponibilizou em seu site fotografias antigas próprias e adquiridas em brechós e feiras de antiguidades. Por não constituírem um conjunto fechado, elas dificilmente poderiam ser objeto específico de análise, mas por trazerem imagens antigas do Rio de Janeiro, no mínimo, servem para diversão e contemplação para aqueles que adoram dialogar com o passado.

Para conhecer o acervo – que possui mais de 7º imagens – clique aqui.


O Teatro de Guerra

Tem circulado na internet, especialmente na caixa de e-mail de estudantes e professores universitários, uma animação em formato “power point” sobre a expansão territorial da Alemanha Nazista na Europa, os principais combates da Segunda Guerra Mundial e as zonas de influência do pós-guerra. Os historiadores costumam chamar este período de “teatro de guerra”.

Muito bem montada e com som, a animação nos ajuda a dimensionar o que representou a ameaça nazista ao longo das décadas de 1930 e 1940, quando boa parte do continente europeu esteve sob o julgo alemão. Para acompanhar a apresentação, criado pelo “Combat Studies Institut”, é preciso saber minimamente a cronologia da Segunda Guerra Mundial.

O Café História tem o prazer de compartilhar o arquivo desta apresentação. Você pode abri-lo ou baixá-lo para seu computador clicando no link abaixo.

Teatro de Guerra - 2º GM.pps


Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos

A SBEC é uma entidade civil, de caráter científico-cultural, autônoma, sem fins lucrativos, que congrega instituições, profissionais, estudiosos e demais interessados nas culturas da Antigüidade clássica e em outras com elas relacionadas.

No site da instituição, para aqueles que se interessam por História Antiga, é possível conhecer a ótima revista “Clássica”, segundo o próprio site, “publicação de caráter cultural e científico da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos, destinada à divulgação de trabalhos originais concernentes a todos os aspectos das culturas da Antigüidade Clássica e de outras culturas com elas relacionadas.”

Para conferir site e revista, basta clicar aqui.



Está com alguma dúvida na navegação do Café História? Clique aqui para entrar no "Tutorial Café História". Lá você poderá encontrará vários tópicos de ajuda!

Café Expresso Notícias

Livro destaca poeta na Revolução de 32

No mês em que o Brasil relembra os 76 anos da Revolução de 32, o historiador Marco Villa lança um livro sobre o conflito, buscando outra interpretação e dedicando um capítulo à influência das artes, como a participação de Cassiano Ricardo na revolução e a importância das cidades do Vale do Paraíba durante o período.


Villa trata em seu livro de alguns intelectuais como Cassiano Ricardo, que apoiava o movimento da Revolução Constitucionalista, e dedica um capítulo às artes desenvolvidas em 1932, com destaque para a música e a literatura. "Muitos voluntários que participaram da Revolução de 32 foram 'seduzidos' por intelectuais e personalidades que manifestaram apoio ao movimento constitucionalista", disse Villa.

O envolvimento político de Cassiano Ricardo foi acompanhado por outros poetas da epóca. Em 1936, ao lado de outros escritores como Menotti del Picchia, Paulo Setúbal, Guilherme de Almeida, Valdomiro Siqueira, Monteiro Lobato, Paulo Prado e Mário de Andrade, ele fundou o grupo Bandeira.O grupo recebeu o apoio da alta oficialidade, incluindo nomes como os de Góes Monteiro e Juraci Magalhães, e propunha salvar a democracia brasileira, combatendo tanto o comunismo como o liberalismo.

Fonte: Valeparaibano

Nélson Mandela comemora 90 anos

Nelson Mandela, o antigo presidente sul-africano que celebra esta sexta-feira, 18 de julho, 90 anos em família, em Qunu, a aldeia do sudoeste do país onde cresceu, afirmou-se "honrado" com as mensagens recebidas de todo o mundo para lhe desejar bom aniversário.


"Fazemos a festa e agradeço-vos por se juntarem a mim nas celebrações", disse Mandela, que hoje festeja também dez anos de casamento com Graça Machel, viúva do antigo presidente moçambicano Samora Machel.

Nas últimas semanas, Mandela, o herói da luta anti-apartheid, que passou 27 anos detidos pelo regime sul-africano, participou em diversas actividades comemorativas dos seus 90 anos, incluindo um mega-concerto em Londres, cuja receita se destina à luta contra a Sida.

Fonte: Correio da Manhã


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Café com prosa

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A Cartomante

Machado de Assis

No ano em que lembramos o centenário da morte de Machado de Assis, uma coisa é certa: o “bruxo do Cosme Velho” continua vivo em seu legado literário. Um dos maiores escritores brasileiros, Machado de Assis deu vida a personagens que ecoam há várias gerações de leitores. Descobrir Machado é um presente, sempre uma aventura.

E essa aventura ganha novo fôlego com a chegada de uma versão bem especial do conto “A cartomante”. Vista pela primeira vez na “Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro” em 1884, a história está sendo publicada este ano pela Jorge Zahar Editor em uma deliciosa versão em quadrinhos. Extremamente caprichada, a edição tem tudo para conquistar leitores dos 8 aos 80.

“A cartomante” conta a história de um triângulo amoroso. Após anos de distância, o advogado Vilela reencontra o amigo de infância Camilo e apresenta-lhe sua esposa, Rita. Os três logo estabelecem uma grande relação de cumplicidade. Saem juntos, trocam idéias, freqüentam um a casa do outro. Em certa ocasião, Camilo perde a mãe. Do consolo de Rita, nasce uma ardente paixão proibida. O caso caminha bem, sem levantar suspeitas de Vilela. Mas quando Camilo começa a receber misteriosos bilhetes de um autor que sabe de seu caso, tudo muda. A partir daí, começa uma trama repleta de neuroses, medo e um destino que pode ou não ter sido previsto por uma enigmática cartomante.

A transposição literária lembra muito aquela feita a partir da obra de Marcel Proust, “Em busca do tempo perdido”, também transformada em quadrinhos e publicada pela mesma editora. “A cartomante” foi adaptada pelo professor da Faculdade de Arquitetura da UFRJ, Flávio Pessoa e pelo cineasta Maurício O. Dias. Pessoa também assina os desenhos, que além de extremamente espirituosos, em consonância com o espírito irônico machadiano, ainda tem como fundo fotos famosas do Rio antigo, feitas por nomes como Augusto Malta e Marc Ferrez. O produto é uma obra de grande bom gosto, pensada nos mínimos detalhes, desde o traço refinado de Pessoa até a qualidade do papel. E para os mais puristas, não há com o que se preocupar: a linguagem original de Machado de Assis não se perde, mas ganha novo fôlego, porta de entrada para novos leitores. Uma vez cooptados pelo mágico mundo da leitura, certamente buscarão mais adiante as obras completas de Machado.

O único ponto fraco do livro é o seu preço. Para um livro de apenas 32 páginas, R$ 39,00 é um preço bem fora da realidade dos brasileiros, ainda que o projeto gráfico seja tão cuidadoso, com suas cores vivas e alta qualidade de material.

Do mais, fica a indicação de leitura do Café História. Para os historiadores, o livro resgata sociedade carioca do final do século XIX, com suas transgressões, paisagens e tramas. “A Cartomante” em quadrinhos é um achado neste centenário de Machado.

Preço encontrado: R$ 39,00

Editora: Jorge Zahar Editor (2008)

Páginas: 32


Café com Prosa – Arquivo

Quer ler críticas antigas? Venha visitar o perfil do Café com Prosa. Nele, você pode encontrar todas as críticas literárias feitas pelo Café História. Para acessar o perfil, basta clicar aqui.

Boa leitura!

Texto Café História

AS CELEBRAÇÕES DO "DIA DO HOLOCAUSO": HISTÓRIA, MÍDIA E MEMÓRIA

O “Dia do Holocausto” (Yom Ha-Shoah) é o dia de celebrar a memória dos mortos, de recordar o sofrimento, refletir sobre o crime hediondo cometido há mais de seis décadas. Mas como coloca a antropóloga Regina Abreu (1994), há certa bizarrice neste tipo de evento: “comemora-se a morte?”. Afinal, mais do que um simples caso de morte, o Holocausto é o assassinato de mais de seis milhões de pessoas. Em que medida, então, comemoração é um termo apropriado?

Recorremos ao Dicionário Aurélio para encontrar algumas pistas em relação ao significado de palavras como “comemoração” e “celebração”. Segundo o dicionário, celebrar é o mesmo que “promover”, “festejar”, “concluir”, “dizer ou rezar algo”; já comemorar, seria “trazer à memória”, “solenizar”. As definições são úteis, sem dúvida, pois os sentidos de “solenizar” e “trazer à memória” diminuem nosso estranhamento. Mas são definições limitadas, visto que respondem nossa pergunta apenas superficialmente. Para compreender as celebrações em todas as suas complexidades, é preciso ir mais longe, até porque as práticas comemorativas não são fenômenos sociais tão recentes.

O ato de comemorar ou celebrar é uma prática moderna surgida no mesmo momento histórico em que os indivíduos enfrentam um processo de ruptura com antigas tradições, dentre as quais aquela que colocava a memória coletiva como um corpo coeso. Mas não podemos nos referenciar à modernidade apenas como uma experiência de perda. Em contrapartida às rupturas, este homem moderno também inaugura novas tradições. É neste campo que surge a cultura da “comemoração”, uma tentativa de fazer frente diante de um medo cada vez mais obsessivo da amnésia. No lastro deste processo, emergem novas formas de armazenar e preservar as lembranças, inclusive, a dos mortos.

Regina Abreu lembra que antes do século XVIII, a morte era vista como um acontecimento coletivo, destino de todos os homens. Somente a partir daquele século, passou-se a entendê-la a morte como uma manifestação individual e a se preocupar com a morte do outro. Essa preocupação foi tomando proporções tão grandes que, na segunda metade do século XVIII e por boa parte do século XIX (advento do positivismo), aconteceu o que a autora chama de “culto aos mortos”. Esse processo se dava através da preservação dos cadáveres em suas casas e da prática de visitar cemitérios e túmulos, cada vez mais ornamentados. Os rituais de evocação, por sua vez, acontecem através das “histórias de vida”: relembrar o morto seria relatar sobre seus feitos, alegrias, angústias, conquistas, lutas. Esses relatos apresentam uma dupla função: mostrar a perenidade do morto e atualizar a relação simbólica entre vivos e mortos.

Toda a questão de rememoração dos mortos está inserida no contexto das discussões sobre a construção de uma memória coletiva e de uma identidade compartilhada. Michel Pollack, historiador francês contemporâneo, vê a construção dessa memória como um ato político. Para ele, os historiadores do século XIX e início do século XX realizavam um verdadeiro “enquadramento da memória” para formar uma História nacional. No entanto, se a memória é construída, toda a documentação referente a ela também o é. E, analisando relatos e fontes orais, Pollack deu destaque ao que ele denominou “memórias subterrâneas”, que resgatam a memória das minorias, como opositora e prova da ilegitimidade e opressão da memória nacional.

No caso do povo judeu, houve muitas tentativas de se apagar a memória do Holocausto (por parte do regime nazista) e até mesmo de se silenciar a memória dos sobreviventes dos campos de concentração, considerada por muitas autoridades judaicas como “vergonhosas” ou “menores”. Porém, nas últimas duas décadas, o medo de que tais memórias se perdessem superou determinados tabus, o que acabou gerando uma grande demanda de memória. Das experiências recentes de preservação da memória a Fundação Shoá, do cineasta americano Steven Spielberg, é uma das que mais se destacam. Seu principal objetivo é guardar em suporte audiovisual um grande banco de testemunhos de sobreviventes do Holocausto, de forma que estes se tornem conteúdo educacional para as novas gerações.

Escolher um dia para lembrar o genocídio nazista também é uma forma de evitar o esquecimento, segundo os que o lidam com a sua memória. O Yom Ha-Shoah é celebrado no 27º dia do mês do Nissan, no calendário judaico (em meados de abril, no calendário cristão). Esse dia foi escolhido por sua grande importância para a comunidade judaica, data em que 50 mil judeus pertencentes ao Gueto de Varsóvia surpreenderam os nazistas com um levante que duraria semanas, sob o lema: “é melhor morrer lutando”. A escolha dessa data para se tornar o Yom Hashoá foi estabelecida pelo Knesset de Israel em 1959.

Nesse dia, é feriado nacional em Israel: todos os estabelecimentos ficam fechados, as bandeiras a meia haste. Todo o país vive o luto pelos que se foram décadas antes. As comemorações, entretanto, começam já no dia anterior, seguindo as tradições judaicas, e acontecem por todo país. O lugar de homenagens mais conhecido e responsável por boa parte dos eventos celebrativos é o Yad Vashem, um memorial em Jerusalém. Esse memorial foi feito especialmente para lembrar as seis milhões de judeus (1,5 milhão de crianças) e outros 2 milhões de não-judeus mortos pelo regime nazista. Nele, há um complexo de museus onde se podem ver diversas exposições, assistir a conferências e filmes sobre o genocídio, mas também, monumentos, memoriais e jardins, entre eles o Jardim dos Justos, dedicados à memória dos não judeus que ajudaram a salvar um judeu que fosse dos horrores do nazismo. A televisão e as rádios transmitem as cerimônias e programas a respeito de todo o evento.

Na noite anterior ao feriado, ocorre também a Cerimônia de Abertura do Dia da Lembrança do Holocausto, na esquina da Praça do Gueto de Varsóvia. Nesta cerimônia, seis tochas, representando os seis milhões de judeus, são acendidas por seis sobreviventes. Outra cerimônia importante ocorre já na tarde do Dia do Holocausto, sob o lema “sob cada pessoa tem um nome”, onde membros do público citam os nomes das vítimas; em seguida, colocam flores em frente às tochas. Porém, o ritual mais impressionante e interessante no dia do feriado ocorre pela manhã, e é o motivo dele ser conhecido também por outro nome: “O dia do silêncio”. Às 10 horas, toca uma sirene por cerca de dois minutos e toda a população fica imóvel. Os carros param nas ruas e os motoristas saem para ficar em pé, todos se levantam e param seus afazeres. Israel fica paralisado e calado por dois minutos. É como se o país inteiro sofresse um congelamento.

A lembrança do Holocausto guarda ainda uma grande particularidade: há quase três anos ela também é celebrada em outro dia. Em novembro de 2005, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 27 de Janeiro como “O Dia Internacional de Recordação das Vítimas do Holocausto” ou “Dia Mundial do Holocausto”. A data já era comemorada na Itália, Alemanha e Grã-Bretanha, por ser o dia em que os soviéticos libertaram os presos do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 1945. A comemoração foi proposta por Israel e co-patrocinada pela maioria dos Estados membros, estabelecendo que é dever destes desenvolver programas educativos que instruirão as futuras gerações sobre os horrores do genocídio, e condenar todas as manifestações de intolerância religiosa, incitação, ou violência contra as pessoas ou comunidades baseadas em sua origem ou crença étnica.

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Mensagens de blog

A necessidade dos chefes

De todos os hábitos a que nos entregamos, um reina sobre todos os outros no que se refere a malefícios quanto ao mundo futuro. Ê o hábito de ter chefes. O medo das responsabilidades, o gosto de se encostar aos outros, o jeito mais fácil de não ter que decidir os caminhos fizeram que… Continuar

Publicado por Ricardo em July 24th, 2008 às 15:00 — Sem comentários (Adicionar)

O casamento ideal para o artista

Eu não tenho hoje pelo casamento aquele horror de outrora, comparável ao horror do cavalo selvagem pela manjedoura. Bem ao contrário: tenho corrido tanto pelo descampado da sentimentalidade, que uma manjedoura confortável em que mãos benévolas me sarrotem uma palha honesta - sorri-m… Continuar

Publicado por Ricardo em July 24th, 2008 às 14:30 — Sem comentários (Adicionar)

vida que pulsa

então abro os olhos todos os dias e observo as coisas, respiro o ar profundamente. abro os jornais da burguesia, acesso os sites da contra-informação, leio os panfletos dos movimentos sociais. no ar um aroma inconfundível de sentimentos plasmados, perplexidades entre os dentes, incertez… Continuar

Publicado por JH em July 23rd, 2008 às 19:00 — Sem comentários (Adicionar)

MAIS UMA PIZZA PARA A LATA DE LIXO DA HISTÓRIA

Celso Lungaretti (*) A Operação Santiagraha está seguindo fielmente o script dos escândalos anteriores: tudo se sabe, pouco se prova, ninguém recebe o castigo que fez por merecer e o desfecho acabará sendo uma pizza. O que houve foi uma operação revanchista de um setor da Polícia Federal que perdeu a luta interna pelo poder. A mão que mexia os cordéis era a do chefão anterior da PF, que hoje está na Abin e até colocou seus atuais subordinados para ajudare… Continuar

Publicado por Celso Lungaretti em July 22nd, 2008 às 15:24 — Sem comentários (Adicionar)

Perfume, desde quando?

Tanto a palavra portuguesa “perfume”, como a correspondente francesa parfum, a italiana profumo e a inglesa perfume derivam do latim “fumus”, palavra esta que nos transporta para um mundo de emoções associadas com a memória. As primeiras referências do perfume na humanidade estão ligada as antigas civilizações do Próximo Oriente, principalmente no Egito. Os arqueólogos encontraram vasos de perfume de alabastro que remontam ao terceiro milênio antes de Cristo, e são numerosos os frescos com cenas… Continuar

Publicado por Bianca Salazzar em July 22nd, 2008 às 10:58 — Sem comentários (Adicionar)

fugereurbenkt.blogspot.com

Blog interessantissimo! Olhem aih!

Publicado por karine costa ribeiro em July 21st, 2008 às 15:26 — Sem comentários (Adicionar)

CASO DANIEL DANTAS VISTO DOS BASTIDORES

Tudo começou com Luiz Roberto Demarco, criador da lojinha virtual do PT para arrecadar fundos de campanha, tornando-se sócio de Daniel Dantas. Depois Luiz Gushiken achou melhor afastar Dantas da Brasil Telecom e pô-la no colo da Oi-Telemar (aquela que já entrara com capital para o Lulinha). Que acaba de receber empréstimo do Banco do Brasil de 4 bilhões e 300 milhões de reais a juros menores do que os de mercado, por que apesar de querer essa fusão alega não ter capital para fazê-lo sem o seu, o… Continuar

Publicado por Domitila Madureira em July 19th, 2008 às 9:38 — Sem comentários (Adicionar)

O novo mundo de Clio

No alto do Monte Parmasso, junto de outras musas ela vivia. Com uma beleza esplendida tinha em suas mãos o estilete da escrita e a trombeta da fama. Entre as outras musas Clio, a musa da História, filha de Zeus, o deus dos deuses e Mnemósine, a deusa da Memória. Como sua mãe estava dentro do campo do passado, este que pode ou não ser lembrado e narrado. O mundo de Clio passou e passa por diferentes modificações… Continuar

Publicado por Bianca Salazzar em July 18th, 2008 às 11:32 — Sem comentários (Adicionar)

Marx versus Comte: hitória da filosofia e implicaçoes na educação

O sentido de historicidade na obra Auguste Comte é muito forte, de fato a sua própria formulação fundamental, a lei dos três estágios, é histórica, na medida em que indica como, ao longo do tempo, modificaram-se e modificam-se as concepções humanas e as instituições sociais. Auguste Comte formulou sua teoria positivista do progresso, firmada sobre três temas básicos: - uma filosofia da história, onde ele já apresentava os princípios do positivismo, isto é, a lei dos três estágios (teológico, met… Continuar

Publicado por Bianca Salazzar em July 18th, 2008 às 11:26 — Sem comentários (Adicionar)

AGORA FALANDO SÉRIO

"E você que está me ouvindo Quer saber o que está havendo Com as flores do meu quintal? O amor-perfeito, traindo A sempre-viva, morrendo E a rosa, cheirando mal" (Chico Buarque, "Agora Falando Sério") Agora falando sério, o Brasil oficial está em processo de entropia: esfarela-se a olhos vistos. Com intervalo de poucos meses, é sacudido por investigações que reduzem a imagem dos poderosos a frangalhos, ao exporem-nos publicamente, em horário nobre de TV,… Continuar

Publicado por Celso Lungaretti em July 16th, 2008 às 14:50 — Sem comentários (Adicionar)

 
 

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Cinema & História

Feliz Natal

Natal de 1914, em plena 1ª Guerra Mundial. A neve e presentes da família e do exército ocupam as trincheiras francesas, escocesas e alemãs, envolvidas no conflito. Durante a noite os soldados saem de suas trincheiras e deixam seus rifles de lado, para apertar as mãos do inimigo e confraternizar o Natal. É o suficiente para mudar a vida de um padre anglicano, um tenente francês, um grande tenor alemão e sua companheira, uma soprano.

Baseado em fatos reais, "Feliz Natal" ("Noyeux Noel", no original) foi produzido em 2005 por França, Alemanha, Inglaterra e Romênia. O filme revela as histórias fantásticas da uma guerra dramática, mas sem perder a ternura que liga um homem ao outro independente de sua nacionalidade ou credo. Boa fotografia e direção de elenco.

O diretor Christian Carion soube do cessar-fogo no Natal de 1914 por acaso, ao descobrir em 1993 um livro chamado "Battles of Flanders and Artois 1914-1918", de Yves Buffetaut. Foi nele que encontrou os eventos narrados no filme, contados na passagem intitulada "O Incrível Inverno de 1914".

Recebeu indicações ao Oscar, Globo de Outro, BAFTA e ao César.

Contato Café História

cafehistoria@gmail.com

História em Eventos

V Simpósio Estado e Poder: Hegemonia

Estão abertas de 20 de maio a 15 de julho de 2008 as inscrições de propostas de sessões de Comunicações Coordenadas para apresentação no evento.


Serão selecionadas propostas vinculadas à proposta geral do Simpósio, isto é, a análise da problemática da construção da hegemonia no Brasil desde o século XIX até os dias atuais; e da atuação das classes e de suas frações e da ação/obra de intelectuais de relevo na sociedade política e na sociedade civil, na configuração e afirmação de projetos hegemônicos e contra-hegemônicos.

Quando: 7 a 10 de outubro

Onde: Niterói - São Gonçalo


Organização:
UFF/UERJ-FFP

Mais informações:
aqui

I Congresso Internacional do Núcelo de Estudos das Américas (NUCLEAS)

Período: 08 a 11 de setembro de 2008

Inscrições: a partir de 1 de março de 2008

Local: Rio de Janeiro - Brasil

UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Temática: Povos e Culturas das Américas

Cultura, Globalização, Cidades e Saúde

Mais Informações: Site do evento

X Jornada de Estudos da Antiguidade

O evento terá como tema "Festividades, Cultura e Poder" e acontece entre os dias 9 e 12 de junho de 2008 na Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, Rio de Janeiro.

A data limite para inscrição de trabalhos é 12 de abril.

Mais informações:
www.ceiauff.rg9.net

IV Encontro Estadual de História da ANPUH-BA

Tema: História - Sujeitos, Saberes e Práticas.

Período: 29/07 a 01/08 de 2008

Local: UESB: Vitória da Conquista - BA

Maiores informações: http://www.uesb.br/ivenc

ontroanpuhba


Visite também a comunidade do evento no orkut:

http://www.orkut.com/Community.

aspx?cmm=49553006


História Ambiental

Acontece entre os dias 28 e 30 de maio de 2008 o IV Simpósio da Sociedade Latino-Americana e Caribenha de História Ambiental. O local do evento será na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte (MG).

Mais informações: http://www.fafich.ufmg.br/solcha/

V Colóquio Internacional "Tradição e Modernidade no Mundo Ibero-Americano"

Mais informações
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