Entrevista com Eric Hobsbawm
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Che Guevara recebe o time do "Madureira", clube de futebol do subúrbio carioca. O Madureira foi a primeira agremiação esportiva a adentrar a pátria de Fidel Castro depois da revolução socialista de 1959. Na época, excursões pelo mundo eram bem comum entre os clubes brasileiros. Até entre os mais modestos, como o "Madureira". Mas com as honras de Guevara, somente o "tricolor suburbano".
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O número 13 da Arquivo Maaravi terá como tema de seu dossiê “Mapas, territórios e geografia na arte e na literatura judaica”. A revista receberá artigos, resenhas, trabalhos artísticos, contos, fotografias, poemas e traduções que abordem a conformação de espaços míticos, bíblicos, imaginários ou reais na ficção; bem como a representação de aldeias, cidades ou países reais ou imaginários que, consequentemente, possibilitem reflexões sobre fronteiras, limites e territórios, entre outros. Nesse sentido, o mundo judaico parece sempre ampliar-se, para além das fronteiras, até os espaços imaginários da ficção. Normas de publicação aqui. Data limite para envio dos trabalhos pelo site: 30 de agosto de 2013.Publicação: outubro de 2013.
Os governos do Brasil e da França criaram um programa de aprendizagem para quem tem interesse em aprender francês. O programa é totalmente on line e permite a capacitação dos alunos através de módulos, vídeos, textos e exercícios. De acordo com o MEC, os materiais disponibilizados é para os alunos iniciantes e para alunos de diferentes níveis da língua estrangeira. Um dos métodos utilizados, o 'Reflets-Brésil' é dividido em 24 lições lembrando o formato das telenovelas brasileiras.Para inciar o aprendizado os interessados podem acessar o site Francoclic . De acordo com a descrição do site, os conteúdos são destinados aos alunos e professores interessados na aprendizagem e no ensino da língua francesa e das culturas francófonas. Confira o site aqui. Fonte: Correio.
Comissão recomendará que agentes da ditadura respondam judicialmente
Mas grupo reconhece que STF teria de reinterpretar a Lei da Anistia.
A Comissão da Verdade recomendará que agentes respondam judicialmente por crimes cometidos durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985), segundo a advogada Rosa Cardoso, integrante da comissão.
Ela afirmou nesta terça-feira (21), durante balanço de um ano de trabalho do colegiado, que crimes contra a humanidade não prescrevem e não são alcançados por anistia.
“Crimes de lesa-humanidade são imprescritíveis. Se temos esse conhecimento, temos que recomendar que esses casos sejam judicializados internamente”, afirmou.
De acordo com Rosa Cardoso, ao final dos trabalhos a comissão enviará a "recomendação" para punição dos agentes aos chefes dos três poderes. A comissão foi criada para fazer uma narrativa de violações de direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar, mas não tem poderes para adotar medidas. O Ministério Público Federal já abriu quatro processos sobre casos de violação aos direitos humanos durante a ditadura.
Apesar da recomendação a ser feita pela comissão, Rosa Cardoso reconheceu que a mais recente interpretação da Lei da Anistia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não permitiria a punição de torturadores. A lei impede a punição de colaboradores do regime militar e de pessoas que participaram da luta armada durante a ditadura. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com recurso contra a interpretação da Lei de Anistia, mas ainda não foi analisado.
Mas ela disse esperar que o Supremo volte a analisar a lei no futuro e, com outra composição de ministros, tenha uma leitura diferente da abrangência e da constitucionalidade da norma. "Esperamos que possa haver uma nova interpretação da Lei da Anistia, que a interpretação atual seja revista", afirmou.
Rosa Cardoso afirmou que a comissão não vai encaminhar projeto ao Congresso para revogar a Lei de Anistia. “Não vamos fazer um projeto de lei, porque, enquanto comissão, não vamos tomar parte num movimento social”, disse Cardoso.
Dar os nomes
O coordenador da Comissão da Verdade, Paulo Sérgio Pinheiro, frisou que o grupo vai nomear os autores das violações aos direitos humanos cometidos durante a ditadura.
"Nós vamos nomear os autores. Temos que indicar as autorias, mas vamos indicar as autorias na medida em que nos sintamos sólidos para isso. Alguns nomes só vão ser comentados no final", afirmou.
Tortura
A comissão também afirmou que os levantamentos feitos pelo grupo apontam que a tortura no regime militar brasileiro começou em 1964, ano do início do regime, antes de haver luta armada no país. O grupo chegou à conclusão de que a prática de tortura no regime militar não era "pontual", mas sim era a "base" da repressão durante a ditadura.
“A tortura começa a ser praticada nos quartéis em 1964. A tortura não é realizada de modo pontual. Ela é a base da matriz de repressão da ditadura. Em 1964, é possível identificar centros de detenção e tortura”, afirmou a historiadora Heloisa Starling, integrante da comissão. "A tortura está na origem da ditadura militar, ela acontece antes da luta armada," completou.
Fonte: G1
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Biblioteca Nacional Digital Americana no ar
Um dos maiores projetos de digitalização de acervos históricos já vistos está online. Confira seus mais de três milhões de itens.
Um grande sonho finalmente se tornou uma realidade nesta última quinta-feira, dia 18 de abril de 2013: a Biblioteca Nacional Digital Americana (DPLA). O objetivo desta biblioteca - capitaneada pelo historiador americano e diretor da biblioteca de Harvard, Robert Darnton – é reunir e compartilhar de forma gratuita, na internet, milhares de documentos e obras que pertencem a bibliotecas, universidades, museus e arquivos dos Estados unidos. Apenas nos primeiros momentos da biblioteca serão cerca de três milhões de itens disponíveis para consultas, entre fotografias, mapas, documentos, objetos, códices, etc.
E engana-se quem acha que o projeto envolve conteúdo que diz respeito apenas a cultura e a história dos Estados Unidos. As bibliotecas e arquivos daquele país reúnem milhares de itens em outras línguas e que abordam aspectos multiculturais e multinacionais. Procurando por "Brasil" (assim mesmo, com "s"), por exemplo, é possível encontrar neste momento 169 resultados. E trocando o "s" pelo "z" chegamos ao incrível número de 10.240 resultados. É possível pesquisar por palavra chave, instituição, data e formato. O projeto vem sendo desenvolvido desde a década passada como um esforço coletivo para democratizar o acesso a bens culturais inestimáveis para a pesquisa, ciência e educação, tornando-se uma fonte de preservação segura e livre. Para acessar a biblioteca, clique aqui. E divirta-se!
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Postado por liana martins de mendonça em 24 maio 2013 às 5:08 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Eduardo Lima de Medeiros em 23 maio 2013 às 23:05 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por MILTON SIMON PIRES em 23 maio 2013 às 22:30 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Tita Ferreira em 23 maio 2013 às 22:00 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Celso Lungaretti em 23 maio 2013 às 21:38 0 Comentários 0 Curtiram isto
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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