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"Ninguém nasce assim"

Cristiano Campos, professor de história do Colégio Pedro II (Campus Humaitá II), no Rio de Janeiro, produziu um documentário muito bacana chamado "Ninguém nasce assim?", com apoio do Laboratório de Humanidades do CPII. O objetivo do documentário (curta-metragem), feito em 2014, a partir de um fato de discriminação racial, é promover o debate em torno de questões referentes ao racismo. Alunos, professores e outros funcionários do colégio discutem diante das câmeras esse delicado (e urgente) tema de forma aberta, democrática e sincera. "Ninguém nasce assim" é um projeto inspirador para professores de história de todo país interessados em envolver os alunos de uma forma inovadora no processo de ensino-aprendizagem, visando a autonomia e o protagonismo destes no ambiente escolar. Quer conferir? Então, clique aqui. Quer conhecer mais sobre o Laboratório de Humanidades do CPII? Clique aqui

Chamada de artigos

A Estudos Ibero-Americanos, revista editada pelo Departamento e pelo Programa de Pós-Graduação em História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), torna pública a chamada de artigos para o Dossiê Temático Corporativismo histórico no Brasil e na Europa.Descrição da Proposta: O corporativismo é um tema central da historiografia dos fascismos, em geral, e dos Estados Novos português e brasileiro, em especial. Ao longo do século XX, apesar das oscilações e dos ciclos de presença e de ausência do tema na historiografia desses países, o corporativismo se mantém como uma questão central na história contemporânea, seja por sua histórica ligação com o “fascismo genérico”, seja pela centralidade que a ideologia corporativa assumiu no próprio Estado Novo português e brasileiro. Saiba mais aqui

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    Acusação de racismo em escola chega ao Ministério da Educação

    Mãe de aluna de escola na Grande São Paulo diz que direção obrigou sua filha a pedir desculpas a colegas que a teriam ofendido devido à cor de sua pele e a seus cabelos

    Uma acusação de racismo contra uma escola do governo de São Paulo gerou tanta repercussão nas redes sociais que chegou ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, nesta semana. Divulgado por meio do Facebook pela mãe de uma aluna da Escola Estadual João Ramalho, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), o texto – segundo o qual uma menina de 12 anos foi alvo de preconceito de colegas e da direção da instituição de ensino – alcançou na sexta-feira (15) mais de 100 mil curtidas e 70 mil compartilhamentos.
    Facebook/Reprodução
    Lorena em imagem postada por sua mãe no Facebook: secretaria diz que caso está resolvido

    Na quarta-feira (13), data em que foi celebrada a abolição da escravatura no País, Janine citou em discurso o suposto caso ocorrido no ABC paulista. "Episódios que evidenciam a presença de preconceito racial entre crianças e adolescentes nos alertam para o desafio de construir uma escola sem o racismo e todas as formas de preconceito", ressaltou na ocasião. No dia seguinte, o ministro prometeu investigar as acusações junto à Secretaria de Educação paulista.

    Camila dos Santos Reis afirma que sua filha, Lorena, tem sido alvo de racismo de colegas já há alguns meses, atacada com agressões verbais relacionadas à cor da sua pele e a seus cabelos encaracolados, avolumados com apliques trançados nas próprias madeixas. Em desabafo no Facebook, a web designer afirmou ter tomado conhecimento das supostas agressões após receber uma mensagem de texto da menina com o título "olha como eu sofro". Nela, haveria conteúdo de um grupo de colegas de Lorena no Whatsapp.

    "Coloquei meu fone no ouvido e, logo a primeira frase, gritada em alto e bom som, foi 'sua preta, testa de bater bife do caralho'", escreveu Camila. "Foram 53 segundos de ofensas horrorizantes, palavrões ofensivos, raciais e, por incrível que pareça, sexuais, vindos de um garoto de aproximadamente 13 anos, morador do condomínio onde vivemos."

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    café história acadêmico

    Doutorado e mestrado na Universidade de Passo Fundo: O Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo  iniciou seus trabalhos em agosto de 1998, sendo no ano seguinte reconhecido pela Capes através da portaria do CNE n° 1057/99. O Programa tem como área de concentração a História Regional e conta, atualmente, com três linhas de pesquisa: Política e Relações de Poder, Economia, Espaço e Sociedade e Cultura e Patrimônio.

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    Metanoia

    Acaba de chegar aos cinemas brasileiros o filme "Metanoia", do diretor Miguel Nagale, trzendo Caique Oliveira, Caio Blat e Lucas Hornos no elenco.

    Sinopse: Eduardo (Caique Oliveira) é mais um em meio aos milhares de usuários regulares e dependentes do crack. Criado na periferia de São Paulo, a boa educação oferecida por sua mãe, Solange, não o impediu de ficar preso no mundo das drogas. Ele fica perdido em meio à autodestruição, enquanto Solange tenta desesperadamente salvar o filho do vício.

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