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MURAL DO HISTORIADOR - 02.12.2016

Revista História Hoje

A Revista História Hoje acaba de publicar seu último número e convida a todos os leitores do Café História para conferirem os artigos, entrevista, resenhas e demais seções. Nesta edição, de número 10, a revista traz um dossiê especial intitulado “Ensino de História na Educação Profissional”. Entre os vários artigos sobre o tema, é possível encontrar, por exemplo, “Ensinar História no ensino médio integrado à Educação Técnica Profissional: muitas questões, grandes desafios”, de Nathalia Helena Alem e Júnia Sales Pereira, e “A Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) como prática pedagógica no ensino médio integrado do IFRN”, de Francisco das Chagas Silva Souza e José Gerardo Bastos da Costa Júnior. Para conferir o material, na íntegra e gratuitamente, clique aqui

Documentário

O documentário “Eu quero ver”, dirigido pela historiadora Telma Bessa, coloca em diálogo, através de narrativas, as histórias e memórias de professores de História com enfoque na ditadura civilmilitar e os dias atuais. Dá especial atenção a novas abordagens e outros sujeitos atentando para as pulsações que brotam da própria realidade, com uma opção teórico metodológica que põe em diálogo palavras e imagens por meio da história oral. Dá visibilidade ao caráter multidisciplinar da pesquisa, com corte transgeracional, envolvendo antigos e atuais professores que realizam debates (dentro e fora da sala de aula) sobre a importância social do conhecimento histórico construído coletivamente além dos 'muros acadêmicos'. São professores de História que lecionam no ensino fundamental e médio nas cidades de Sobral, Cariré e Fortaleza. Para conferir, clique aqui.

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    café expresso notícias - 30.11.2016

    Arqueólogos descobrem cidade de 7 mil anos no Egito

    Arqueólogos egípcios anunciaram nesta quarta-feira (23/11) a descoberta de partes do que pode ter sido uma verdadeira cidade residencial do Egito antigo, datada de 5.316 antes de Cristo.

    Os vestígios foram encontrados a cerca de 400 metros ao sul do templo do faraó Seti 1º, em Abidos, na província de Sohag, a 390 quilômetros ao sul do Cairo. Abidos é uma das mais antigas cidades egípcias e que teria sido capital na era pré-dinástica e nas primeiras quatro dinastias.

    Na cidade há um enorme cemitério, com pelo menos 15 túmulos grandes, diversos objetos decorativos de cerâmicas ou de uso cotidiano e estruturas que provavelmente serviam de moradia para quem vivia lá, possivelmente pessoas encarregadas da construção de cemitérios da família real em Abidos.

    "O tamanho desses túmulos é maior do que os encontrados em Abidos, datados da primeira Dinastia. Isso leva a crer que as pessoas sepultadas no local pertenciam a uma hierarquia social muito alta", afirmou o ministro das Antiguidades do Egito, Mahmoud Afifi.

    O chefe da missão arqueológica, Yasser Mahmoud Hussein, disse que "os túmulos (com forma de mastaba) são únicos em seu estilo arquitetônico, já que contêm mais de um nível, e alguns chegam a ter até quatro". Afifi destacou a importância da descoberta, já que é possível que os objetos encontrados revelem novas informações sobre a história da cidade de Abidos. Além de ampliar os conhecimentos sobre a civilização egípcia, a cidade recém-descoberta pode ajudar a aumentar o turismo no país.

    Em 2010, o Egito recebeu cerca de 14,7 milhões de turistas. Após a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011, o turismo no país começou a cair drasticamente. No ano passado, um ataque terrorista matou 224 turistas que sobrevoavam o Mar Vermelho a bordo de um avião russo, reforçando a imagem de insegurança do país.

    Nos primeiros três meses de 2016, o Egito recebeu apenas 1,2 milhão de turistas. No mesmo período de 2015, esse número chegava a 2,2 milhões. As autoridades egípcias esperam que a novidade dê um novo rumo a essas estatísticas.

    Fonte: Terra.

     
     
     

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    café história acadêmico

    O Grupo de Estudos Kemet (GEKemet), responsável pela coordenação dos estudos acadêmicos sobre o Egito Antigo na Universidade Federal Fluminense (UFF) desde 2014, tendo iniciado nossa trajetória na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2013, com apoio do Laboratório de História Antiga (LHIA-UFRJ). Mais informações, aqui.

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