LINKS PATROCINADOS

dicas de setembro

bibliografia comentada

Bibliografia comentada

O historiador Braz Batista Vas, especialista em Guerra do Paraguai, a convite do Café História, preparou uma bibliografia comentada para aqueles que desejam compreender melhor a maior guerra realizada no continente sul-americano.

Membros

CURTA O CAFÉ NO face

Vídeos

  • Adicionar um vídeo
  • Exibir todos

curta o café no face

Parceria: NIEJ-UFRJ

Fale Conosco

Encontrou alguma mensagem racista, preconceituosa ou ofensiva no Café História? Entre em contato conosco. Teremos o prazer em ajuda-lo(a):

Nosso email: cafehistoria@gmail.com

 

mural do historiador

Recife Holandês

Na próxima quarta-feira (17/09), no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), no Rio de Janeiro, será inaugurada a expo "Observações do Recife holandês". A exposição conta a passagem histórica do jovem cientista, Jorge Marcgrave, na América entre os anos 1638 e 1644. No Recife, ele realizou observações sobre o clima,as terras, as plantas, os animais, as gentes e o céu do Hemisfério sul, até então pouco conhecido entre os astrônomos europeus. A mostra vai além da divulgação deste episódio; ela busca despertar a curiosidade dos visitantes, levando-os a experimentar uma observação astronômica sem o auxílio de computadores e de telescópios de alto alcance, que hoje trazem para os observatórios espalhados em todo mundo informações sobre objetos que jamais poderiam ser vistos a olho nu. A opção de instalar o quadrante no campus, próximos a outros instrumentos mais modernos deixa claro este contraste tecnológico. Clique aqui para saber mais. 


Beatles

O ensaio “Os Beatles são um pouco de tudo para todas as pessoas”, de Alexandre Eulalio, faz parte da Revista serrote #17 e está disponível na íntegra no site da revista. Clique aqui para conferir. O autor, um dos grandes nomes do ensaísmo brasileiro por sua diversidade de interesses, sua sofisticação de abordagem e estilo refinado, diz que "em sua atmosfera absurda, no seu enfrentar corajoso do bom senso e do ridículo, há na banda uma inegável passagem do cabotinismo ao lirismo." A serrote pode ser adquirida na loja do IMS. Imagem: detalhe de “The continuing story of Bungalow Bill”, de Seymour Chwast.

Entrevista

Regime Militar Brasileiro: uma história de muitas batalhas

Em entrevista exclusiva ao Café História, o historiador Marcos Napolitano, professor da Universidade de São Paulo (USP), fala sobre o seu novo livro, 1964 – História do Regime Militar Brasileiro, dos cinquenta anos do golpe civil-militar, dos trabalhos historiográficos que gostou recentemente e muito mais. 

De acordo com Marcos Napolitano, “o golpe militar de 1964 foi uma das batalhas da Guerra Fria na América Latina”. Mas o evento não se resume a isso, alerta o historiador: “o golpe e o regime também geraram um modelo de ação política contra governos reformistas e de um regime que iam além das clássicas ditaduras latino-americanas.” Em entrevista ao Café Historia, o professor da Universidade de São Paulo discute essa e várias outras batalhas que fizeram parte da historia do regime militar brasileiro, das batalhas contra os movimentos artísticos e culturais ao reformismo de Jango. No ano em que o golpe civil-militar de 1964 completa cinquenta anos, tivemos o prazer de conversar sobre o assunto com mais um importante pesquisador da área. Confira como foi esse papo e deixe seus comentários! Clique aqui para ler.

Bate-papo

Conversas ativas

Desconectado (1 online)

    Desconectado

    Você está desconectado do bate-papo. Conecte-se para entrar no bate-papo.

    Suspenso do bate-papo

    Neste momento, há várias pessoas conversando sobre história. Para entrar na conversa, você precisa ser membro da rede.

    Faça aqui o seu cadastro!

    café expresso notícias

    'Sofri tortura psicológica', recorda capitão sobre ditadura militar no RS

    Ex-oficiais participaram de audiência pública da Comissão da Verdade. Militares relataram ameaças de morte, tortura psicológica e perseguições.

    Em depoimento às Comissões Nacional e Estadual da Verdade, ex-oficiais que integraram as Forças Armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica, e policiais da Brigada Militar do Rio Grande do Sul falaram sobre o período em que viveram antes, durante e após o regime militar. A audiência pública ocorreu na segunda-feira (15) no Palácio Piratini, sede do gocverno do estado, em Porto Alegre. Os militares relataram ameaças de morte, tortura psicológica e perseguições.

    "Durante minha prisão em Porto Alegre e em Curitiba, fui humilhado e sofri tortura psicológica, sendo tratado como um bandido. Tenho colegas que foram ainda cassados e assassinados", disse o capitão do Exército José Wilson da Silva. Ele permaneceu em asilo político no Uruguai durante sete anos e respondeu a quatro processos políticos. Preso do Chuí, foi direto para o Dops, em Porto Alegre. A história foi contada em um livro intitulado "O Tenente Vermelho".

    Ex-oficiais prestaram depoimento às Comissões Nacional e Estadual da Verdade no Palácio Piratini (Foto: David Alves/Palácio Piratini);Kirsty Wigglesworth / AP

    Experiência parecida foi vivida pelo capitão do Exército Constantino José Sommer. "Durante todo o período que exerci minha função fui perseguido e coagido. Sofri repressão também na universidade e nos colégios que lecionei, tachado como comunista. Em Caxias do Sul fui preso e durante 60 dias fiquei sob vigilância extrema. Quando fui solto, não tinha dinheiro para nada, até minha poupança sumiu do banco. Eu, minha esposa e meus três filhos vivemos a base de água e banana durante meses. Para sobreviver, fui plantar", disse o ex-oficial. 

    Para ele, os anos de chumbo poderiam ter sido evitados: "Nós tínhamos condições de enfrentar os que queriam aplicar o golpe de Estado, mas faltou força política por parte do presidente João Goulart", opinou.

    Ao longo de quatro horas de depoimentos falaram, também, o ex-piloto e integrante da Força Aérea Brasileira (FAB), Alfredo Daudt Júnior, o capitão do Exército Almoré Zoch Cavalheiro, o coronel da Aeronáutica Avelino Iost e o major da Aeronáutica Melquisedec Abrão Lopes Medeiros. O ex-integrante da Marinha Avelino Capitani entregou um relato por escrito às comissões. O material colhido durante depoimentos à Comissão da Verdade ficará disponível no Arquivo Nacional de Brasília e, no Rio Grande do Sul, no Arquivo Público do Estado, para que historiadores e pesquisadores possam aprofundar o assunto. O relatório conta com depoimentos de várias categorias que vivenciaram a ditadura militar, como trabalhadores, camponeses, índios, religiosos, civis e militares - com documentos que comprovam as acusações de violações cometidas durante a ditadura. 

    Fonte: G1


    Outras notícias

    Pesquisadores encontram face oculta de Stonehenge enterrada a quatro metros do solo

    Cento e cinquenta anos depois, historiografia sobre Guerra do Paraguai ainda tem conflito de versões

    Legado de Vargas persiste 60 anos após suicídio, aponta historiador

    Exposição sobre Janusz Korczak

    Começa julgamento por rapto de criança na ditadura argentina

    Artigo: guerra do paraguai

    Uma estranha efeméride

    Por Vitor Izecksohn

    A comemoração dos cento e cinquenta anos do início da Guerra do Paraguai passou praticamente em branco. Espremida entre os sessenta anos do golpe militar e o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, sobrou pouco espaço para a discussão do último grande conflito platino. Apenas um evento na Escola de Comando e Estado Maior do Exército e uma série na TV Escola intitulada “A Última Guerra no Prata” destacaram-se num cenário pouco alvissareiro para aqueles que pesquisam e publicam sobre o tema.

    A relação dos historiadores profissionais com questões militares é relativamente recente e ainda pouco influente em termos das agendas de pesquisa, dos editais de bolsas e auxílios e da promoção de eventos de grande porte. E, no entanto, se trata de um dos campos de pesquisa acadêmica que mais cresceu nos programas de pós-graduação nas últimas duas décadas, com a multiplicação de dissertações e teses, além do surgimento de cursos específicos. Uma possível razão para essa disparidade pode ser creditada ao papel reduzido das guerras internacionais para o processo de construção do Estado nacional no Brasil. Com a exceção das participações nas duas guerras mundiais, conflitos distantes que chegaram até nós principalmente através de submarinos e formação de um contingente reduzido, o impacto das guerras foi relativamente pequeno nas instituições e na sociedade. Durante o século XIX, uma guerra com as Províncias Unidas do Prata e uma intervenção mais contundente contra Rosas e Oribe adicionaram pouco ao poder despótico do Estado. Essa circunstância não diminui o papel das forças armadas como atores de ponta na história política do século XX. O que submerge é a ideia da mobilização como uma ferramenta de expansão da cidadania e da expansão do poder público. Continue lendo aqui

     
     
     

    Links Patrocinados

    Cine História

    Era uma vez em Nova York

    Acaba de chegar aos cinemas brasileiros o filme "Era uma vez em Nova York", do diretor James Gray ("Amantes", "Os Donos da Noite").

    Sinopse: Em 1921, as irmãs polonesas Magda (Angela Sarafyan) e Ewa Cybulski (Marion Cotillard) partem em direção a Nova Iorque, em busca de uma vida melhor. Mas, assim que chegam, Magda fica doente e Ewa, sem ter a quem recorrer, acaba nas mãos do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), que a explora em uma rede de prostituição. A chegada de Orlando (Jeremy Renner), mágico e primo de Bruno, mostra um novo amor e um novo caminho para Ewa, mas o ciúme do cafetão acaba provocando uma tragédia.

    café história acadêmico

    Maquiavel: confira na íntegra a dissertação "O Fantasma de Maquiavel: Antimaquiavelismo e razão de Estado no pensamento político ibérico do século XVI", defendida por Bruno Silva de Souza, Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

    EVENTO EM DESTAQUE

    Parceiros


    Fotos

    Carregando...
    • Adicionar fotos
    • Exibir todos

    Política de Privacidade

    Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

    Atenção!

    O Café História respeita a opinião de todos nos mais diversos espaços da rede. Reserva-se, no entanto, o direito de suspender textos de teor ofensivo, agressivo ou que sustente preconceitos de qualquer ordem, que promovam a violência ou que estejam em desacordo com o bom senso e as leis brasileiras. Da mesma forma, o Café História poderá suspender membros que publiquem este tipo de conteúdo. Se identificar algum conteúdo ofensivo ou comportamentos inadequados, por favor notifique-nos: cafehistoria@gmail.com

    © 2014   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

    Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

    body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }