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Acaba de ser publicado pela Civilização Brasileira a trilogia “O Brasil Colonial”, dos historiadores João Fragoso (UFRJ) e Maria de Fátima Gouveia (UFF). Em quase mil páginas, a coleção aborda temas que vão desde às guerras de conquistas até a independência. Saiba mais: http://goo.gl/KHaHfG

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O que é História?

Benny Morris (Universidade Ben-Gurion)

O historiador Benny Morris, um dos maiores especialistas do mundo no conflito árabe-israelense, participou da seção do Café História TV: "O que é História?". O resultado você vê abaixo:

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Uma árvore Bonsai que sobreviveu ao impacto da bomba de Hiroshima

A história incrível de uma árvore que sobrevive a todas as intempéries do tempo, inclusive as piores provocadas pelos seres humanos. 

Bonsai significa árvore envasada ou árvore cultivada em vaso. Eles são classificadas em: minis, até 15cm de altura; pequenos, entre 15 e 30cm; médios, de 30 a 60cm e finalmente os grandes, superiores a 60cm de altura. O cultivo do Bonsai é focado em limitar o seu crescimento, para fique o mais parecido possível com uma árvore normal.

São muitos os cuidados necessários: podar com frequência, replantar a árvore em intervalos adequados, expor ao sol e ao vento para retardar o seu crescimento e irrigar bastante. Em exposição no National Bonsai & Penjing Museum, essa pequena árvore acima foi plantada em 1625, tendo incríveis 388 anos de idade. O fato mais curioso é ela ter sobrevivido à explosão atômica de Hiroshima.

Na manhã de 6 de agosto de 1945, todos os membros da família Yamaki (uma família tradicional de criadores de bonsai) estavam dentro de sua casa. A bomba explodiu a cerca de três quilômetros dali. A explosão estourou todas as janelas de vidro da casa e cada membro da família foi cortado a partir dos fragmentos de vidro que voaram. Milagrosamente, nenhum deles sofreu qualquer lesão permanente. Protegido por um muro alto, o bonsai permaneceu intacto.

Em 1976 Masarau Yamaki fez uma doação de 56 bonsais aos EUA, entre eles o avô de todos, com 388 anos. Assim surgia o National Bonsai & Penjing Museum. Você pode ver exatamente onde esta pequena árvore está localizada no museu, visitando o tour virtual aqui.

Fonte: Cacoete Seletivo


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mural do historiador

Animação  premiada

102. Este é o incrível número de prêmios internacionais que o curta argentino “O Emprego” ("El Empleo", no original, em espanhol), do diretor Santiago Grasso, ganhou nos últimos anos. A animação conta a história de um homem que realiza seu trajeto de trabalho imerso em um mundo onde o "uso" das pessoas é algo cotidiano. Um filme que emprega a metáfora poética para criticar a coisificação dos seres humanos. Em pouco mais de cinco minutos de uma animação tecnicamente brilhante, com um traço notável, além de uma direção muito atenta às nuancas do discurso sobre o qual se debruça, pessoas se transformam em luminárias, carros, portas automáticas, elementos cotidianos que  coisificados - um caminho inverso ao da antropomorfização - são usados por outros pessoas, em suas atribuições ordinárias. Um filme que você vê aqui:  http://goo.gl/ONFQdW

Revista do IHGB para download

O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), a mais antiga e tradicional entidade de fomento da pesquisa e preservação histórico-geográfica, cultural e de ciências sociais do Brasil, fundado em 21 de outubro de 1838, digitalizou e disponibilizou todo o acervo de sua revista. São centenas de edições, indo de 1839 até 2012. A Revista do IHGB é a revista historiográfica mais tradicional do Brasil, tendo por lá passados dezenas de historiadores ilustres, do Brasil e do exterior, além de pesquisadores de outras áreas das ciências humanas. A digitalização do acervo e a sua disponibilização gratuita na internet é um grande avanço para aqueles que se dedicam a estudar historiografia, história do Brasil e teoria da história. Realmente algo imperdível. Download habilitado. http://goo.gl/KYlDCG

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    50 ANOS DO GOLPE

    Legitimando a saída autoritária: A imprensa brasileira e o golpe de 1964

    Na semana em que o golpe civil-militar de 1964 completa 50 anos, o Café História publica artigo exclusivo do historiador João Teófilo (PUC/SP). No texto, Teófilo aborda a participação e a responsabilidade da imprensa brasileira no golpe.

    Por João Teófilo (PUC/SP) *

    Passados 50 anos desde o golpe civil-militar de 1964, tem sido constante, seja na imprensa escrita ou falada, discussões sobre o golpe, a ditadura e seus desdobramentos. Igualmente, revisões historiográficas têm aflorado Brasil afora, acompanhadas de disputadas de memória que evocam não somente aqueles que tombaram nos anos do arbítrio, mas, também, aqueles que fizeram parte da articulação golpista e dos aparelhos repressivos da ditadura.

    Relembrar o golpe de 1964 nos obriga, inevitavelmente, a questionar sujeitos e grupos que protagonizaram o evento; mais que isso: nos obriga a entender como foi possível consumar um golpe que mergulharia o país em 21 anos de sangrenta ditadura. É preciso, antes de levar adiante esta discussão, estabelecer que o golpe de 1964 não significou, imediatamente, a inauguração de uma ditadura. A ideia propagada era tão somente “restabelecer a ordem” e livrar o Brasil do “perigo comunista”, naquele momento associado a figura do então presidente João Goulart. Aliás, falava-se em devolver o poder aos civis, com a realização das próximas eleições. Quero chamar atenção, pois, sobre a necessidade de, ao falarmos em golpe, não o associarmos mecanicamente com a ditadura que durou 21 anos. É preciso considerar esta ditadura dentro de um processo constitutivo permeado por consensos e dissensos entre os setores da sociedade, e por clivagens dentro das próprias Forças Armadas. Muitos que apoiaram o golpe, por exemplo, tempos depois passaram para o “outro lado”, atuando no campo de resistência à ditadura ou, como no caso da imprensa, adotando uma postura crítica, desprendida de um discurso legitimador e disseminador dos postulados autoritários.

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    documento histórico

    Encontro histórico: Manuel Bandeira, Chico Buarque, Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Década de 1960. Foto: Pedro de Moraes (Acervo Inst. Tom Jobim)

    Conteúdo da semana

    Depoimento do coronel reformado do Exército, Paulo Malhães, ex-agente do Centro de Informação do Exército, que atuou em diversas missões de extermínio de opositores da ditadura e também na Casa da Morte. No depoimento, ele admite tortura, mortes, ocultações de cadáveres e mutilações de corpos.

    Cine História

    Em busca de Iara

    No clima dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, chega aos cinemas brasileiros o novo documentário de Flavio Frederico, “Em busca de Iara”.

    Sinopse: Este documentário relata a trajetória excepcional de Iara Iavelberg. Apesar de ter uma situação financeira confortável, ela decidiu abandonar a família e investir na luta armada durante a ditadura militar. Iara teve uma relação amorosa com o capitão Carlos Lamarca, e morreu em 1971, aos 27 anos de idade.

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