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NOVA COLUNA

26/05/2015

No círculo íntimo de Hitler

Setenta anos após o término da Segunda Guerra Mundial, o mercado editorial testemunha profusão de livros que buscam entender Hitler através de pessoas que viveram ao seu redor. 

No final dos anos 1980, dois historiadores-biógrafos escreveram: “ainda não terminamos com Hitler”. Setenta anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, podemos concluir que a afirmativa continua de pé: nas prateleiras das livrarias dedicadas ao tema, o Führer ainda é o assunto predominante em livros escritos por jornalistas, historiadores e memorialistas. Até aí, contudo, nada demais. Desde o final da guerra, Hitler tem sido objeto de incontáveis trabalhos. Já se tentou desvendar sua mente através de análises psicológicas e já se explorou a sua relação com a arte, a música e a religião. Muito foi falado também sobre sua oratória, sua formação política e seus projetos de nação. Mas o que tem surgido recentemente e em grande profusão – quase como uma tendência – são os relatos da vida cotidiana de Hitler. Como ele era no dia a dia? O que fazia, falava, comia, gostava? Como lidava com as pessoas? Quais eram os seus medos? Tinha algum hobby em especial? Quem responde tais perguntas são homens e mulheres que serviram Hitler de perto, que testemunharam (ou que afirmam ter testemunhado) a sua vida íntima. É como se o leitor fosse levado a espiar pelo buraco da fechadura. Clique aqui para continuar lendo. 

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mural do historiador

Congresso de História

O Programa de Pós-Graduação em História e o Departamento de História, da Universidade Estadual de Maringá apresentam o VII Congresso Internacional de História, o XXXV Encuentro de Geohistoria Regional e a XX Semana de História. O objetivo desses eventos é integrar historiadores, professores, alunos de pós-graduação e de graduação dos mais diversos países, promovendo atividades e debates sobre o atual estado da arte da produção historiográfica. O evento ocorre nos dias 6, 7,8 e 0 de outubro de 2015. O tema escolhido Políticas, Culturas e Narrativas na América Latina, abarca duas linhas de pesquisa: Políticas, pensadas a partir do interesse pelas conexões entre a História social e a História política, e em temas como partidos, ideologias e sua conexão e, Culturas e Narrativas com o objetivo de estabelecer diálogos entre a história e a cultura, por intermédio das narrativas que as permeiam, entendidas como práticas sociais que são produto/produtoras da realidade social. Mais informações, aqui

Comissão Nacional da Verdade

Você sabia que a Comissão Nacional da Verdade já lançou o seu relatório final? O material pode ser baixado gratuitamente desde dezembro de 2014 clicando aqui. No total, ele se divide em três volumes. No primeiro, um histórico sobre a criação da Comissão Nacional da Verdade e as suas atividades. No segundo volume, os autores falam das estruturas do Estado e das graves violações dos direitos humanos cometidas no período. No terceiro e último volume, uma lista dos mortos e desaparecidos políticos. O download do relatório pode ser feito em formato PDF, E-Pub e Flippinbook. Não deixe de conferir esse documento histórico, importante não só para a memória do país como também para pesquisadores na história do regime militar.

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    Entidades querem transformar prédio DOI-Codi em memorial das vítimas da ditadura

    Os nomes de algumas pessoas desaparecidas ou mortas pelo regime militar, logo após o golpe de 1964 que depôs o presidente João Goulart, foram lidos hoje (23), no pátio da 36ª Delegacia da Polícia Civil de São Paulo, na rua Tutóia, 921, no bairro do Paraíso. Foi uma tentativa teatralizada de ouvir do outro lado das paredes a resposta de um ente querido e quem sabe salvá-lo da tortura. Mas nenhum ruído foi ouvido. O silêncio foi quebrado, minutos depois, por uma salva de palmas da plateia, na apresentação dos atores da Cia de Artes do Baque Bolado.

    O grupo artístico foi um dos vários a se apresentar no II Ato Unificado Ditadura Nunca Mais, com o objetivo de reivindicar do governo paulista a substituição da delegacia por um espaço destinado à preservação da memória das vítimas da ditadura militar. O prédio foi sede do antigo Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi). 
     
    Um dos organizadores do ato, o ex-preso político José Luiz Del Roio defende a transformação do local em um espaço para peças teatrais, músicas e outras formas de manifestação cultural. “A melhor forma de combater o fascismo é a cultura”, resume ele. Segundo Roio, não há dados precisos, mas acredita-se que no prédio morreram entre 60 e 80 pessoas.

    A manifestação foi organizada por entidades de direitos humanos e movimentos sociais e teve a presença de ex-presos políticos e familiares das vítimas da ditadura militar. Entre eles, Ary Normanha que, ao ser detido por duas vezes em 1969, era um estudante secundarista de 20 anos filiado à Aliança Libertadora Nacional.

    Na plateia estavam familiares de alguns dos desaparecidos ou mortos, que seguravam os retratos das vítimas entre os quais estava o de Henrique Ernesto Ruggia e Pedro Alexandrino de Oliveira Filho. Ao final do encontro, os participantes foram orientados a colocar em caixas de correio das residências vizinhas a cópia da carta aberta ao governador Geraldo Alkcmin para que as pessoas no entorno tomem conhecimento da campanha.

    Na carta, as entidades argumentam que no item 28 do relatório das conclusões e recomendações da Comissão Nacional da Verdade, consta a intenção de “preservar, restaurar e promover o tombamento ou criação de marcas de memória em imóveis urbanos ou rurais onde ocorreram graves violações de direitos humanos”. No documento, as entidades explicam que o que se busca é “honrar nossa democracia e os mártires que morreram lutando por ela”.

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    EVENTO EM DESTAQUE

    café história acadêmico

    Violência urbana: a violência no Rio de Janeiro voltou a ganhar destaque no noticiário nacional na última semana. Para compreender melhor este importante fenômeno histórico e sociológico, indicamos a leitura do artigo “Entre o individualismo e a solidariedade: dilemas da política e da cidadania no Rio de Janeiro”, da pesquisadora Márcia Pereira Leite. Clique aqui para ler na íntegra.

    bibliografia comentada

    Cine História

    O Imigrante Russo

    Chega aos cinemas brasileiros (pelo menos em algumas de suas salas) o filme “O Imigrante Russo”, do diretor Stanislav Güntner. 

    Sinopse: Dima é um alemão-russo que decide mudar de vida e ir para Berlin, para fugir de seu passado criminoso. Ele conhece a estudante de arte Nadja, por quem se apaixona. No entanto, as antigas conexões criminosas de Dima o perseguem e podem causar grandes desastres para ele e sua amada. 

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