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Café História na Bahia (UniAGES)

No último dia 28 de agosto, sexta-feira, o fundador do Café História, o historiador Bruno Leal (NIEJ/UFRJ), fez a conferência de abertura da Semana Integrada da UniAGES, em Paripiranga, na Bahia, para um público de aproximadamente 150 alunos e professores do curso de história da faculdade. O tema da conferência foi “Novas tecnologias, difusão do conhecimento histórico”. Leal falou sobre a questão da difusão da história nas mídias digitais e sobre o desenvolvimento do Café História, maior rede social de história em língua portuguesa na internet. Nesta edição do evento – a terceira promovida pela instituição – teve como mote “história e historiografia regional” e contou ainda com a participação de vários pesquisadores, entre os quais os professores José Barros de Assunção (UFRRJ) e Durval de Albuquerque Muniz (UFRN). O Café História agradece aos professores e alunos da AGES pelo convite e deseja a todos um enorme sucesso. Para saber sobre a possibilidade de conferências, palestras e oficinas sobre his-tória digital e história pública, escreva para o Café História: cafehistoria@gmail.com

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    Estado Islâmico destrói templo romano do Século I na Síria

    Diretor de museus da Síria pediu ajuda internacional para retirar os terroristas de Palmira antes que a cidade desapareça.

    Os terroristas do Estado Islâmico voltaram a destruir um patrimônio da humanidade. Desta vez, foi um templo romano, numa cidade síria que eles invadiram em maio.O que o vídeo mostra não existe mais. Ainda não há imagens da destruição, mas autoridades sírias confirmaram que os terroristas do Estado Islâmico explodiram o templo de Baalshamin, que tinha quase dois mil anos. Um tesouro histórico.

    O templo fica em Palmira, na Síria, considerado um patrimônio da humanidade pela Unesco, que na segunda-feira (24) classificou a ação como "um crime de guerra".A destruição foi uma semana depois de os terroristas decapitarem o arqueólogo Khaled al-Asaad. Ele se recusou a contar onde enterrou algumas relíquias da cidade para evitar que fossem destruídas.

    O diretor de museus da Síria pediu ajuda internacional para retirar os terroristas de Palmira antes que a cidade desapareça. Especialistas dizem que o Estado Islâmico quer destruir Palmira aos poucos, para ter tempo de roubar e vender seus tesouros, provocar choque e indignação a cada monumento arrasado e usar a cidade, por enquanto, como refúgio temporário, já que ninguém, além dos terroristas, teria coragem de bombardear um lugar histórico.

    Dois templos de Palmira e monumentos no Iraque já tinham sido destruídos. Cenas como essas devem se repetir.

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    Educação: Publicada semestralmente pelo departamento de educação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. “Educação” destina-se à publicação de trabalhos inéditos e originais na área de Educação, resultantes de pesquisas e práticas educativas refletidas teoricamente. A Revista é organizada em sessões de Dossiê, Demanda Contínua e Resenha. A revista tem o Português (Brasil) como idioma principal e o Espanhol como idioma secundário. Todo o conteúdo da revista (disponibilizado em PDF) é gratuito. Para conhecer esse periódico, clique aqui

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