Memória, História Oral e Diferenças: José Carlos Meihy.
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Em entrevista exclusiva a rede social Café História, a jornalista Vivi Fernandes de Lima, atual editora da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), fala sobre sua experiência à frente daquela que hoje é a principal revista de história do Brasil voltada para o grande público no país.
A Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN) conseguiu um feito notável no Brasil: conquistou a admiração de leigos e especialistas em história em torno de uma revista de grande circulação. Um trabalho, claro, que não foi nada fácil. Vivi Fernandes de Lima, em uma conversa excelente, nos ajuda na entrevista a seguir a entender um pouco melhor a trajetória da Revista de História, como é mais conhecida a publicação, seus principais desafios e contextos. A editora interina da RHBN falou ainda a respeito de varios temas, desde o trabalho dedicado (e de qualidade) da equipe da revista até sua opinião a respeito de temas como divulgação de história e o "boom de memória" nos tempos atuais. Ficou curioso(a)? Então confira a nossa entrevista (clicando aqui) e deixe seu comentário! Queremos saber a sua opinião.
Encontra-se disponível para consulta os conteúdos do projeto "Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil", fruto de uma parceria entre a Comissão da Anistia do Ministério da Justiça e as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Pernambuco (UFPE) e a do Rio Grande do Sul (UFGRS). O objetivo principal deste projeto é construir um acervo de fontes orais e audiovisuais, bem como do material transcrito, com critérios teóricos e metodológicos próprios da História Oral, a partir da realização, registro e organização de entrevistas com pessoas cujas histórias de vida são atreladas à perseguição política nos períodos de repressão. São dezenas de entrevistas que entrevistas, que configuram um amplo e diversificado painel de histórias de vida de ex-líderes estudantis, ex-guerrilheiros, familiares de mortos e desaparecidos políticos, militares cassados, perseguidos políticos em geral, pessoas que se engajaram na Campanha da Anistia na década de 1970, ativistas de direitos humanos, entre outros. Clique aqui para saber mais.
As professoras do Departamento de História da PUC-RJ, Flávia Schlee Eyler e Isabela Fernandes, são as organizadoras do livro "A Vida, a morte e as paixões no mundo antigo: novas perspectivas", que acaba de ser lançado no Rio de Janeiro pela editora Cassará. A obra é composta por uma coletânea de artigos de oito autores, no entanto, como salientam as organizadoras, na "Apresentação": "A questão da presença do sagrado como fronteira ética fundamental para a vida humana na Antiguidade perpassa todos os trabalhos, embora a partir de diferentes ângulos de abordagem". O livro poderá ser encontrado em breve nas livrarias - a começar pela Livraria da Travessa - e tem o preço sugerido de R$ 35,00.
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Cláudio Fonteles deixa Comissão da Verdade por divergências internas
Ex-procurador geral da República ocupava a coordenação do grupo
O ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles renunciou ao cargo e está deixando o grupo alegando desentendimentos internos. O pedido de renúncia de Fonteles, onde diz que a decisão é irreversível, já está na mesa da presidente Dilma Rousseff. O ex-procurador da República fazia parte do grupo formado integrantes indicados por Dilma.
- Considerei realmente que o meu trabalho na Comissão da Verdade cumpriu-se, chegou ao fim. Então, entendi por razões estritamente pessoais que era o tempo de encerrar – disse Fonteles, que participou nesta terça-feira do debate sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37 que limita o poder de investigação do Ministério Público.
Desde que o grupo foi formado se dividiu em dois por divergências de método de trabalho. Um liderado por Fonteles e Rosa Cardoso, e o outro por Paulo Sérgio Pinheiro e José Carlos Dias. Com a renúncia de Gilson Dipp por questão de saúde, no início do ano, os problemas se acentuaram. Desde então os integrantes da comissão não conseguiram sequer a chegar a um nome de consenso para indicar na vaga de Dipp. A presidente Dilma delegou ao grupo a decisão sobre a substituição. O nome de Luci Buff foi o único apresentado, mas quando chegou ao gabinete presidencial a indicada desistiu.
Por esses problemas, Dilma decidiu prorrogar o funcionamento da Comissão da Verdade até dezembro de 2014. A lei que criou o grupo estabelecia um período de dois anos de funcionamento (até abril de 2014) . A lei agora terá que ser modificada.
O ex-procurador disse que produziu 150 textos durante o período que esteve no grupo. Ele avalia que sua saída não prejudicará os trabalhos.
- Acho que não, porque não há seres humanos insubstituíveis. Outras pessoas virão e continuarão. Isso faz parte do sistema democrático. Acho muito salutar que venham outras pessoas, que os organismos se renovem e acho que vai tudo continuar bem – disse, minimizando que o governo ou divergências internas tenham pesado em sua decisão:
- Quanto ao governo de maneira alguma. Quanto aquilo já foi noticiado pela imprensa (divergências internas) não pesou, até porque foi sanado. As pessoas que não tinham essa ideia se convenceram de que é útil e fundamental para o país que a Comissão Nacional da Verdade seja um mero instrumento da cidadania. Portanto, provoque o envolvimento da sociedade em defesa permanente e perpétua da cidadania.
Para continuar lendo, clique aqui.
Fonte: OGLOBO
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Postado por Max Wagner em 20 junho 2013 às 1:38 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Max Wagner em 20 junho 2013 às 1:35 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Max Wagner em 20 junho 2013 às 1:26 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Max Wagner em 20 junho 2013 às 1:11 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Max Wagner em 20 junho 2013 às 1:01 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por MILTON SIMON PIRES em 19 junho 2013 às 22:30 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Tita Ferreira em 19 junho 2013 às 20:01 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Tita Ferreira em 19 junho 2013 às 19:16 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Tita Ferreira em 19 junho 2013 às 18:35 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Eduarda Luiza Motta em 19 junho 2013 às 17:17 0 Comentários 0 Curtiram isto
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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